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Dor nas pernas pode ser proveniente de doenças vasculares

A dor nas pernas pode surgir por diversos motivos, entre eles: uma caminhada ou corrida mais vigorosa, excesso de esforço, um trauma e até doenças sistêmicas. No entanto, é preciso prestar atenção se a dor vem acompanhada de outros sintomas e se ela persiste após o descanso. Nesses casos, não se trata de apenas de uma dor de nas pernas e sim de doenças vasculares.

Segundo o Dr. Ary Elwing, quando a dor é decorrente de problema nos vasos sanguíneos, aparecem alguns sintomas peculiares. “A dor na perna pode ser um reflexo de uma doença vascular, como a doença arterial periférica, que é um problema nos vasos sanguíneos que leva ao estreitamento e endurecimento das artérias das pernas e dos pés.”

Este problema ocorre quando material gorduroso (placa) se acumula nas paredes das artérias, deixando-as mais estreitas. As paredes passam a ficar mais rígidas e dificulta a passagem do sangue. “O resultado é dor nas pernas, pois quando o músculo estiver trabalhando ele não receberá oxigênio suficiente”, ressalta o angiologista.

Os sintomas clássicos são dor, sensibilidade, cansaço, queimação ou desconforto nos músculos de seus pés, panturrilhas ou coxas. “Esses sintomas pode aparecer durante a caminhada ou exercício e passam após o repouso”, diz Dr. Elwing.

Outra doença que pode acometer as pernas são as varizes. “O problema pode ter início em qualquer fase da vida. Tudo começa com uma sensação de peso, dor, cansaço, comichão e câimbras”, acrescenta o médico.

Se não for tratada, as varizes podem se tornar mais grossas, dilatando e criando alterações na microcirculação da pele. “As varizes podem mudar de cor e ficar atrófica, chegando ao ponto de abrir uma ferida, chamada de úlcera de perna.”

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De bem com suas pernas

O melhor tratamento para as dores nas pernas é o autocuidado. “Para se proteger contra varizes, doença periféricas, trombose e necrose, o melhor caminho é a prevenção. Faça uma dieta com pouca gordura, controle a pressão e o colesterol, e procure um médico vascular a partir dos 40 anos”, recomenda o angiologista.

Além disso, faça exercícios físicos como caminhada, pois, com o tempo, a sua circulação tende a melhorar e afastar doenças vasculares. “Pare de fumar, pois o tabagismo estreita as artérias e diminui a capacidade do sangue transportar oxigênio. Outra recomendação importante é manter o controle colesterol e monitore os níveis de açúcar no sangue, principalmente se você tiver diabetes”, finaliza o Dr. Ary Elwing

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Fonte

Ary Elwing (CRM-22.946) – Médico angiologista, especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser.
www.aryelwing.com.br

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Contato

Stefane Braga – assessora de imprensa
Tel-(11) 2679-4437/ 2592-5934
www.sachasilveira.com.br

Sacha Silveira Assessoria de Comunicação
Tel-(11)2592-5934/2679-4437
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www.sachasilveira.com.br
Email – stefane.braga@sachasilveira.com.br

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Condutas em Neurologia – Departamento de Neurologia do HC-FMUSP

Departamento de Neurologia do HC-FMUSP abre inscrições para a 11ª edição do curso “Condutas em Neurologia”

Especialistas de todo o país podem participar do curso “Condutas em Neurologia”, que será realizado entre os dias 18 e 20 de setembro, pelo Departamento de Neurologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP) em parceria com a Manole Educação. As aulas presenciais serão realizadas no Teatro Renaissance, em São Paulo, com transmissão on-line simultânea.

Entre os temas que serão abordados estão:
* Doença de Parkinson e distúrbios de movimento;
* Doença de Alzheimer e outras demências;
* Esclerose múltipla e doenças imunomediadas;
* Epilepsia;
* Doença vascular cerebral;
* Cefaleia e dor;
* Neurologia de emergência;
* Neuroinfecção;
* Neurologia infantil;
* Neuroimagem e neurogenética;
* Neurocirurgia.

O livro Condutas em Neurologia – 11ª ed está incluso na compra do curso e é material didático do curso.

O objetivo do curso é transmitir informações essenciais ao neurologista, considerando a dificuldade cada vez maior que esse profissional enfrenta para manter-se atualizado nas diversas áreas de atuação clínica.

Os três dias de aula estão organizados em quatro formatos para melhor assimilação do conteúdo: updates (aulas de atualização sobre os principais avanços na prática clínica); controvérsias (debates de temas polêmicos baseados em evidências); improve your practice (temas de aplicação imediata); e discussões de casos (palestras/debates com neurologistas da FMUSP).

As inscrições podem ser feitas pelo site http://manoleeducacao.com.br/neurologia.

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Coordenação

Prof. Dr. Ricardo Nitrini
Dra. Ida Fortini
Dr. Luiz Henrique Martins Castro
Dr. Marcelo Calderaro
Dr. Mateus Mistieri Simabukuro
Dra. Mônica Santoro Haddad
Dr. Tarso Adoni
Departamento de Neurologia do HC-FMUSP

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Serviço

Data: 18 a 20 de setembro de 2015
Local: Teatro Renaissance – Alameda Santos, 2233 – Jardim Paulista, São Paulo – SP (com transmissão on-line simultânea das aulas)
Material didático: Livro Condutas em Neurologia – 11ª ed.

Informações e inscrições: http://manoleeducacao.com.br/neurologia

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Mais informações

DOC Press Comunicação – Editora Manole
Anadi: Tel: (11) 5533-8781
Vanessa: Tel: (11) 5093-4710

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Avaliação funcional da musculatura do assoalho pélvico

Os exames ocorrem no Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos
Podem participar mulheres com idades entre 18 e 35 anos e idosas com mais de 60 anos

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Os laboratórios de Pesquisa em Saúde da Mulher (LAMU) e de Fisioterapia Preventiva e Ergonomia (LAFIPE) do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos realizam avaliação funcional da musculatura do assoalho pélvico em mulheres com idades entre 18 e 35 anos e idosas com idades superiores a 60 anos. Os exames são gratuitos e contribuem para a melhoria da qualidade de vida das participantes.

O assoalho pélvico é a musculatura que mantém a continência urinária e fecal e ainda é importante na função sexual. O projeto tem o objetivo de avaliar a musculatura do assoalho pélvico de mulheres durante o levantamento de carga, para avaliar como esta musculatura atua durante atividades cotidianas e verificar como está a força e função dessa musculatura tão importante para a saúde da mulher.

As participantes serão divididas em três grupos, sendo um composto por jovens com idade entre 18 e 35 anos que não fazem uso de anticoncepcional e que não tenham filhos; outro com a participação de mulheres com idades entre 18 e 35 anos, que tenham tido apenas um filho e que não fazem uso de anticoncepcional; e outro grupo com idosas com idades superiores a 60 anos, que não tenham tido filhos e que não façam uso de Terapia de Reposição Hormonal (TRH). Os exames são conduzidos pelas doutorandas Mariana Vieira Batistão e Mikaela da Silva Corrêa e pela mestranda Fernanda Cabegi de Barros, todas do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt), além das pesquisadoras de iniciação científica e alunas do curso de Fisioterapia da UFSCar Letícia Marques Nabero, Fernanda Roberto e Talita Oliveira, sob orientação das professoras Patrícia Driusso e Tatiana de Oliveira Sato, ambas do DFisio.

As avaliações são seguras e indolores e realizada nas instalações do DFisio, localizado na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar.

Interessadas em participar podem entrar em contato com as pesquisadoras pelos telefones (16) 3351-8634 e 3351-9577.

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Enzo Kuratomi
Telefone: (16) 3351-8480
E-mail: enzo@ufscar.br

Coordenadoria de Comunicação Social – Universidade Federal de São Carlos.
Telefone: (16) 3351-8119.
E-mail: ccs@comunicacao.ufscar.br

 

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Imunização – SUS oferta vacina contra HPV para meninas de 9 a 11 anos

Vacinas já estão disponíveis nos 36 mil salas de imunização espalhadas pelo país
Ministério da Saúde recomenda que municípios também realizem vacinação nas escolas

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Chegou a vez de as meninas de 9 a 11 anos tomarem a vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV), usada na prevenção do câncer do colo do útero. A expectativa do Ministério da Saúde é a de vacinar 4,94 milhões de meninas em 2015. Junto com o grupo de adolescentes de 11 a 13 anos vacinadas no ano passado, essa pode ser a primeira geração praticamente livre do risco de morrer do câncer do colo do útero. A meta é vacinar, em parceria com as secretarias estaduais e municipais da saúde, 80% do público-alvo.

A novidade para este ano é a inclusão de 33,5 mil mulheres de 9 a 26 anos que vivem com HIV. Mais suscetível a complicações decorrentes do HPV, esse público tem probabilidade cinco vezes maior de desenvolver câncer no colo do útero do que a população em geral. A inclusão do grupo como prioritário para a prevenção segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Comitê Técnico Assessor de Imunizações (CTAI) do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em conformidade com o Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais.

A vacina é extremamente segura, uma proteção para a vida. Além de proteger a menina, os estudos mostram que a comunidade também fica protegida. Por isso, devemos alertar os pais e responsáveis sobre a importância da vacina. A parceria com as escolas é fundamental nesse esforço do Ministério da Saúde. Precisamos contar com a colaboração dos pais e das escolas para conseguir alcançar a nossa meta e começar a escrever uma outra história no nosso país de enfrentamento à essa doença, que é o terceiro tipo de câncer que mais mata as mulheres no Brasil”, reforçou o ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante o evento de lançamento da campanha, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (9/3).

A vacina está disponível desde o início de março nas 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo país. Para este ano, o Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que façam parcerias com as escolas públicas e privadas, repetindo a estratégia adotada na primeira dose da vacina, quando 100% do público estimado, de 4,95 milhões de meninas de 11 a 13, foi vacinado. Já a segunda dose, que teve o foco a administração apenas nos postos de saúde, alcançou 2,9 milhões de meninas, atingindo 58,7% do público-alvo.

“Com a introdução da vacina, podemos reduzir drasticamente os casos de câncer do colo do útero e a taxa de mortalidade. Com isso, poderemos ter a primeira geração de mulheres livre da doença. Para isso é importante que as meninas completem o esquema vacinal, tomando as três doses da vacina, conforme o calendário preconizado pelo Ministério da Saúde”, alertou o ministro Chioro.

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Esquema vacinal

Para receber a dose, basta apresentar o cartão de vacinação e o documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção. A segunda deve ser tomada seis meses depois, e a terceira, cinco anos após a primeira dose. A partir de 2016, serão vacinadas as meninas de 9 anos.

As meninas de 11 a 13 anos que só tomaram a primeira dose no ano passado também podem aproveitar a oportunidade de se prevenir e procurar um posto de saúde ou falar com a coordenação da escola para dar prosseguimento ao esquema vacinal. Isso também vale para as meninas que tomaram a primeira dose aos 13 anos e já completaram 14. É importante ressaltar que a proteção só é garantida com a aplicação das três doses.

Para as mulheres que vivem com HIV, o esquema vacinal também conta com três doses, mas com intervalos diferentes. A segunda e a terceira doses serão aplicadas dois e seis meses após a primeira. Nesse caso, elas precisarão apresentar a prescrição médica.

Desde março de 2014, o SUS oferece a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia em quem segue corretamente o esquema vacinal. Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero em todo mundo e os subtipos 6 e 11 por 90% das verrugas anogenitais.

A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus. Hoje, é utilizada como estratégia de saúde pública em mais de 50 países, por meio de programas nacionais de imunização. Estimativas indicam que, até 2013, foram distribuídas cerca de 175 milhões de doses da vacina em todo o mundo. A sua segurança é reforçada pelo Conselho Consultivo Global sobre Segurança de Vacinas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para a produção da vacina contra o HPV, o Ministério da Saúde firmou Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Butantan e o Merck. Serão investidos R$ 1,1 bilhão na compra de 36 milhões de doses da vacina durante cinco anos – período necessário para a total transferência de tecnologia ao laboratório brasileiro. Para 2015, a previsão do Ministério da Saúde é de adquirir 11 milhões de doses.

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Câncer do colo do útero

O câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil, atrás apenas do de mama e de brônquios e pulmões. O número de mortes por câncer do colo do útero no país aumentou 28,6% em 10 anos, passando de 4.091 óbitos, em 2002, para 5.264, em 2012, de acordo com o Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, publicação do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Tomar a vacina na adolescência é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. No entanto, a imunização não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos.

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos tipos 16 e 18. Em relação ao câncer do colo do útero, estudos apontam que 270 mil mulheres, no mundo, morrem devido à doença. Neste ano, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos.

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Carlos Américo
Agência Saúde
Atendimento à imprensa – Ascom/MS
(61) 3315-2577/3835/3580
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Mulheres lideram o ranking de casos de trombo

Mais de metade da população brasileira não reconhece os sintomas da trombose ou embolia pulmonar

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Mais da metade da população brasileira desconhece uma doença que levou 85.772 pessoas aos hospitais públicos do país entre janeiro de 2008 e agosto de 2010: o tromboembolismo venoso. Os dados são do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) e mostram que, apesar de 56% da população avaliada afirmar que já ouviu falar da trombose, 57% não conhecem os sintomas, consequências da doença e as suas medidas preventivas. A embolia pulmonar é ainda mais desconhecida. Das pessoas entrevistadas, 78% relatam não saber o que é a embolia pulmonar e, dentre essas, metade nunca ouviu falar.

De acordo com Dr. Marcelo Canuto, é muito importante entender a doença e conhecer os seus sintomas para realizar uma detecção a tempo de um tratamento adequado. “O tromboembolismo pulmonar consiste na obstrução da circulação arterial pulmonar (que transporta sangue que será oxigenado) por coágulos sanguíneos, geralmente oriundos da circulação venosa dos membros. Qualquer situação que gere fluxo vascular lento, lesão ou inflamação na parede do vaso ou aumento da coagulação sanguínea pode aumentar o aparecimento de trombos, que podem se soltar e limitar um vaso no pulmão – a embolia pulmonar.”

O especialista alerta que as maiores vítimas da trombose venosa profunda e da sua principal complicação, a embolia pulmonar, são as mulheres. Isso porque elas reúnem mais fatores de risco que os homens, como a gravidez, varizes e o uso de suplementos de estrogênio, comum em pílulas anticoncepcionais e na terapia de reposição hormonal durante a menopausa. “Outros fatores de risco que devem ser considerados são: ficar muito tempo de repouso ou sentado, em período pós operatório, história familiar, problemas cardíacos, alguns tipos de câncer, fumo e obesidade. Se você se enquadra em um desses casos e sente uma súbita falta de ar, muitas vezes acompanhada de tosse e dor torácica, sem explicação cabível, procure um médico”, reforça.

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Comprometimento dos vasos sanguíneos

No consultório do médico o paciente passará por uma avaliação clínica, e se for o caso, será encaminhado para um exame de diagnóstico por imagem. A mortalidade da embolia pulmonar, quando não tratada, é de até 30% mas pode ser reduzida para até 2% quando o diagnóstico é feito a tempo para realizar o tratamento correto. “Para a detecção de uma trombose ou embolia pulmonar, um dos melhores exames é a Angiotomografia computadorizada do Tórax. Por meio do contraste aplicado na veia, conseguimos estudar os vasos pulmonares. No local em que o contraste não demonstra um contorno cilíndrico do vaso ou há interrupção do seu trajeto, encontramos o trombo, a falha de enchimento.”

Além da identificação nítida da parte interna, diâmetro e comprometimento dos vasos sanguíneos, a Angiotomografia verifica a localização do coágulo. “Com o exame podemos comprovar a presença da trombose e o local, que é muito importante. Se o trombo obstruir um ramo pulmonar que fica no final do caminho percorrido pelo sangue no pulmão, o comprometimento será mais localizado e os sintomas mais discretos. Agora, se ele obstruir uma artéria que irrigue todo o pulmão, aquele lado inteiro pode ficar comprometido, os sintomas mais acentuados e maior será a mortalidade”, exemplifica.

A Angiotomografia do tórax é uma tomografia computadorizada rápida direcionada para a circulação pulmonar, que utiliza da radiação e contraste iodado por via venosa gerando imagens de alta resolução dos vasos sanguíneos. “O exame leva em torno de segundos. Por ser um teste de urgência, é realizado sem preparo prévio desde que não exista contra-indicações ao uso do meio de contraste”, conclui Dr. Marcelo.

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Fonte

Marcelo Canuto – Médico radiologista e diretor médico do Laboratório Pasteur.

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Sobre o Pasteur Medicina Diagnóstica

O Pasteur nasceu há 39 anos em Brasília e atualmente possui mais de 20 unidades de atendimento no Distrito Federal e Entorno. Considerado referência no segmento de medicina diagnóstica, o laboratório disponibiliza aos clientes serviços com qualidade e credibilidade. E, para quem não tem plano de saúde, o programa Pasteur Popular oferece exames com preços acessíveis para toda a família. A marca conta, ainda, com o projeto Pasteur Melhor Idade, que tem assistência diferenciada para idosos e uma série de vantagens, como descontos especiais no valor dos exames de análises clínicas, anatomia patológica e imagem. Com o objetivo de buscar continuamente mais conforto aos pacientes, o laboratório desenvolveu o conceito de atendimento integrado na Mega Unidade Taguatinga Norte, que oferece mais de três mil tipos de exames de análises clínicas, anatomia patológica e diagnóstico por imagem no mesmo local, além de funcionar à noite e no fim de semana.

Para mais informações acesse o site www.pasteur-df.com.br ou entre em contato com o Atendimento ao Cliente no (61) 4004-9669.

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Julia Carneiro
(55 61) 3039-8397
(55 61) 8129-3907
julia.carneiro@imagemcorporativa.com.br