Combate ao câncer de mama
Você sabia que o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente em mulheres de todo o mundo? Ele representa aproximadamente 22% dos casos novos registrados a cada ano e, segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), em 2010, estão previstos mais de 49 mil casos da doença no Brasil. Além disso, esse tipo de câncer é o que mais mata mulheres no país. A taxa de mortalidade em 2007, que é o último registro do INCA, foi de 11,1 óbitos por 100 mil mulheres, o que corresponde a 11.060 óbitos devido ao câncer de mama.
Entre os principais fatores de risco para esse tipo de câncer está a hereditariedade: mulheres com histórico da doença na família têm mais chance de desenvolver câncer de mama antes dos 50 anos. Primeira menstruação precoce, menopausa tardia (após os 50 anos), primeira gravidez após os 30 anos, não ter tido filhos, ingestão de álcool, mesmo em quantidades pequenas, e exposição a radiações ionizantes em idade inferior aos 35, também constituem fatores de risco para a doença.
Todas as mulheres a partir dos 40 anos devem procurar, anualmente, um profissional para realizar o exame clínico das mamas. O auto-exame realizado pela própria mulher também é importante, porém, isolado, não é eficiente para uma detecção precoce do tumor e não substitui o exame feito por um profissional.
Mulheres entre 50 e 69 anos devem fazer uma mamografia em um intervalo máximo de dois anos. Manter uma alimentação uma saudável, não fumar, praticar exercícios, amamentar, controlar o peso corporal e não ingerir bebidas alcoólicas também podem prevenir o câncer. O INCA recomenda que toda mulher que for se submeter à reposição hormonal procure um médico para conversar sobre os riscos dessa prática.
Fonte
Oncomed – Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas
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Gravidez altera visão
As alterações mais comuns são a síndrome do olho seco e mudança na refração. Hipertensão e diabetes gestacional favorecem alterações na retina e glaucoma neovascular.
Durante a gravidez as alterações hormonais influem na saúde ocular, aumentando o risco de surgir graves doenças nos olhos. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, a maioria das gestantes apresenta a síndrome do olho seco, uma alteração na quantidade ou qualidade da produção lacrimal que está relacionada ao aumento da produção de estrogênio.
O médico afirma que os sintomas são: ardência, coceira, queimação, olhos vermelhos e irritados, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo, sensibilidade à luz, desconforto após ver televisão, ler ou trabalhar ao computador. O tratamento é simples. Por ser um problema temporário é feito com lágrima artificial (colírio), que é uma medicação inócua sem efeitos adversos sobre o feto. Em muitos casos, basta estimular a produção lacrimal por meio de uma dieta com pouco carboidrato, gordura e carne bovina, porém rica em vitaminas A e E (presentes em alimentos como as frutas, verduras e legumes), além da suplementação com Ômega 3, presente nas sementes de linhaça, nozes e algumas verduras.
A maior retenção de líquido durante a gestação também provoca alterações na superfície da córnea que induzem a mudanças no grau dos óculos ou lentes de contato. Esta alteração na refração geralmente desaparece após o parto e por isso não é indicada a troca de lentes oftálmicas durante a gravidez. O ideal, observa, é fazer um exame de vista depois do nascimento do bebê para checar se houve alteração refracional permanente.
Hipertensão é maior entre mulheres e predispõe à pré-eclâmpsia
No Brasil, a prevalência da hipertensão arterial, acima de 12 por 8, na população com mais de 40 anos, é de 35% segundo o Ministério da Saúde. A SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão) calcula que mais da metade dos hipertensos nem desconfia ter a doença e dados do DATASUS apontam que 66% dos doentes no País são mulheres.
Como se não bastasse é cada vez mais frequente a mulher brasileira engravidar em idade avançada e a estimativa é de que 14% destas gestantes desenvolvem hipertensão gestacional. A doença é um fator de risco para o desenvolvimento da pré-eclâmpsia que ocorre depois da 20ª semana de gravidez. Ocorre quando a mulher também elimina proteína pela urina e tem inchaço generalizado. A doença pode afetar até mulheres bastante saudáveis, mas é mais comum na gravidez tardia, em gestantes muito jovens e em fumantes porque o cigarro compromete a circulação. Além de ser a maior causa de morte na gestação, a pré-eclâmpsia dificulta o fluxo sanguíneo no globo ocular e facilita a evolução de doenças na retina que podem cegar.
Mesmo entre mulheres que não desenvolvem pré-eclâmpsia a hipertensão gestacional ou pré-existente pode provocar alterações na retina. A boa notícia é que a dopplerfluxometria, exame que verifica o fluxo sanguíneo do globo ocular permite prevenir a evolução da pré-eclâmpsia e de alterações oculares decorrentes da má circulação antes da visão ser gravemente afetada. Por isso, a recomendação médica e fazer acompanhamento oftalmológico no pré-natal, especialmente quando a gestante apresenta inchaço, dor de cabeça, mal-estar generalizado e medidas de pressão arterial acima de 12 por 8.
Diabetes gestacional aumenta riscos para a visão
Durante a gravidez, o aumento da produção do HLP (Hormônio Lactogênio Placentário) inibe a produção de insulina pelo pâncreas o que pode aumentar o nível de glicose no sangue. No Brasil predispõe 7% das gestantes ao desenvolvimento do diabetes gestacional que em muitos casos vem acompanhado pelo aumento da pressão arterial.
Dr. Queiroz Neto destaca que o aumento da glicose no sangue e a hipertensão arterial podem causar sérias complicações oculares.
As principais são:
* Retinopatia diabética que se caracteriza pelo crescimento de neovasos na retina que comprometem a saúde da membrana, com alto risco de cegueira;
* Hemorragia vítrea quando os neovasos comprometem o vítreo, substância transparente e gelatinosa que preenche o globo ocular, provocando a obstrução súbita da visão;
* Descolamento da retina causada pela tração do humor vítreo que separa as camadas da retina levando à visão de flashes de luz e manchas escuras. O tratamento cirúrgico deve ser imediato para evitar a perda da visão;
* Glaucoma neovascular decorrente da formação de neovasos na íris que pode aumenta a pressão intra-ocular e resultar na perda da visão.
O médico lembra que o diabetes gestacional geralmente surge a partir da 24ª semana de gravidez e regride após o nascimento do bebê. Entretanto, a partir da 12ª semana de gestação, mulheres que fazem parte dos grupos de risco devem fazer exame de tolerância à glicose para evitar doenças oculares e complicações gestacionais.
Devem estar alertas mulheres que apresentam:
* Hipertensão arterial
* Sobrepeso e gordura abdominal
* Histórico familiar ou pessoal de diabetes
* Crescimento excessivo ou lento desenvolvimento do feto
* Grande ganho de peso na gravidez
* Idade superior a 25 anos
* Baixa estatura
A principal recomendação do médico para controlar o desenvolvimento da doença é fazer uma dieta rica em proteínas, com pouco açúcar e carboidratos.
Fonte
Leôncio Queiroz Neto – Médico oftalmologista do Instituto Penido Burnier.
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A anestesia para o parto
Médico e paciente devem discutir juntos os diversos tipos e indicações de analgesia.
Desde a confirmação da gravidez, diversas são as dúvidas das futuras mamães, especialmente as de primeira viagem. Algumas delas, no entanto, podem ser facilmente resolvidas com uma boa conversa com um especialista. É o caso da anestesia para o parto. Várias são as técnicas e indicações, e ninguém melhor do que o médico anestesiologista para explicar às gestantes como funciona todo o processo de analgesia, e quais as indicações para cada caso.
As anestesia regionais, entre as quais se destacam os bloqueios neuroaxiais (peridural, raquianestesia e combinada raqui-peridural) são as mais utilizadas, explica o dr. Carlos Othon Bastos. Aplicadas adequadamente, são capazes de abolir completamente a dor de qualquer fase evolutiva do trabalho de parto, inclusive no parto normal.
“O parto normal, com a utilização de técnicas adequadas de analgesia espinhal, apresenta inúmeras vantagens para o binômio materno-fetal”, afirma dr. Carlos.
Além disso, explica ele, a anestesia diminui a sobrecarga cardiorrespiratória materna, que pode se tornar bastante intensa na progressão do trabalho de parto.
“Ao aplicar a anestesia, reduzimos a liberação de catecolaminas e outros hormônios e substâncias ligadas ao estresse e à dor, o que repercute de forma positiva sobre o concepto contribuindo para a manutenção de adequado fluxo sanguíneo útero-placentário”.
Os avanços da anestesia
Um recente marco na anestesiologia foram os diversos estudos favoráveis e consequente proliferação do uso de opioides espinhais na década de 90, permitindo a redução significativa da concentração e da dose de anestésicos.
“Estes fármacos possibilitam a abolição da dor, porém mantêm o tônus motor e o equilíbrio necessários para um bom andamento do parto”, explica o anestesiologista.
Mitos e verdades
Um equívoco bastante comum é achar que a anestesia pode prejudicar a dilatação do colo do útero durante o trabalho de parto.
“Se realizada de forma adequada, com fármacos em quantidades e concentrações ideais, a anestesia regional interfere de forma mínima e, às vezes, até mesmo benéfica na evolução da dilatação do colo uterino. Assim, causamos diminuição insignificante da força motora, mantendo a capacidade da parturiente de atuar de forma ativa para o nascimento do concepto através dos esforços expulsivos”, pondera dr. Carlos.
Prevenção de riscos
Apesar dos benefícios da peridural, há algumas contra-indicações. Mulheres que apresentem distúrbios adquiridos ou congênitos de coagulação, ou portadoras de algumas cardiopatias e doenças neurológicas, não devem se submeter a esse procedimento anestésico. Nestes casos, é necessário disponibilizar métodos alternativos de analgesia, como técnicas sistêmicas, para que não se privem do alívio da dor.
Complicações ocasionadas pela anestesia, embora raras, podem acontecer. Por isso, a anestesia deve ser realizada por médico anestesiologista, que é o profissional adequadamente treinado para o procedimento. Além disso, ter os equipamentos necessários para a analgesia e monitoramento da parturiente e do feto é imprescindível para identificar e tratar precocemente eventual intercorrência.
Fonte
Carlos Othon Bastos – Médico anestesiologista, membro da Comissão Científica da Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo (SAESP) e ex-presidente do Comitê de Anestesia em Obstetrícia da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA).
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Câncer colo-retal – tire todas as suas dúvidas
Conheça os fatores que interferem no surgimento do câncer colo-retal e o que pode ser feito para preveni-lo.
1. O que é o câncer colo-retal?
O câncer colo-retal consiste no crescimento desorganizado de células da mucosa do intestino grosso e do reto. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2009, surgiram 30 mil novos casos da doença no Brasil.
2. Qual a gravidade da doença?
É uma doença curável quando diagnosticada em fase inicial. Em fases mais avançadas, o tratamento deve ser multidisciplinar, com a coordenação de um oncologista clínico que orientará sobre a melhor estratégia de tratamento. Nos últimos anos, ocorreram avanços com o surgimento de novas drogas que agregaram significativo aumento de sobrevida para esses pacientes.
3. A partir de quando devem ser feitos os exames preventivos?
A partir de 50 anos, as pessoas têm mais chances de apresentar a doença, por isso devem se submeter anualmente ao exame de pesquisa de sangue oculto nas fezes para detecção precoce do câncer. Indivíduos com exame positivo devem realizar colonoscopia, exame que detecta lesões ao longo do intestino grosso.
Os pacientes de alto risco, aqueles portadores de doença inflamatória crônicas no intestino ou que tenham histórico familiar de câncer colo-retal, devem fazer o controle de forma particularizada.
4. O que pode ser feito para prevenir a doença?
É de fundamental importância identificarmos fatores de risco para um programa coerente de prevenção primária e diagnóstico precoce da doença. Sabe-se que o câncer colo-retal é causado pela associação de fatores genéticos e ambientais, como por exemplo, os hábitos alimentares e estilo de vida.
Fatores genéticos não podem ser modificados, porém atenção especial deve ser dada aos pacientes que apresentam maior risco de desenvolver a doença, como aqueles que apresentam histórico familiar de câncer colo-retal, doenças inflamatórias crônicas intestinais, como a doença de Crohn e retocolite ulcerativa.
5. E quanto aos fatores ambientais? Como interferem na doença?
Entre os fatores ambientais, ou seja, aqueles podemos modificar, há três condutas em que podemos adotar. A primeira é manter uma dieta rica em verduras, frutas, legumes e pobre em gordura e corantes.
Os corantes são fatores de risco porque liberam nitrosaminas, substâncias reconhecidamente cancerígenas, no intestino.
Deve se ter cuidado também com o consumo de carne vermelha. O alimento é importante na dieta por ser fonte de nutrientes fundamentais, mas deve ser consumido de forma moderada, e a carne gordurosa deve ser evitada. É imprescindível uma dieta equilibrada. Outro dado importante é que a ingestão excessiva e prolongada de bebidas alcoólicas deve ser evitada.
A segunda conduta é a prática de atividade física, que deve ser orientada para cada pessoa de forma particular, por um médico. Estudos clínicos demonstram redução da incidência de câncer colo-retal para as pessoas que praticam atividade física regular.
E, por fim, outro dos fatores modificáveis e que apresenta dados importantes na literatura é a manutenção de peso adequado. Pessoas que apresentam peso acima do recomendado apresentam maior risco de desenvolver câncer colo–retal.
Em suma, a para prevenir a doença é fundamental uma dieta rica em fibras, atividade física regular e manter-se com o peso ideal.
Fonte
Alexandre Chiari – Médico oncologista da Oncomed (Belo Horizonte).
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Hidratação nasal é fundamental para proteger vias respiratórias dos efeitos nocivos da poluição
Com o crescimento dos índices de poluição e a maior exposição ao ar condicionado, população precisa incorporar ao cotidiano o hábito da hidratação nasal, que é tão importante quanto o uso do filtro solar.
Novas tecnologias surgem dia após dia para garantir o desenvolvimento econômico aos países, mais comodidade e qualidade de vida aos seres humanos. Mas tanto progresso traz também contratempos. Hoje, a maioria dos habitantes do planeta convive com a poluição atmosférica gerada pelas indústrias, lixões e esgotos industriais e domésticos, bem como com grandes congestionamentos viários (em alguns casos aéreos) e mudanças bruscas no clima, entre outros transtornos cotidianos.
São comuns também as diversas horas de exposição aos sistemas de ar condicionado, em ambientes fechados com grande número de pessoas e, conseqüente, maior exposição a partículas poluentes, vírus e bactérias, seja nos escritórios, aviões ou automóveis – com o agravante de que nem sempre os aparelhos têm a devida manutenção dos filtros.
Uma das consequências mais conhecidas e graves de tanta modernidade é o aumento do número de doenças respiratórias e de internações hospitalares, assunto que é há anos objeto de estudo do Dr. Paulo Saldiva.
“Com o aumento do volume de circulação de automóveis e caminhões, por exemplo, os índices de poluição, que estavam estabilizados nos últimos cinco anos, voltaram a crescer gradativamente agora, assim como o tempo de exposição das pessoas aos efeitos nocivos dos poluentes presentes no ar”, reforça o especialista. Segundo ele, em grandes cidades como São Paulo, os habitantes despendiam por dia em média 1h45 no trânsito em 2008. No ano passado, esse tempo foi ampliado para 2h10. Durante este intervalo, as pessoas presas em seus veículos respiram praticamente todas as partículas liberadas pelos veículos ao seu redor.
O problema se agrava porque com a poluição, geralmente ocorre queda da umidade relativa do ar, que atualmente é de 6 a 18% menor nas grandes cidades no comparativo com as zonas rurais. “Esta situação exige ainda mais esforço das vias respiratórias superiores, responsáveis por filtrar o oxigênio que será levado até os pulmões”, enfatiza o Dr. Saldiva.
De acordo com Dra. Maura Neves, o uso constante dos sistemas de ar condicionado é outra questão a ser observada. “Os aparelhos, além de resfriarem o ambiente, retiram umidade do ar e nem sempre contam com a correta manutenção, juntando em seus filtros ácaros, bactérias, esporos, fungos, algas e outros poluentes, aos quais as pessoas ficam expostas diariamente.”
O nariz é a primeira linha de defesa do sistema respiratório contra a entrada dos agentes agressores, executando várias funções como umidificação, aquecimento, filtragem do ar inspirado e transporte mucociliar. Suas funções são afetadas por diversos fatores como poluição atmosférica, temperatura e umidade do ar, anatomia e volume da cavidade nasal, distribuição de fluxo sanguíneo, estresse emocional e tabagismo, que alteram a mucosa nasal, provocando ressecamento e, em alguns casos, congestão nasal.
Essa desidratação nasal resulta na redução da frequência do batimento ciliar (aquela fina camada de cílios microscópicos da parte interna do nariz) e compromete a filtragem das partículas poluidoras, que entram no organismo e podem causar infecções respiratórias, intensificar crises de asma e até mesmo provar lesões pulmonares.
“A questão é que, em geral, as pessoas não dão a devida importância à irritação nas narinas, a sensação de ressecamento da mucosa nasal ou a pequenos sangramentos do nariz, que podem ser resultado de horas de exposição à poluição. Mas é preciso dar atenção a estes sintomas e cuidar da hidratação nasal, que garante o funcionamento adequado das vias aéreas superiores e impede as partículas poluentes de prejudicarem o sistema respiratório como um todo”, reforça Dra. Maura, ao comparar a necessidade de manter a mucosa nasal hidratada aos cuidados que a população deve ter com a proteção solar.
Os benefícios da hidratação nasal
* Manter o funcionamento adequado do sistema de defesa das vias respiratórias;
* Prevenir a ocorrência de sangramento nasal;
* Resistência e conforto respiratório nasal mesmo em condições climáticas agressivas (poluição, baixa umidade, frio e ar-condicionado).
Fontes
* Maura Neves – Médica otorrinolaringologista do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP).
* Paulo Saldiva – Médico PhD do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental do Departamento de Patologia e professor de fisiopatologia pulmonar da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Sobre a Libbs
Presente no mercado de medicamentos éticos desde 1958, a empresa tem 1.356 funcionários e opera uma moderna fábrica e a unidade de química fina em Embu (SP). Distribuindo medicamentos em todo o País, é um dos poucos laboratórios farmacêuticos no Brasil que mantêm uma unidade industrial de química fina para produção de insumos para a indústria farmacêutica. Um dos maiores laboratórios farmacêuticos de capital nacional, a Libbs tem forte atuação também nas áreas cardiovascular, ginecológica, neuropsiquiátrica, gastroenterológica, respiratória, dermatológica e oncológica. Fabricante do Maxidrate, hidratação e conforto da mucosa nasal.
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Mais informações
Deborah Ferreira / Clezia Martins Gomes
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