<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <rss
version="2.0"
xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
><channel><title>Revista Vigor - Movimento e Saúde</title> <atom:link href="http://www.revistavigor.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.revistavigor.com.br</link> <description>Revista Vigor - Movimento e Saúde</description> <lastBuildDate>Thu, 02 Sep 2010 17:59:09 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Diagnóstico e tratamento das doenças urológicas</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/diagnostico-e-tratamento-das-doencas-urologicas/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/diagnostico-e-tratamento-das-doencas-urologicas/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:59:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8187</guid> <description><![CDATA[Tradicionalmente os homens são mais resistentes à procura espontânea por avaliação médica, principalmente quando o foco desta abordagem é a saúde urológica. A timidez em abordar certos assuntos, como a vida sexual, e o mito que envolve a masculinidade durante o exame prostático cria uma barreira e afasta o público masculino do consultório médico.
Estima-se que [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Tradicionalmente os homens são mais resistentes à procura espontânea por avaliação médica, principalmente quando o foco desta abordagem é a saúde urológica. A timidez em abordar certos assuntos, como a vida sexual, e o mito que envolve a masculinidade durante o exame prostático cria uma barreira e afasta o público masculino do consultório médico.</p><p>Estima-se que 40 a 50% dos homens após os 50 anos desenvolvam algum grau de disfunção erétil, que significa a incapacidade de ter ou manter uma ereção satisfatória. As causas podem ser de origem emocional, psicogênica ou orgânica, as quais abrangem alterações vasculares, neurológicas, hormonais, entre outras. Muitas vezes, apenas a história clínica já permite identificar o diagnóstico e a etiologia. Exames laboratoriais como glicemia de jejum, dosagem hormonal e perfil lipídico (triglicérides e colesterol) devem ser solicitados. O tratamento é escalonado e evolui desde o auxílio psicológico, prescrição de medicamentos até o tratamento cirúrgico.</p><p>Entre todas as patologias urológicas, o <strong>câncer de próstata</strong> é o que mais preocupa os homens, principalmente no que diz respeito à prevenção. “Atendemos pacientes de todas as idades com queixas de dificuldade urinária, distúrbios sexuais e de fertilidade, pedra nos rins, infecções urinárias, fimose, incontinência urinária, tumores, entre outras afecções do sistema gênito-urinário. Para homens acima dos 40 anos, realizamos avaliação prostática, visando a detecção precoce das doenças da próstata, explica o Dr. Antonio Corrêa Lopes Neto.<br
/>                                             </p><p>Diagnóstico e tratamento das  doenças urológicas</p><p>Com o envelhecimento, os níveis de testosterona (hormônio masculino) apresentam um declínio progressivo, o que caracteriza a <strong>DAEM (Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino)</strong>. Entre 40 e 50 anos de idade, 10% dos homens apresentam níveis de testosterona abaixo do normal, cifras que evoluem com o avançar da idade chegando a 20%, 30% e 50% dos indivíduos após os 60, 70 e 80 anos, respectivamente. Este quadro pode levar a diminuição da libido, disfunção erétil, sudorese intensa, diminuição de massa muscular, desânimo, entre outros. A simples dosagem hormonal e a reposição quando necessário podem resolver completamente esta questão.</p><p>A próstata é uma glândula responsável pela produção de líquido que faz parte do sêmen. Devido sua localização junto à saída da bexiga, patologias prostáticas podem interferir no padrão urinário dos homens. A partir dos 40 anos, ela começa a sofrer alterações estruturais e algumas doenças podem se desenvolver.</p><p>“É importante que tal comportamento se modifique, pois o avançar da idade é “fator de risco” para o surgimento de disfunção erétil, distúrbios hormonais e doenças da próstata. Felizmente, quando diagnosticadas precocemente, estas doenças podem ser resolvidas muitas vezes com tratamentos simples e levando a melhora substancial na qualidade de vida”, explica Dr. Corrêa.</p><p>Considerando que os últimos censos demonstraram maior longevidade da população brasileira, um maior contingente de homens apresentarão tais distúrbios em algum momento da vida. <strong>Como podem se apresentar de forma assintomática, a avaliação periódica é necessária, independente do indivíduo ter algum transtorno urinário.</strong></p><p>“A espera pelos sintomas pode diminuir a probabilidade de um diagnóstico precoce e uma terapia curativa. Para isso realiza-se a dosagem de Antígeno Prostático Específico (PSA) no sangue e o exame prostático, onde verificamos a consistência da glândula. Caso ela esteja fibroelástica (mais macia) está tudo bem. Porém, se estiver endurecida pode significar uma situação mais preocupante e outras providências devem ser tomadas”, finaliza o urologista.</p><p>Em relação ao <strong>aumento prostático</strong>, o tratamento varia entre observação, prescrição de medicamentos ou cirurgia. Existem indicações específicas para cada opção e no caso de câncer de próstata, o tipo de tratamento é definido de acordo com o estágio em que se encontra a doença, e incluem observação vigilante, radioterapia, cirurgia ou tratamento hormonal. Aproximadamente 90% dos casos em que a detecção é feita precocemente, o paciente pode ser curado.<br
/>                                                                    </p><p>Fonte</p><p>Antonio Corrêa Lopes Neto &#8211; Médico urologista, coordenador do Serviço de Urologia do HCor.<br
/>                                                                         </p><p>*****<br
/>                                                 </p><p>Mais informações</p><p>Target Consultoria em Comunicação Empresarial<br
/> Assessoria de Imprensa do HCor – Hospital do Coração<br
/> Rita Barão / Renata Silva / Thais Souzza<br
/> <a
href="mailto:rita@targetsp.com.br">rita@targetsp.com.br</a> / <a
href="mailto:renata@targetsp.com.br">renata@targetsp.com.br</a> / <a
href="mailto:thais@targetsp.com.br">thais@targetsp.com.br</a><br
/> Tel.: (11) 3063 0477</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/diagnostico-e-tratamento-das-doencas-urologicas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Aplicação indiscriminada da cintilografia</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/aplicacao-indiscriminada-da-cintilografia/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/aplicacao-indiscriminada-da-cintilografia/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:15:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Neoplasias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8183</guid> <description><![CDATA[No universo da oncologia a “cintilografia” ainda é um dos procedimentos mais utilizados para avaliações de suspeitas reais nos casos de metástase em geral, e principalmente “óssea”.
Lamentavelmente, esse procedimento de grande valia – quando usado adequadamente – vem sendo prescrito e utilizado de forma desnecessária e indiscriminada, como nos casos de cintilografia pulmonar, cerebral, esplênica [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>No universo da oncologia a “cintilografia” ainda é um dos procedimentos mais utilizados para avaliações de suspeitas reais nos casos de metástase em geral, e principalmente “óssea”.</p><p>Lamentavelmente, esse procedimento de grande valia – quando usado adequadamente – vem sendo prescrito e utilizado de forma desnecessária e indiscriminada, como nos casos de cintilografia pulmonar, cerebral, esplênica ou hepática.</p><p>Existem profissionais e clínicas no Rio de Janeiro – por exemplo – que solicitam tais exames a pacientes sem essa necessidade real e as operadoras de saúde que os autorizam, estão sendo fraudadas. Em ambos os casos não são avaliados os desgastes, consequências e danos acarretados a todos os envolvidos nesse processo.</p><p>Como paciente, procure sempre conversar com o seu médico e pesquisar muito a respeito dessa categoria de exame antes de expor-se ao mesmo. Não aceite realizá-lo para investigação oncológica ou onco-hematológica, exceto no caso de cintilografia óssea. Somente nesse quadro e com grande teor de “dor” envolvido, a cintilografia se faz necessária.</p><p>E saiba que, o médico especialista que realiza tal exame deve ser um especialista em “medicina nuclear”, normalmente indicado pelo seu médico de confiança.</p><p>A exceção do uso comumente aplicado de cintilografia, a de “miocárdio” em um paciente que tenha sofrido um “infarto agudo” se torna indicada, e a “ventriculografia radioisotópica” também, nos casos onde se faz prescrito um estudo mais aprofundado em pacientes com câncer, leucemia e linfomas em curso de quimioterapia.<br
/>                                 </p><p>Fonte</p><p>Ricardo Teixeira &#8211; Oncologista Clínico, diretor geral da rede de Clínicas Onco-Hemato, no Rio de Janeiro.</p><p>“Fellow” – Instituto Nacional de Oncologia &#8211; Madrid &#8211; Espanha<br
/> “Fellow” – MD Anderson Cancer Center &#8211; Houston &#8211; EUA<br
/>                                                                 </p><p>Rede de Clínicas-Oncohemato<br
/> Rua Siqueira Campos, 59/Grupo 603 – Copacabana<br
/> Tel.: 21 2255 5875, 2549 1399<br
/> <a
href="http://www.oncohemato.com.br">www.oncohemato.com.br</a><br
/>                      </p><p>*****<br
/>                                         </p><p>Duo Soluções<br
/> Roberta Barce<br
/> Comunicação/Assessoria de imprensa<br
/> 21 8260.9382<br
/> Rua Conde de Bonfim, 99<br
/> Tijuca &#8211; Rio de Janeiro<br
/> CEP 20520-050<br
/> 21 2568.1518<br
/> <a
href="http://www.grupoduo.com.br/">www.grupoduo.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/aplicacao-indiscriminada-da-cintilografia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Histórias de vida x Hemodiálise</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/historias-de-vida-x-hemodialise/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/historias-de-vida-x-hemodialise/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:55:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8179</guid> <description><![CDATA[“Histórias de vida x Hemodiálise” é uma resposta de saúde para uma doença que tem aumentado de forma incontrolável, a IRC – Insuficiência Renal Crônica.
                                                  
Alerta
Segundo Everaldo da Silva Roberto, alertar a população sobre a doença foi a motivação para a realização do livro. Há no interior desta obra, informações para profissionais e pacientes, numa linguagem [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>“<strong>Histórias de vida x Hemodiálise</strong>” é uma resposta de saúde para uma doença que tem aumentado de forma incontrolável, a IRC – Insuficiência Renal Crônica.<br
/>                                                   </p><p>Alerta</p><p>Segundo Everaldo da Silva Roberto, alertar a população sobre a doença foi a motivação para a realização do livro. Há no interior desta obra, informações para profissionais e pacientes, numa linguagem acessível a todos. Depoimentos reais de pacientes com a doença dialogam com o leitor.</p><p>Para Everaldo da Silva Roberto, a doença tem se difundido muito e a informação é insuficiente. Quanto ao seu tratamento, pela hemodiálise, ele afirma que “a maioria dos pacientes com Insuficiência Renal Crônica encara como doloroso, sofrido, angustiante, com limitações sociais, físicas, nutricionais, o que dificulta, muitas vezes, a interação entre pacientes, sociedade e família”.<br
/>                                                 </p><p>O que é a IRC?</p><p>Insuficiência Renal Crônica – IRC, ou Insuficiência Renal Terminal é a síndrome metabólica decorrente da perda progressiva, irreversível e geralmente lenta da função dos rins. <strong>Suas causas são: hereditária, a diabetes, a hipertensão (pressão alta), infecções urinárias repetidas, presença de cálculos ou cistos renais, glomerulonefrite</strong>. Seu tratamento, a hemodiálise, consiste num procedimento que filtra o sangue. Através da hemodiálise são retiradas do sangue substâncias que quando em excesso trazem prejuízos ao corpo, como a ureia, o potássio, o sódio e a água.<br
/>                            </p><p>O autor</p><p>Everaldo da Silva Roberto nasceu na Cidade do Gama – DF, no dia 15 de dezembro de 1972. É formado em enfermagem pela Faculdade LS e pós-graduado em Nefrologia pela Faculdade São Camilo (Brasília, Distrito Federal). Após congresso sobre insuficiência renal crônica, realizado em Manaus (MA) em julho de 2009, ele dá início ao seu primeiro livro, Vida x Hemodiálise, depois de averiguar que a maioria da população, e até profissionais de saúde, não teem conhecimento sobre a doença, tampouco a respeito de seu tratamento pela Hemodiálise.<br
/>                                   </p><p>A Editora</p><p>A Editora Independente é um selo independente criado em abril de 2009. Atua de forma segmentada, através da edição de livros literários e de publicações didáticas.</p><p>Visite o site da Editora Independente: <a
href="http://www.editoraindependente.com.br">http://www.editoraindependente.com.br</a><br
/>                                         </p><p>*****<br
/>                                                </p><p>Informações adicionais</p><p><a
href="http://www.vidaxhemodialise.net.br">www.vidaxhemodialise.net.br</a></p><p>Carla Leandro<br
/> Jornalista responsável<br
/> <a
href="http://www.editoraindependente.com/">www.editoraindependente.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/historias-de-vida-x-hemodialise/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Alimentação saudável para mulheres</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/alimentacao-saudavel-para-mulheres/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/alimentacao-saudavel-para-mulheres/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:37:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Nutrição]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8175</guid> <description><![CDATA[Não fumar, fazer exercícios físicos e ter uma alimentação equilibrada são os três primeiros passos para a longevidade e bem-estar da saúde das mulheres.
A busca pela qualidade de vida e a introdução de novos hábitos alimentares são fatos marcantes na sociedade contemporânea como um todo e, principalmente, entre as mulheres. Com toda a evolução do [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Não fumar, fazer exercícios físicos e ter uma alimentação equilibrada</strong> são os três primeiros passos para a longevidade e bem-estar da saúde das mulheres.</p><p>A busca pela qualidade de vida e a introdução de novos hábitos alimentares são fatos marcantes na sociedade contemporânea como um todo e, principalmente, entre as mulheres. Com toda a evolução do seu papel na sociedade, elas foram impulsionadas a mudar o estilo de vida e com isso comprometer o bem-estar e a longevidade. Por isso, em função de doenças que afetam mais as mulheres, os cuidados com a saúde e a alimentação devem seguir no caminho da prevenção de doenças cardiovasculares, câncer, artrite, artrose, osteoporose, TPM, acne, além da atenção às dificuldades de cada fase da mulher, como por exemplo, as deficiências da menopausa e as necessidades da gravidez.</p><p>Segundo o Dr. Daniel Magnoni, para uma alimentação equilibrada, alguns fatores devem ser considerados na hora da elaboração do cardápio: peso, altura, idade, atividade física e intelectual, fator estresse, hábitos alimentares e riscos nutricionais.</p><p>De acordo com a faixa etária mudam as necessidades de aumentar determinados nutrientes. As meninas no início do período menstrual possuem necessidades diferentes das mulheres executivas e muito diferentes daquelas de terceira idade. Na adolescência, por exemplo, quando 85% das jovens têm acne com situação acentuada no período menstrual, deve-se aumentar o consumo de frutas e vegetais ricos em vitamina A (mamão, cenoura, abóbora) e C (laranja, limão, acerola, abacaxi) bem como elevar o consumo de água e diminuir o consumo de gorduras e açúcares.</p><p>Há um número crescente de mulheres jovens que morrem vítimas de doenças cardiovasculares, sendo as principais causas o acidente vascular cerebral e o infarto do miocárdio.</p><p>O AVC lidera as estatísticas de causa de morte em mulheres entre 15 e 49 anos e em seguida, está o infarto. “Entre as jornadas de trabalho e afazeres domésticos, é importante que as mulheres organizem-se para cuidarem de si. <strong>A maioria não costuma fazer exames preventivos de problemas cardiovasculares e não conseguem parar de fumar, manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, controlar o colesterol entre outras atitudes importantes</strong>”, afirma Dr. Magnoni.</p><p>Além disso, o diabetes continua sendo um grande vilão para o coração feminino. A taxa de mortalidade de uma diabética que teve infarto é 20 vezes maior do que de uma mulher sem o problema.</p><p>Durante a fase adulta também é importante as mulheres cuidarem da saúde dos ossos, prevenindo a artrite, artrose e osteoporose. No Brasil, estima-se que cerca de 1,5 milhão de pessoas são atingidas pela artrite reumatóide &#8211; doença crônica que destrói as juntas do corpo -, podendo chegar até 5% em mulheres com mais de 55 anos. “A alimentação saudável e equilibrada é um dos fatores essenciais na prevenção desses tipos de doença. O azeite extra-virgem que contém antioxidantes, o leite e seus derivados, alimentos ricos em cálcio entre outros alimentos, além de caminhadas e controle do peso são algumas das tarefas necessárias para a prevenção”, conclui Dr. Magnoni.<br
/>                               </p><p>Fase da mulher / Orientações</p><p><strong>* Adolescência</strong> (acne, inchaço, anemia, formação dos ossos etc.)</p><p>Consumo de vitamina A (mamão, cenoura, abóbora) e C (laranja, limão, acerola, abacaxi), carnes, feijão, lentilha, cereais enriquecidos com ferro e alimentos cítricos. Evitar o consumo excessivo de sal, shoyo, caldo de carne ou frango industrializado, além dos alimentos processados. Consumir cálcio na forma de leite e derivados, associado ao consumo de vitamina D (leite, ovos, margarina e banhos de sol).<br
/>                                        </p><p><strong>* Mulher adulta</strong> (obstipação, TPM, prevenção da saúde dos ossos etc.)</p><p>Diminuir a ingestão de bebidas alcoólicas, café e sal. Consumir leite e seus derivados, praticar atividade física entre outros.<br
/>                                           </p><p><strong>* Mulher madura</strong> (menopausa, osteoporose, artrite, artrose, câncer etc)</p><p>Consumir alimentos enriquecidos com fibra, hortaliças, frutas e legumes, cálcio, praticar atividades físicas etc.</p><p><strong>* Idosa</strong></p><p>Consumir alimentos como vegetais verdes e amarelos (ricos em vitamina C que ajudam a reduzir os danos às células) e ervilha e feijão (ricos em zinco que melhora o funcionamento do sistema imunológico), evitar os alimentos ricos em gordura e açúcares.<br
/>                                               </p><p>Fonte</p><p>Daniel Magnoni &#8211; Médico cardiologista e nutrólogo do HCor &#8211; Hospital do Coração.<br
/>                          </p><p>*****<br
/>                                          </p><p>Mais informações</p><p>Rita Barão / Renata Silva/ Thais Souzza<br
/> Assessoria de Imprensa do HCor – Hospital do Coração<br
/> Target Consultoria em Comunicação Empresarial<br
/> <a
href="mailto:rita@targetsp.com.br">rita@targetsp.com.br</a> / <a
href="mailto:renata@targetsp.com.br">renata@targetsp.com.br</a> / <a
href="mailto:thais@targetsp.com.br">thais@targetsp.com.br</a><br
/> Tel.: (11) 3063 0477</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/alimentacao-saudavel-para-mulheres/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>HEPATITE C &#8211; Eu venci!</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/hepatite-c-eu-venci/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/hepatite-c-eu-venci/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:17:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Livros recomendados]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8171</guid> <description><![CDATA[
HEPATITE C &#8211; Eu venci!
 a alegria da cura
Natalia Mira de Assumpção Werutsky
Um facho de luz e de esperança para todos os portadores de Hepatite C.
Em 2006, Natalia publicou o livro Hepatite C – Minha História de Vida no qual declarava ser portadora de hepatite C e relatava experiências e ensinamentos sobre hábitos alimentares e de [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.revistavigor.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Hepatite-C.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-8170" title="Hepatite C" src="http://www.revistavigor.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Hepatite-C.jpg" alt="" width="179" height="234" /></a></p><p><strong>HEPATITE C &#8211; Eu venci!<br
/> </strong> a alegria da cura<br
/> Natalia Mira de Assumpção Werutsky</p><p>Um facho de luz e de esperança para todos os portadores de Hepatite C.</p><p>Em 2006, Natalia publicou o livro <em>Hepatite C – Minha História de Vida</em> no qual declarava ser portadora de hepatite C e relatava experiências e ensinamentos sobre hábitos alimentares e de vida que estavam ajudando-a a suportar e conviver com a doença.<br
/> O livro tornou-se referência para portadores e profissionais envolvidos com a Hepatite C.</p><p>Agora em 2010, após passar por 1 ano de difícil tratamento com Interferon Peguilado e Ribavirina ela conta em seu novo livro <strong>Hepatite C – Eu Venci!</strong>  como conviveu e suportou os efeitos colaterais produzidos pelos  medicamentos, até os resultados de “ não detectável” obtidos em todos os exames que tem feito desde a 4ª semana de tratamento.  Natalia inclui um Diário pessoal narrando suas experiências e reações aos efeitos colaterais, seu comportamento emocional e espiritual importantes para manter-se equilibrada e confiante na cura.</p><p>O texto é rico em informações úteis nutricionais e saúde para ajudar a suportar os períodos pré, durante e pós-tratamento. Inclui depoimentos importantes do médico e da psicóloga que acompanharam o tratamento e que proporcionam uma visão psicológica e médica de todo o processo até a alegria da cura. Inclui também depoimentos de familiares e amigos que mostram a importância do envolvimento de todos.</p><p>O livro tem como objetivo levar informação consistente e de qualidade aos portadores de HCV, seus familiares e profissionais da saúde para que estes possam usar este conhecimento como mais um suporte para enfrentar a Hepatite C com a atenção e os cuidados que merece.<br
/>                                                  </p><p>Sobre a autora</p><p>Natalia Mira de Assumpção Werutsky &#8211; Graduada em Administração pela  fundação Armando Alvares Penteado – FAAP, em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo, e atualmente cursa pós-graduação em Nutrição Clínica Funcional. Em Dezembro de 2009 recebeu o certificado de Chef em Gastronomia pelo Natural Gourmet Institute for Health &amp; Culinary Arts of New York, com especialização em alimentação natural e vegetariana. Autora do livro Hepatite C – Minha História de Vida, e do capítulo 18 “Avaliações e Recomendações Nutricionais Específicas para Gestantes e Puérperas Gemelares” do livro Tratado de Alimentação e, Nutrição &amp; Dietoterapia” da Editora Rocca. Como nutricionista dá atendimento clínico, faz palestars, dá treinamentos e consultoria nutricional, alem de realizar eventos gastronômicos e cursos de culinária. Trabalha ainda como Chef em um restaurante vegetariano.</p><p>Para contatá-la utilizem o email <a
href="mailto:atendimento@natalianutri.com">atendimento@natalianutri.com</a> e visitem seu site <a
href="http://www.natalianutri.com">www.natalianutri.com</a>.<br
/>                                                    </p><p> <strong>Hepatite C – Eu Venci!</strong> </p><p>256 Páginas<br
/> Formato: 16&#215;23<br
/> Preço: R$49,00</p><p>ISBN: 978857680090-3<br
/> EAN: 978857680090-3<br
/>                                                                   </p><p>*****<br
/>                  <br
/> M. Books do Brasil Editora LTDA<br
/> Contato: Patrícia Rosa Tel 11 3645-0415<br
/> E-mail <a
href="mailto:divulgacao@mbooks.com.br">divulgacao@mbooks.com.br</a><br
/> Visite nosso site: <a
href="http://www.mbooks.com.br">www.mbooks.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/hepatite-c-eu-venci/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Combate ao câncer de mama</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/combate-ao-cancer-de-mama/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/combate-ao-cancer-de-mama/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:04:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Neoplasias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8165</guid> <description><![CDATA[Você sabia que o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente em mulheres de todo o mundo? Ele representa aproximadamente 22% dos casos novos registrados a cada ano e, segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), em 2010, estão previstos mais de 49 mil casos da doença no Brasil. Além disso, esse [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente em mulheres de todo o mundo? Ele representa aproximadamente 22% dos casos novos registrados a cada ano e, segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), em 2010, estão previstos mais de 49 mil casos da doença no Brasil. Além disso, esse tipo de câncer é o que mais mata mulheres no país. A taxa de mortalidade em 2007, que é o último registro do INCA, foi de 11,1 óbitos por 100 mil mulheres, o que corresponde a 11.060 óbitos devido ao câncer de mama.</p><p><strong>Entre os principais fatores de risco para esse tipo de câncer está a hereditariedade: mulheres com histórico da doença na família têm mais chance de desenvolver câncer de mama antes dos 50 anos. Primeira menstruação precoce, menopausa tardia (após os 50 anos), primeira gravidez após os 30 anos, não ter tido filhos, ingestão de álcool, mesmo em quantidades pequenas, e exposição a radiações ionizantes em idade inferior aos 35, também constituem fatores de risco para a doença.</strong></p><p>Todas as mulheres a partir dos 40 anos devem procurar, anualmente, um profissional para realizar o exame clínico das mamas. O auto-exame realizado pela própria mulher também é importante, porém, isolado, não é eficiente para uma detecção precoce do tumor e não substitui o exame feito por um profissional.</p><p>Mulheres entre 50 e 69 anos devem fazer uma mamografia em um intervalo máximo de dois anos. <strong>Manter uma alimentação uma saudável, não fumar, praticar exercícios, amamentar, controlar o peso corporal e não ingerir bebidas alcoólicas também podem prevenir o câncer</strong>. O INCA recomenda que toda mulher que for se submeter à reposição hormonal procure um médico para conversar sobre os riscos dessa prática.<br
/>                                </p><p>Fonte</p><p>Oncomed &#8211; Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas</p><p>Funcionamento: segunda à sexta-feira, de 8h às 20h<br
/> Telefone: 31 3299 1300<br
/> Rua Bernardo Guimarães, 3106 – Barro Preto<br
/> Belo Horizonte &#8211; MG<br
/>                                         </p><p>*****<br
/>                                              </p><p>Juliana Morato<br
/> Link Comunicação Empresarial<br
/> Assessora de Comunicação<br
/> <a
href="mailto:juliana.morato@linkcomunicacao.com.br">juliana.morato@linkcomunicacao.com.br</a><br
/> (31) 2126-8072 / (31) 9815-5467</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/combate-ao-cancer-de-mama/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Gravidez altera visão</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/gravidez-altera-visao/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/gravidez-altera-visao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:58:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8160</guid> <description><![CDATA[As alterações mais comuns são a síndrome do olho seco e mudança na refração. Hipertensão e diabetes gestacional favorecem alterações na retina e glaucoma neovascular.
Durante a gravidez as alterações hormonais influem na saúde ocular, aumentando o risco de surgir graves doenças nos olhos. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, a maioria das gestantes [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>As alterações mais comuns são a síndrome do olho seco e mudança na refração. Hipertensão e diabetes gestacional favorecem alterações na retina e glaucoma neovascular.</p><p><strong>Durante a gravidez as alterações hormonais influem na saúde ocular, aumentando o risco de surgir graves doenças nos olhos</strong>. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, a maioria das gestantes apresenta a <strong>síndrome do olho seco</strong>, uma alteração na quantidade ou qualidade da produção lacrimal que está relacionada ao aumento da produção de estrogênio.</p><p>O médico afirma que os sintomas são: ardência, coceira, queimação, olhos vermelhos e irritados, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo, sensibilidade à luz, desconforto após ver televisão, ler ou trabalhar ao computador. O tratamento é simples. Por ser um problema temporário é feito com lágrima artificial (colírio), que é uma medicação inócua sem efeitos adversos sobre o feto.  Em muitos casos, basta estimular a produção lacrimal por meio de uma dieta com pouco carboidrato, gordura e carne bovina, porém rica em vitaminas A e E (presentes em alimentos como as frutas, verduras e legumes), além da suplementação com Ômega 3, presente nas sementes de linhaça, nozes e algumas verduras.</p><p>A maior retenção de líquido durante a gestação também provoca <strong>alterações na superfície da córnea</strong> que induzem a mudanças no grau dos óculos ou lentes de contato. Esta alteração na refração geralmente desaparece após o parto e por isso não é indicada a troca de lentes oftálmicas durante a gravidez. O ideal, observa, é fazer um exame de vista depois do nascimento do bebê para checar se houve alteração refracional permanente.<br
/>                                                          </p><p>Hipertensão é maior entre mulheres e predispõe à pré-eclâmpsia</p><p>No Brasil, a prevalência da hipertensão arterial, acima de 12 por 8, na população com mais de 40 anos, é de 35% segundo o Ministério da Saúde. A SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão) calcula que mais da metade dos hipertensos nem desconfia ter a doença e dados do DATASUS apontam que 66% dos doentes no País são mulheres. </p><p>Como se não bastasse é cada vez mais frequente a mulher brasileira engravidar em idade avançada e a estimativa é de que 14% destas gestantes desenvolvem hipertensão gestacional. A doença é um fator de risco para o desenvolvimento da pré-eclâmpsia que ocorre depois da 20ª semana de gravidez. Ocorre quando a mulher também elimina proteína pela urina e tem inchaço generalizado. A doença pode afetar até mulheres bastante saudáveis,  mas é mais comum na gravidez tardia, em gestantes muito jovens e em fumantes porque o cigarro compromete a circulação.  Além de ser a maior causa de morte na gestação, a <strong>pré-eclâmpsia dificulta o fluxo sanguíneo no globo ocular e facilita a evolução de doenças na retina</strong> que podem cegar.</p><p>Mesmo entre mulheres que não desenvolvem pré-eclâmpsia a hipertensão gestacional ou pré-existente pode provocar alterações na retina. A boa notícia é que a dopplerfluxometria, exame que verifica o fluxo sanguíneo do globo ocular permite prevenir a evolução da pré-eclâmpsia e de alterações oculares decorrentes da má circulação antes da visão ser gravemente afetada. Por isso, a recomendação médica e fazer acompanhamento oftalmológico no pré-natal, especialmente quando a gestante apresenta inchaço, dor de cabeça, mal-estar generalizado e medidas de pressão arterial acima de 12 por 8.<br
/>                                                 </p><p>Diabetes gestacional aumenta riscos para a visão</p><p>Durante a gravidez, o aumento da produção do HLP (Hormônio Lactogênio Placentário) inibe a produção de insulina pelo pâncreas o que pode aumentar o nível de glicose no sangue. No Brasil predispõe 7% das gestantes ao desenvolvimento do diabetes gestacional que em muitos casos vem acompanhado pelo aumento da pressão arterial.</p><p>Dr. Queiroz Neto destaca que <strong>o aumento da glicose no sangue e a hipertensão arterial podem causar sérias complicações oculares</strong>.</p><p>As principais são:</p><p>* <strong>Retinopatia diabética</strong> que se caracteriza pelo crescimento de neovasos na retina que comprometem a saúde da membrana, com alto risco de cegueira;</p><p>* <strong>Hemorragia vítrea</strong> quando os neovasos comprometem o vítreo, substância transparente e gelatinosa que preenche o globo ocular, provocando a obstrução súbita da visão;</p><p>* <strong>Descolamento da retina</strong> causada pela tração do humor vítreo que separa as camadas da retina levando à visão de flashes de luz e manchas escuras. O tratamento cirúrgico deve ser imediato para evitar a perda da visão;</p><p>* <strong>Glaucoma neovascular</strong> decorrente da formação de neovasos na íris que pode aumenta a pressão intra-ocular e resultar na perda da visão.</p><p>O médico lembra que o diabetes gestacional geralmente surge a partir da 24ª semana de gravidez e regride após o nascimento do bebê. Entretanto, a partir da 12ª semana de gestação, mulheres que fazem parte dos grupos de risco devem fazer exame de tolerância à glicose para evitar doenças oculares e complicações gestacionais.</p><p>Devem estar alertas mulheres que apresentam:</p><p>* Hipertensão arterial<br
/> * Sobrepeso e gordura abdominal<br
/> * Histórico familiar ou pessoal de diabetes<br
/> * Crescimento excessivo ou lento desenvolvimento do feto<br
/> * Grande ganho de peso na gravidez<br
/> * Idade superior a 25 anos<br
/> * Baixa estatura</p><p>A principal recomendação do médico para controlar o desenvolvimento da doença é fazer uma dieta rica em proteínas, com pouco açúcar e carboidratos.<br
/>                                      </p><p>Fonte</p><p>Leôncio Queiroz Neto &#8211; Médico oftalmologista do Instituto Penido Burnier.<br
/>                                                    </p><p>*****<br
/>                                                        </p><p>Informações</p><p>Eutrópia Turazzi – LDC Comunicação<br
/> <a
href="mailto:eutropia@uol.com.br">eutropia@uol.com.br</a><br
/> F: (19) 3272-8784<br
/> Celular: (19) 9172-4437</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/gravidez-altera-visao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A anestesia para o parto</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/a-anestesia-para-o-parto/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/a-anestesia-para-o-parto/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:06:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8157</guid> <description><![CDATA[Médico e paciente devem discutir juntos os diversos tipos e indicações de analgesia.
Desde a confirmação da gravidez, diversas são as dúvidas das futuras mamães, especialmente as de primeira viagem. Algumas delas, no entanto, podem ser facilmente resolvidas com uma boa conversa com um especialista. É o caso da anestesia para o parto. Várias são as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Médico e paciente devem discutir juntos os diversos tipos e indicações de analgesia.</p><p>Desde a confirmação da gravidez, diversas são as dúvidas das futuras mamães, especialmente as de primeira viagem. Algumas delas, no entanto, podem ser facilmente resolvidas com uma boa conversa com um especialista. É o caso da anestesia para o parto. Várias são as técnicas e indicações, e ninguém melhor do que o médico anestesiologista para explicar às gestantes como funciona todo o processo de analgesia, e quais as indicações para cada caso.</p><p><strong>As anestesia regionais, entre as quais se destacam os bloqueios neuroaxiais (peridural, raquianestesia e combinada raqui-peridural) são as mais utilizadas</strong>, explica o dr. Carlos Othon Bastos. Aplicadas adequadamente, são capazes de abolir completamente a dor de qualquer fase evolutiva do trabalho de parto, inclusive no parto normal.</p><p>“O parto normal, com a utilização de técnicas adequadas de analgesia espinhal, apresenta inúmeras vantagens para o binômio materno-fetal”, afirma dr. Carlos.</p><p>Além disso, explica ele, a anestesia diminui a sobrecarga cardiorrespiratória materna, que pode se tornar bastante intensa na progressão do trabalho de parto.</p><p>“Ao aplicar a anestesia, reduzimos a liberação de catecolaminas e outros hormônios e substâncias ligadas ao estresse e à dor, o que repercute de forma positiva sobre o concepto contribuindo para a manutenção de adequado fluxo sanguíneo útero-placentário”.<br
/>                                </p><p>Os avanços da anestesia</p><p>Um recente marco na anestesiologia foram os diversos estudos favoráveis e consequente proliferação do uso de opioides espinhais na década de 90, permitindo a redução significativa da concentração e da dose de anestésicos.</p><p>“Estes fármacos possibilitam a abolição da dor, porém mantêm o tônus motor e o equilíbrio necessários para um bom andamento do parto”, explica o anestesiologista.<br
/>                                      </p><p>Mitos e verdades</p><p>Um equívoco bastante comum é achar que a anestesia pode prejudicar a dilatação do colo do útero durante o trabalho de parto.</p><p>“Se realizada de forma adequada, com fármacos em quantidades e concentrações ideais, a anestesia regional interfere de forma mínima e, às vezes, até mesmo benéfica na evolução da dilatação do colo uterino. Assim, causamos diminuição insignificante da força motora, mantendo a capacidade da parturiente de atuar de forma ativa para o nascimento do concepto através dos esforços expulsivos”, pondera dr. Carlos.<br
/>                                                   </p><p>Prevenção de riscos<br
/>  <br
/> Apesar dos benefícios da peridural, há algumas contra-indicações. Mulheres que apresentem distúrbios adquiridos ou congênitos de coagulação, ou portadoras de algumas cardiopatias e doenças neurológicas, não devem se submeter a esse procedimento anestésico. Nestes casos, é necessário disponibilizar métodos alternativos de analgesia, como técnicas sistêmicas, para que não se privem do alívio da dor.</p><p>Complicações ocasionadas pela anestesia, embora raras, podem acontecer. Por isso, a anestesia deve ser realizada por médico anestesiologista, que é o profissional adequadamente treinado para o procedimento. Além disso, ter os equipamentos necessários para a analgesia e monitoramento da parturiente e do feto é imprescindível para identificar e tratar precocemente eventual intercorrência.<br
/>                                                </p><p>Fonte</p><p>Carlos Othon Bastos &#8211; Médico anestesiologista, membro da Comissão Científica da Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo (SAESP) e ex-presidente do Comitê de Anestesia em Obstetrícia da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA).<br
/>                               </p><p>*****<br
/>                                   </p><p>Acontece Comunicação e Notícias<br
/> Karina Paletta ou Monica Kulcsar<br
/> (11) 3873.6083 / 3871.2331<br
/> <a
href="mailto:acontececom4@uol.com.br">acontececom4@uol.com.br</a><br
/> <a
href="http://www.acontecenoticias.com.br/">www.acontecenoticias.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/a-anestesia-para-o-parto/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Câncer colo-retal &#8211; tire todas as suas dúvidas</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/cancer-colo-retal-tire-todas-as-suas-duvidas/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/cancer-colo-retal-tire-todas-as-suas-duvidas/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:56:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Neoplasias]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8154</guid> <description><![CDATA[Conheça os fatores que interferem no surgimento do câncer colo-retal e o que pode ser feito para preveni-lo.
                                                         
1. O que é o câncer colo-retal?
O câncer colo-retal consiste no crescimento desorganizado de células da mucosa do intestino grosso e do reto. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2009, surgiram 30 mil [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Conheça os fatores que interferem no surgimento do câncer colo-retal e o que pode ser feito para preveni-lo.<br
/>                                                          </p><p>1<strong>. O que é o câncer colo-retal?</strong></p><p>O câncer colo-retal consiste no crescimento desorganizado de células da mucosa do intestino grosso e do reto. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2009, surgiram 30 mil novos casos da doença no Brasil.<br
/>                                                    </p><p>2<strong>. Qual a gravidade da doença?</strong></p><p>É uma doença curável quando diagnosticada em fase inicial. Em fases mais avançadas, o tratamento deve ser multidisciplinar, com a coordenação de um oncologista clínico que orientará sobre a melhor estratégia de tratamento. Nos últimos anos, ocorreram avanços com o surgimento de novas drogas que agregaram significativo aumento de sobrevida para esses pacientes.<br
/>                                 </p><p><strong>3. A partir de quando devem ser feitos os exames preventivos?</strong></p><p>A partir de 50 anos, as pessoas têm mais chances de apresentar a doença, por isso devem se submeter anualmente ao exame de pesquisa de sangue oculto nas fezes para detecção precoce do câncer. Indivíduos com exame positivo devem realizar colonoscopia, exame que detecta lesões ao longo do intestino grosso.</p><p>Os pacientes de alto risco, aqueles portadores de doença inflamatória crônicas no intestino ou que tenham histórico familiar de câncer colo-retal, devem fazer o controle de forma particularizada.<br
/>                                                    </p><p><strong>4. O que pode ser feito para prevenir a doença?</strong></p><p>É de fundamental importância identificarmos fatores de risco para um programa coerente de prevenção primária e diagnóstico precoce da doença. Sabe-se que o câncer colo-retal é causado pela associação de fatores genéticos e ambientais, como por exemplo, os hábitos alimentares e estilo de vida.</p><p>Fatores genéticos não podem ser modificados, porém atenção especial deve ser dada aos pacientes que apresentam maior risco de desenvolver a doença, como aqueles que apresentam histórico familiar de câncer colo-retal, doenças inflamatórias crônicas intestinais, como a doença de Crohn e retocolite ulcerativa.<br
/>                                                      </p><p><strong>5. E quanto aos fatores ambientais? Como interferem na doença?</strong></p><p>Entre os fatores ambientais, ou seja, aqueles podemos modificar, há três condutas em que podemos adotar. A primeira é <strong>manter uma dieta rica em verduras, frutas, legumes e pobre em gordura e corantes.</strong></p><p>Os corantes são fatores de risco porque liberam nitrosaminas, substâncias reconhecidamente cancerígenas, no intestino.</p><p>Deve se ter cuidado também com o consumo de carne vermelha. O alimento é importante na dieta por ser fonte de nutrientes fundamentais, mas deve ser consumido de forma moderada, e a carne gordurosa deve ser evitada. É imprescindível uma dieta equilibrada. Outro dado importante é que a ingestão excessiva e prolongada de bebidas alcoólicas deve ser evitada.</p><p>A segunda conduta é a <strong>prática de atividade física</strong>, que deve ser orientada para cada pessoa de forma particular, por um médico. Estudos clínicos demonstram redução da incidência de câncer colo-retal para as pessoas que praticam atividade física regular.</p><p>E, por fim, outro dos fatores modificáveis e que apresenta dados importantes na literatura é a <strong>manutenção de peso adequado</strong>. Pessoas que apresentam peso acima do recomendado apresentam maior risco de desenvolver câncer colo–retal.</p><p><strong>Em suma, a para prevenir a doença é fundamental uma dieta rica em fibras, atividade física regular e manter-se com o peso ideal.<br
/> </strong>                                                        </p><p>Fonte</p><p>Alexandre Chiari &#8211; Médico oncologista da Oncomed (Belo Horizonte).<br
/>                                   </p><p> <br
/> Oncomed &#8211; Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas<br
/> Funcionamento: segunda à sexta-feira, de 8h às 20h<br
/> Telefone: 31 3299 1300<br
/> Rua Bernardo Guimarães, 3106 – Barro Preto<br
/> Belo Horizonte &#8211; MG<br
/>                                       </p><p>*****<br
/>                                        </p><p>Juliana Morato<br
/> Link Comunicação Empresarial<br
/> Assessora de Comunicação<br
/> <a
href="mailto:juliana.morato@linkcomunicacao.com.br">juliana.morato@linkcomunicacao.com.br</a><br
/> (31) 2126-8072 / (31) 9815-5467</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/cancer-colo-retal-tire-todas-as-suas-duvidas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Hidratação nasal é fundamental para proteger vias respiratórias dos efeitos nocivos da poluição</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/hidratacao-nasal-e-fundamental-para-proteger-vias-respiratorias-dos-efeitos-nocivos-da-poluicao-2/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/hidratacao-nasal-e-fundamental-para-proteger-vias-respiratorias-dos-efeitos-nocivos-da-poluicao-2/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:37:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8151</guid> <description><![CDATA[Com o crescimento dos índices de poluição e a maior exposição ao ar condicionado, população precisa incorporar ao cotidiano o hábito da hidratação nasal, que é tão importante quanto o uso do filtro solar.
Novas tecnologias surgem dia após dia para garantir o desenvolvimento econômico aos países, mais comodidade e qualidade de vida aos seres humanos. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescimento dos índices de poluição e a maior exposição ao ar condicionado, população precisa incorporar ao cotidiano o hábito da hidratação nasal, que é tão importante quanto o uso do filtro solar.</p><p>Novas tecnologias surgem dia após dia para garantir o desenvolvimento econômico aos países, mais comodidade e qualidade de vida aos seres humanos. Mas tanto progresso traz também contratempos. Hoje, a maioria dos habitantes do planeta convive com a poluição atmosférica gerada pelas indústrias, lixões e esgotos industriais e domésticos, bem como com grandes congestionamentos viários (em alguns casos aéreos) e mudanças bruscas no clima, entre outros transtornos cotidianos.</p><p>São comuns também as diversas horas de exposição aos sistemas de ar condicionado, em ambientes fechados com grande número de pessoas e, conseqüente, maior exposição a partículas poluentes, vírus e bactérias, seja nos escritórios, aviões ou automóveis – com o agravante de que nem sempre os aparelhos têm a devida manutenção dos filtros.</p><p>Uma das consequências mais conhecidas e graves de tanta modernidade é o aumento do número de doenças respiratórias e de internações hospitalares, assunto que é há anos objeto de estudo do Dr. Paulo Saldiva.</p><p>“Com o aumento do volume de circulação de automóveis e caminhões, por exemplo, os índices de poluição, que estavam estabilizados nos últimos cinco anos, voltaram a crescer gradativamente agora, assim como o tempo de exposição das pessoas aos efeitos nocivos dos poluentes presentes no ar”, reforça o especialista.  Segundo ele, em grandes cidades como São Paulo, os habitantes despendiam por dia em média 1h45 no trânsito em 2008. No ano passado, esse tempo foi ampliado para 2h10. Durante este intervalo, as pessoas presas em seus veículos respiram praticamente todas as partículas liberadas pelos veículos ao seu redor.</p><p>O problema se agrava porque com a poluição, geralmente ocorre queda da umidade relativa do ar, que atualmente é de 6 a 18% menor nas grandes cidades no comparativo com as zonas rurais. “Esta situação exige ainda mais esforço das vias respiratórias superiores, responsáveis por filtrar o oxigênio que será levado até os pulmões”, enfatiza o Dr. Saldiva.</p><p>De acordo com Dra. Maura Neves, o uso constante dos sistemas de ar condicionado é outra questão a ser observada. “Os aparelhos, além de resfriarem o ambiente, retiram umidade do ar e nem sempre contam com a correta manutenção, juntando em seus filtros ácaros, bactérias, esporos, fungos, algas e outros poluentes, aos quais as pessoas ficam expostas diariamente.&#8221;</p><p>O nariz é a primeira linha de defesa do sistema respiratório contra a entrada dos agentes agressores, executando várias funções como umidificação, aquecimento, filtragem do ar inspirado e transporte mucociliar. Suas funções são afetadas por diversos fatores como poluição atmosférica, temperatura e umidade do ar, anatomia e volume da cavidade nasal, distribuição de fluxo sanguíneo, estresse emocional e tabagismo, que alteram a mucosa nasal, provocando ressecamento e, em alguns casos, congestão nasal.</p><p>Essa desidratação nasal resulta na redução da frequência do batimento  ciliar (aquela fina camada de cílios microscópicos da parte interna do nariz) e compromete a filtragem das partículas poluidoras, que entram no organismo e podem causar infecções respiratórias, intensificar crises de asma e até mesmo provar lesões pulmonares.</p><p>“A questão é que, em geral, as pessoas não dão a devida importância à irritação nas narinas, a sensação de ressecamento da mucosa nasal ou a pequenos sangramentos do nariz, que podem ser resultado de horas de exposição à poluição. Mas é preciso dar atenção a estes sintomas e cuidar da hidratação nasal, que garante o funcionamento adequado das vias aéreas superiores e impede as partículas poluentes de prejudicarem o sistema respiratório como um todo”, reforça Dra. Maura, ao comparar a necessidade de manter a mucosa nasal hidratada aos cuidados que a população deve ter com a proteção solar.<br
/>                                  </p><p>Os benefícios da hidratação nasal</p><p>* Manter o funcionamento adequado do sistema de defesa das vias respiratórias;<br
/> * Prevenir a ocorrência de sangramento nasal;<br
/> * Resistência e conforto respiratório nasal mesmo em condições climáticas agressivas (poluição, baixa umidade, frio e ar-condicionado).<br
/>                                                   </p><p>Fontes</p><p>* Maura Neves &#8211; Médica otorrinolaringologista do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP).</p><p>* Paulo Saldiva &#8211; Médico PhD do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental do Departamento de Patologia e professor de fisiopatologia pulmonar da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).<br
/>                                         <br
/>  <br
/>  <br
/> Sobre a Libbs</p><p>Presente no mercado de medicamentos éticos desde 1958, a empresa tem 1.356 funcionários e opera uma moderna fábrica e a unidade de química fina em Embu (SP). Distribuindo medicamentos em todo o País, é um dos poucos laboratórios farmacêuticos no Brasil que mantêm uma unidade industrial de química fina para produção de insumos para a indústria farmacêutica. Um dos maiores laboratórios farmacêuticos de capital nacional, a Libbs tem forte atuação também nas áreas cardiovascular, ginecológica, neuropsiquiátrica, gastroenterológica, respiratória, dermatológica e oncológica. Fabricante do Maxidrate, hidratação e conforto da mucosa nasal.<br
/>                              </p><p>*****<br
/>                                                  </p><p>Mais informações</p><p>Deborah Ferreira / Clezia Martins Gomes<br
/> Lide Soluções Integradas em Comunicação<br
/> Fone/fax: (11) 6011-1604 / 1608<br
/> e-mail: <a
href="mailto:dferreira03@lide.com.br">dferreira03@lide.com.br</a> / <a
href="mailto:clezia03@lide.com.br">clezia03@lide.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/hidratacao-nasal-e-fundamental-para-proteger-vias-respiratorias-dos-efeitos-nocivos-da-poluicao-2/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Minified using disk
Page Caching using disk (enhanced) (user agent is rejected)

Served from: www.revistavigor.com.br @ 2010-09-03 14:05:16 -->