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><channel><title>Revista Vigor - Movimento e Saúde &#187; Saúde</title> <atom:link href="http://www.revistavigor.com.br/categoria/saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.revistavigor.com.br</link> <description>Revista Vigor - Movimento e Saúde</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Sep 2010 17:39:30 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Como se defender das doenças respiratórias que aparecem no inverno</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/como-se-defender-das-doencas-respiratorias-que-aparecem-no-inverno/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/como-se-defender-das-doencas-respiratorias-que-aparecem-no-inverno/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Sep 2010 17:05:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8279</guid> <description><![CDATA[Atitudes simples como manter os ambientes ventilados, beber bastante líquido e controlar a umidade relativa do ar auxiliam na luta contra as doenças respiratórias que se propagam com o frio e tempo seco.
Todos os anos, com a chegada do outono e do inverno, muitas pessoas sofrem com as oscilações climáticas, tempo seco e baixa umidade [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Atitudes simples como <strong>manter os ambientes ventilados, beber bastante líquido e controlar a umidade relativa do ar</strong> auxiliam na luta contra as doenças respiratórias que se propagam com o frio e tempo seco.</p><p>Todos os anos, com a chegada do outono e do inverno, muitas pessoas sofrem com as oscilações climáticas, tempo seco e baixa umidade relativa do ar. <strong>O ar torna-se mais frio e seco, o que aumenta a concentração de poluentes na atmosfera. Com isso há uma redução dos mecanismos de defesa dos pulmões propiciando piora aguda de doenças crônicas.</strong></p><p>Essas alterações climáticas propiciam diversas doenças respiratórias como gripes, crises de asma, de bronquite, sinusites, pneumonias, entre outras, que afeta grande parte da população, principalmente as crianças e os idosos. Os problemas respiratórios possuem sintomas variados – que são semelhantes em alguns casos -, por isso o auxílio médico é necessário para identificar, prevenir e tratar as doenças respiratórias.</p><p>Com a série de medicamentos disponíveis no mercado para o tratamento de doenças respiratórias e o fácil acesso da população à esses produtos, muitas pessoas acabam se automedicando sem saber ao certo o seu tipo de problema. Esse comportamento inibe o aparecimento dos sintomas reais da doença, retardando o diagnóstico, o que prejudica o seu tratamento, além de causar sérios riscos à saúde.</p><p>De acordo com o pneumologista Carlos Carvalho, o nosso organismo reage de acordo com a temperatura e com o clima. “A temperatura do nosso corpo internamente é de 37 graus. Em dias muito frios ocorre a vasoconstrição para mantermos o nosso corpo aquecido. Já, com a respiração, existe uma grande perda de água e calor. Quando as vias respiratórias são atingidas por um ar mais seco e frio há uma piora do sistema respiratório, que reduz a produção de muco eliminado pelas glândulas das vias aéreas, na qual existem enzimas e anticorpos protetores. Com o frio, o transporte do muco das vias aéreas inferiores para as superiores fica comprometido e faz com que as doenças respiratórias se proliferem com maior facilidade.&#8221;</p><p>Para se manter protegido de vírus e bactérias que afetam a respiração, atitudes simples podem evitar a proliferação dessas doenças como <strong>manter os ambientes arejados, beber bastante líquido e controlar a umidade relativa do ar acima de 60%</strong>, são algumas das ações que podem fazer a diferença.</p><p>Além de receitas caseiras existem no mercado atualmente algumas vacinas para a prevenção de infecções respiratórias como é o caso da gripe, vírus influenza, do pneumococo, entre outras. Elas são encontradas em clínicas especializadas, porém devem ser indicadas por um médico.</p><p>“No inverno, o HCor, assim como os hospitais e clínicas de nossa cidade, registra um aumento de 30 a 40% no atendimento a pacientes com doenças respiratórias. As crianças e os idosos são os que mais procuram um especialista”, explica Dr. Carvalho.<br
/>                                                              </p><p>Dicas úteis para fugir das doenças respiratórias nesse inverno</p><p>* Mantenha o organismo hidratado, mas sem exagero;<br
/> * Evite fumar ou se expor a ambientes com muita poeira ou fumaça;<br
/> * Mantenha o ambiente arejado. As bactérias ficam concentradas em ambientes fechados, por isso é importante evitar esses locais fechados;<br
/> * Evite o contato com pessoas gripadas ou com resfriados, pois essas doenças são adquiridas pelo ar;<br
/> * Mantenha a respiração sempre pelo nariz e não pela boca, pois as narinas têm a função de filtrar o ar e aquecê-lo;<br
/> * Lençóis, edredons e roupas devem ser expostos ao sol e lavados sempre que necessário;<br
/> As pessoas que já possuem problemas respiratórios como bronquite, asma e sinusite devem evitar o contato com bichos de pelúcia e tapetes e produtos que possuem pêlos;<br
/> * A alimentação deve ser balanceada com sopas e caldos ricos em verduras e legumes. As frutas são essenciais, principalmente aquelas que contêm vitamina C, como a laranja. Elas ajudam a prevenir gripes e resfriados.<br
/>                                                         </p><p>Fonte</p><p>Carlos Carvalho &#8211; Médico pneumologista do HCor &#8211; Hospital do Coração, em São Paulo.<br
/>                                                   </p><p>*****<br
/>                                      </p><p>Informações para a imprensa</p><p>Target Consultoria em Comunicação Empresarial<br
/> Assessoria de Imprensa do HCor &#8211; Hospital do Coração</p><p>Rita Barão -  <a
href="mailto:rita@targetsp.com.br">rita@targetsp.com.br</a><br
/> Renata Silva &#8211; <a
href="mailto:renata@targetsp.com.br">renata@targetsp.com.br</a><br
/> Thais Souzza &#8211; <a
href="mailto:thais@targetsp.com.br">thais@targetsp.com.br</a><br
/> Tel: (11) 3063-0477</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/como-se-defender-das-doencas-respiratorias-que-aparecem-no-inverno/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Embolização trata miomas uterinos sem cirurgia</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/embolizacao-trata-miomas-uterinos-sem-cirurgia/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/embolizacao-trata-miomas-uterinos-sem-cirurgia/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Sep 2010 16:33:06 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8267</guid> <description><![CDATA[Técnica minimamente invasiva, embolização, trata miomas uterinos sem cirurgia, possibilitando preservar a fertilidade da mulher.
Procedimento é alternativa à retirada do útero, realizada por mais de 570 mil pacientes no Brasil desde 2005, segundo dados do Ministério da Saúde.
O mioma uterino é relativamente frequente na idade adulta e uma das maiores causas de perda do útero. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Técnica minimamente invasiva, embolização, trata miomas uterinos sem cirurgia, possibilitando preservar a fertilidade da mulher.</p><p>Procedimento é alternativa à retirada do útero, realizada por mais de 570 mil pacientes no Brasil desde 2005, segundo dados do Ministério da Saúde.</p><p>O mioma uterino é relativamente frequente na idade adulta e uma das maiores causas de perda do útero. Os sintomas incluem dismenorreia (cólica menstrual), dispareunia (dor genital durante ou após o ato sexual), sensação de pressão na região pélvica, dores nas pernas e nas costas e constipação intestinal. A qualidade de vida é prejudicada ainda pelo excessivo fluxo menstrual (que obriga algumas mulheres a usarem até dois absorventes ao mesmo tempo), fortes dores na região pélvica e inchaços que não raro são confundidos com uma gravidez no início.</p><p>O tratamento clássico para o mioma, a histerectomia (procedimento cirúrgico para retirada do útero, que muitas vezes se estende também a ovários e trompas) significa para muitas mulheres comprometer sua identidade feminina e renunciar à maternidade. Só nos últimos cinco anos foram realizadas 576 mil histerectomias no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, uma média de 115 mil por ano.</p><p>Grande parte do público desconhece as alternativas à cirurgia, como a <strong>embolização, uma moderna técnica que requer apenas uma incisão do tamanho de uma ponta de caneta na virilha, com anestesia local, e que tem o objetivo de cortar o suprimento de sangue para o tumor, provocando a “morte” do mioma, sem prejuízos à saúde − por oferecer uma recuperação mais rápida − e, principalmente, à fertilidade da mulher</strong>. A técnica também é indicada para tratar tumores ósseos, de fígado, cânceres e aneurismas.</p><p>“A embolização, ou emboloterapia, é uma cirurgia minimamente invasiva e muito menos traumática que a convencional. Requer uma pequena incisão na virilha, por onde é introduzido o cateter, que é conduzido pelas artérias, visualizadas por meio de um equipamento computadorizado de raios X”, afirma o Dr. Néstor Kisilevzky.</p><p>Quando se alcança as artérias uterinas que levam o sangue até o útero e os miomas, injetam-se partículas que entupirão essas artérias, impedindo os miomas de receberem sangue, regredindo rapidamente de tamanho. Ao fim do procedimento, simplesmente retira-se o cateter, sem a necessidade de pontos. “A paciente fica apenas 2 horas na sala de recuperação e pode voltar para casa em 24 horas, com o retorno às atividades normais até dez dias após a cirurgia”, conclui o médico.<br
/>                                  </p><p>Fonte</p><p>Néstor Kisilevzky &#8211; Especialista em Radiologia Intervencionista, médico do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos maiores conhecedores da técnica na América Latina.<br
/>                                               </p><p>*****<br
/>                                          </p><p>Mais informações</p><p>Agência Vero Comunicação Corporativa</p><p>Thais Abrahão – <a
href="mailto:vero@agenciavero.com.br ">vero@agenciavero.com.br<br
/> </a>(11) 9900-8402 / (11) 3061-2263<br
/> Mariana Bortoletti – <a
href="mailto:marianab@agenciavero.com.br">marianab@agenciavero.com.br</a><br
/> (11) 3061-2263</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/embolizacao-trata-miomas-uterinos-sem-cirurgia/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Os benefícios da avaliação pré-anestésica</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/os-beneficios-da-avaliacao-pre-anestesica/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/os-beneficios-da-avaliacao-pre-anestesica/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Sep 2010 15:48:16 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8264</guid> <description><![CDATA[Uma completa avaliação do anestesiologista, por meio de questionários e exames, oferece mais segurança em uma cirurgia.
Toda cirurgia engloba riscos, e alguns deles estão relacionados à anestesia. Ainda que seja um procedimento bastante seguro, há sempre uma pequena chance de acontecerem intercorrências. No entanto, muitas delas podem ser prevenidas por meio de uma consulta prévia [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Uma completa avaliação do anestesiologista, por meio de questionários e exames, oferece mais segurança em uma cirurgia.</p><p>Toda cirurgia engloba riscos, e alguns deles estão relacionados à anestesia. Ainda que seja um procedimento bastante seguro, há sempre uma pequena chance de acontecerem intercorrências. No entanto, muitas delas podem ser prevenidas por meio de uma consulta prévia com o médico anestesiologista e realização de exames pré-operatórios.</p><p>Esta consulta faz parte de uma normatização do Conselho Federal de Medicina (CFM), de 2006, que tornou obrigatória a avaliação pré-anestésica antes de qualquer procedimento cirúrgico eletivo.</p><p>“A necessidade de regulamentar a realização da avaliação pré-anestésica surgiu como mecanismo para garantir maior conforto e tranquilidade ao paciente que será anestesiado e também para melhor planejamento anestésico, conferindo mais segurança ao anestesiologista”, explica dr. Fernando Martins.</p><p>Segundo o especialista, durante esta avaliação, é possível ao médico obter informações sobre doenças prévias e respectivos tratamentos pelos quais o paciente já passou, características individuais que podem influenciar o manejo anestesiológico durante a anestesia e até mesmo prever eventuais dificuldades.</p><p>“A avaliação pode ser feita durante uma consulta pré-anestésica, na qual o paciente responderá perguntas relacionadas às medicações utilizadas, uso de drogas e alergias que possa ter, além de passar por exame físico.&#8221;</p><p>Se o anestesiologista julgar necessário, exames complementares, como de sangue e de imagem poderão ser solicitados. “Caso o paciente tenha outros exames anteriores, o ideal seria levá-los ao consultório para servir como parâmetro de comparação em relação aos exames recentes”.</p><p>No caso de crianças, são importantes também informações sobre as condições da gestação e do nascimento, além do desenvolvimento intelectual e psico-motor.<br
/>                                             </p><p>Mais informação, mais segurança</p><p>“Quando não havia avaliação pré-anestésica, o contato do paciente com o anestesiologista acontecia somente momentos antes da cirurgia. Essa falta de relacionamento gerava insegurança em ambas as partes. Hoje, após a lei, um elo de confiança entre o paciente e o anestesiologista foi tecido, qualificando o serviço prestado e valorizando o papel do profissional”, valoriza dr. Fernando.</p><p>Por este motivo, o anestesiologista orienta que todos os pacientes com cirurgia agendada sejam avaliados pelo anestesiologista, preferencialmente em consultório ou, se não for possível, logo após a internação hospitalar, antes da cirurgia.</p><p>“Em caso de cirurgia de emergência, a obrigatoriedade da avaliação pré-anestésica é revogada, pois há necessidade de intervenção operatória imediata. Contudo, mesmo nos casos de urgência, se houver tempo hábil, por menor que seja, o anestesiologista deve tentar obter o maior número de informações possíveis sobre o paciente, por meio da família ou de acompanhante”, alerta.<br
/>                                               </p><p>Fonte</p><p>Fernando Martins &#8211; Médico anestesiologista, 2º Tesoureiro da Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo (SAESP).<br
/>                              </p><p>*****<br
/>                                    </p><p>Acontece Comunicação e Notícias</p><p>Karina Paletta ou Monica Kulcsar<br
/> (11) 3873.6083 / 3871.2331<br
/> <a
href="mailto:acontececom4@uol.com.br">acontececom4@uol.com.br</a><br
/> <a
href="http://www.acontecenoticias.com.br/">www.acontecenoticias.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/os-beneficios-da-avaliacao-pre-anestesica/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A importância da Avaliação Cardiológica Precoce na Síndrome de Down</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/a-importancia-da-avaliacao-cardiologica-precoce-na-sindrome-de-down/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/a-importancia-da-avaliacao-cardiologica-precoce-na-sindrome-de-down/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Sep 2010 15:09:47 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8255</guid> <description><![CDATA[A incidência das doenças cardíacas congênitas na população geral é menor que 1%. Essa associação chega a 50% nas crianças com Síndorme de Down, representando as principais causas de morbimortalidade nos primeiros anos de vida.
A apresentação clínica dessas cardiopatias, no período neonatal, pode variar desde cianose (arroxeamento de lábios e extremidades), insuficiência cardíaca (cansaço às [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://www.revistavigor.com.br/wp-content/uploads/2010/09/APAE.jpg"><img
class="alignleft size-full wp-image-8254" title="APAE" src="http://www.revistavigor.com.br/wp-content/uploads/2010/09/APAE.jpg" alt="" width="94" height="121" /></a>A incidência das doenças cardíacas congênitas na população geral é menor que 1%. Essa associação chega a 50% nas crianças com Síndorme de Down, representando as principais causas de morbimortalidade nos primeiros anos de vida.</p><p>A apresentação clínica dessas cardiopatias, no período neonatal, pode variar desde <strong>cianose</strong> (arroxeamento de lábios e extremidades), <strong>insuficiência cardíaca</strong> (cansaço às mamadas, sudorese excessiva e baixo ganho de peso), <strong>sopro cardíaco e até casos assintomáticos</strong>, o que pode atrasar seu diagnóstico.</p><p>Nas crianças com Síndome de Down, peculiaridades anatômicas, metabólicas e doenças associadas podem dificultar ainda mais essa tarefa. É necessário que os profissionais de saúde da primeira infância (neonatologistas, pediatras e cardiologistas pediátricos) estejam habituados a estes detalhes.</p><p>A importância da avaliação cardiológica precoce nas crianças com Síndrome de Down baseia-se na necessidade de diagnóstico neonatal das doenças cardíacas e do encaminhamento seguro para o Serviço de Estimulação e Habilitação, composto por fisioterapia, fonoterapia e terapia ocupacional. A história familiar e gestacional, os antecedentes da criança e o exame clínico detalhado, realizado por profissional experiente, são as bases da investigação clínica, que deve sempre ser complementada com exames de imagem, como ecocardiograma colorido. A necessidade de outros exames, tais como eletrocardiograma, radiografia de tórax ou outros é avaliada individualmente.</p><p>Dentre as cardiopatias, as que cursam com hiperfluxo pulmonar (desvio do sangue da circulação sistêmica para a pulmonar através de um defeito anatômico congênito) merecem atenção especial, pois podem evoluir com Hipertensão Pulmonar, condição clínica que impacta muito negativamente na sobrevida de crianças, principalmente as com Síndrome de Down. A literatura recente preconiza que essas doenças devem ser abordadas cirurgicamente no primeiro ano de vida, preferencialmente ainda no primeiro semestre.</p><p>O ideal é que todas as crianças com Síndrome de Down sejam submetidas a uma avaliação com cardiologista pediátrico nas primeiras semanas de vida, e realizem, pelo menos, um exame de ecocardiografia. No período de janeiro a dezembro de 2009, o Ambulatório da APAE DE SÃO PAULO realizou aproximadamente 1.000 atendimentos a crianças com Síndrome de Down.</p><p>As portadoras de cardiopatia são acompanhadas clinicamente ou tratadas cirurgicamente, evitando a Hipertensão Pulmonar e outras graves complicações, e as sem comprometimento cardíaco são encaminhadas ao Serviço de Estimulação e Habilitação, essencial ao seu desenvolvimento neuropsicomotor.<br
/>                                                                                            </p><p>Fonte</p><p>Eli Szwarc &#8211; Médico cardiologista, responsável pelo Serviço de Cardiologia e Cardiologia Pediátrica da APAE DE SÃO PAULO.<br
/>                                       <br
/>  <br
/> Sobre a APAE de São Paulo</p><p>Há 49 anos, a APAE DE SÃO PAULO trabalha para a prevenção da deficiência e para a inclusão das pessoas com deficiência intelectual, proporcionando melhora na qualidade de vida, desde a infância ao envelhecimento. A Organização foi pioneira em introduzir o Teste do Pezinho no país. Este exame obrigatório identifica doenças que, se não tratadas levarão à deficiência intelectual.</p><p>O Ministério da Saúde credenciou a APAE DE SÃO PAULO como um Serviço de Referência em Triagem Neonatal em 2001 &#8211; SRTN &#8211; e até hoje já foram realizados mais de 13 milhões de testes em bebês.</p><p>Durante todos estes anos, além do trabalho de prevenção, a APAE DE SÃO PAULO também prestou atendimento especializado em seu ambulatório, fomentou pesquisas e estudos por meio de seu Instituto com o objetivo de disseminar conhecimento sobre o tema.</p><p>Além disso, oferece serviços de estimulação, apoio ao envelhecimento, apoio socioeducativo, programas de capacitação para o trabalho,  acompanhamento de novos processos voltados à inclusão nas escolas regulares comuns e a área de Defesa e Garantia de Direitos.<br
/>                                     </p><p>Para conhecer mais sobre a APAE DE SÃO PAULO acesse <a
href="http://www.apaesp.org.br">www.apaesp.org.br</a><br
/>                                                   </p><p>*****<br
/>                                         </p><p>Informações à imprensa</p><p>Burson-Marsteller<br
/> Fabiana Delgado (11) 3094-2242 <a
href="mailto:fabiana.delgado@bm.com">fabiana.delgado@bm.com</a><br
/> Giuliana Gregori (11) 3094-2247 <a
href="mailto:giuliana.gregori@bm.com">giuliana.gregori@bm.com</a><br
/> Maria Fernanda Pugliesi (11) 3040-2408 <a
href="mailto:maria.fernanda@bm.com">maria.fernanda@bm.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/a-importancia-da-avaliacao-cardiologica-precoce-na-sindrome-de-down/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Doença de Crohn</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/doenca-de-crohn/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/doenca-de-crohn/#comments</comments> <pubDate>Mon, 06 Sep 2010 12:49:41 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8230</guid> <description><![CDATA[Estudo demonstra que o tratamento com infliximabe cicatriza a mucosa e pode levar à remissão de pacientes com Doença de Crohn.
Tratamento de pacientes pode mudar a partir estudo comparativo de alfa-biológico com imunossupressores.
O Estudo SONIC (Estudo de Agentes Biológicos e Imunossupressores em Pacientes de Crohn Nunca Submetidos a tratamento– Study of Biologic and Immunomodulator Naïve [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Estudo demonstra que o tratamento com infliximabe cicatriza a mucosa e pode levar à remissão de pacientes com <strong>Doença de Crohn</strong>.</p><p>Tratamento de pacientes pode mudar a partir estudo comparativo de alfa-biológico com imunossupressores.</p><p>O Estudo SONIC (Estudo de Agentes Biológicos e Imunossupressores em Pacientes de Crohn Nunca Submetidos a tratamento–<em> Study of Biologic and Immunomodulator Naïve Patients in Crohn’s</em>) é o primeiro com metodologia científica criteriosa que utiliza pacientes nunca antes tratados com medicamento biológico ou imunossupressores para avaliar o resultado terapêutico em pacientes com Doença de Crohn moderada a grave. Os dados mostraram que a maioria dos pacientes que recebeu o infliximabe atingiu a remissão da doença sem o uso de corticosteroide e a cicatrização da mucosa em comparação aos que receberam o imunossupressor azatioprina como monoterapia.</p><p><strong>A Doença de Crohn é uma doença crônica inflamatória do trato gastrointestinal. Os sintomas da doença podem variar, mas geralmente incluem dor e sensibilidade abdominal, diarreia frequente, sangramento retal, perda de peso e febre.</strong></p><p>“A causa da <strong>Doença de Crohn é desconhecida</strong>. Parece que há uma predisposição genética para que os indivíduos que entrem em contato com algum fator ambiental, ainda desconhecido, possam desencadear reações imunológicas que culminam com o surgimento da doença”, explica o Dr. Flávio Steinwurz.</p><p>O Dr. Steinwurz esclarece que a <strong>Doença de Crohn</strong> atinge na maioria das vezes jovens, nos quais o impacto de uma doença crônica apresenta reflexos ainda maiores. Isto varia muito de acordo com a gravidade da doença e com a presença de complicações, mas é fundamental que o médico tente evitar que a doença possa trazer prejuízo aos pacientes que dela padecem.</p><p>Além das melhores taxas de remissão nos pacientes que receberam infliximabe, os dados mostraram que uma proporção significativamente maior dos pacientes que receberam infliximabe atingiu a cicatrização da mucosa, ou seja, ausência completa de ulceração na mucosa. Vale ressaltar que 44% dos pacientes que receberam a terapia de combinação com infliximabe e 30% que receberam infliximabe como monoterapia atingiram a cicatrização da mucosa em comparação com 17% dos pacientes que receberam azatioprina como monoterapia.</p><p>Vale ressaltar que a cura da mucosa é muito importante, pois vários estudos mostraram que indivíduos que conseguiram esta cicatrização, via de regra, apresentam uma evolução mais favorável, com menor número de complicações, internações hospitalares e cirurgias.</p><p>“Com o estudo SONIC pudemos verificar que o infliximabe tanto isolado quanto combinado com azatioprina foi superior ao uso da azatioprina como monoterapia, ou seja, de forma exclusiva. Ainda foi possível observar que a terapia combinada parece ter resultados ainda melhores que o infliximabe isoladamente. Fatos estes que podem mudar a maneira com que os paciente de Crohn são tratados”, afirma o especialista.</p><p>O estudo também demonstrou que o perfil de segurança do infliximabe  &#8211; administrado em combinação ou isoladamente – foi similar ao observado com a azatriopina isoladamente.</p><p>O infliximabe tem um perfil exclusivo entre as terapias anti-TNF biológicas disponíveis. É o único anti-TNF biológico administrado em infusões, caracterizando-se por tratamento assistido em clínicas e hospitais.<br
/>                                           </p><p>Fonte</p><p>Flávio Steinwurz - Presidente da ABCD (Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Chron), Gastroenterologista do Hospital Albert Einstein e Líder do American College of Gastroenterology.<br
/>                                   <br
/>                      <br
/>  <br
/> Informações sobre o infliximabe</p><p>O infliximabe foi o primeiro tratamento anti-TNF-alfa a ser aprovado em três áreas terapêuticas diferentes: gastroenterologia, reumatologia e dermatologia. O infliximabe demonstrou ampla utilidade clínica com indicações para Doença de Crohn, artrite reumatóide, espondilite anquilosante, artrite psoriática, colite ulcerativa, Doença de Crohn pediátrica e psoríase. A segurança e eficácia do infliximabe foram bem estabelecidas em estudos clínicos nos últimos 17 anos e por meio da experiência comercial com mais de um milhão de pacientes tratados em todo o mundo.<br
/>                                 <br
/>                         <br
/>  <br
/> Sobre a MSD</p><p>A MSD é uma nova empresa farmacêutica global, fruto da fusão, em 2009, entre duas empresas tradicionais na área de saúde: a Merck Sharp &amp; Dohme e a Schering-Plough.<br
/>                                                      </p><p>*****<br
/>                                  </p><p>Informações para a Imprensa</p><p>Edelman Brasil<br
/> Roberta Bernardo &#8211; (11)3017.5307 &#8211; <a
href="mailto:roberta.bernardo@edelman.com">roberta.bernardo@edelman.com</a><br
/> Lucila Raucci &#8211; (11) 3017.5300 ramal 202 &#8211; <a
href="mailto:lucila.raucci@edelman.com">lucila.raucci@edelman.com</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/06/doenca-de-crohn/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Exames de Laboratório Clínico</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/03/exames-de-laboratorio-clinico/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/03/exames-de-laboratorio-clinico/#comments</comments> <pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:34:22 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8190</guid> <description><![CDATA[Lançado em São Paulo, site gratuito e em português  que ajuda a entender os exames de laboratório clínico.
Ferramenta pode ser usada por leigos e profissionais de saúde, entre outros.
Foi lançado hoje, na sede da AMB (Associação Médica Brasileira&#124;), em São Paulo, o Lab Tests Online &#8211; BR, licenciado pela American Association For Clinical Chemistry (AACC), [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Lançado em São Paulo, site gratuito e em português  que ajuda a entender os exames de laboratório clínico.</p><p>Ferramenta pode ser usada por leigos e profissionais de saúde, entre outros.</p><p>Foi lançado hoje, na sede da AMB (Associação Médica Brasileira|), em São Paulo, o Lab Tests Online &#8211; BR, licenciado pela American Association For Clinical Chemistry (AACC), dos Estados Unidos. Criado em 2001, beneficia hoje milhões de pessoas em onze países, e chega ao Brasil, gratuitamente, via internet, em versão autorizada, através da <strong>Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, SBPC/ML, e Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial, CBDL.</strong></p><p>A ferramenta, <a
href="http://www.labtestsonline.org.br/">www.labtestsonline.org.br</a>, apresenta para o público leigo, a melhor maneira de compreender os resultados de um exame de laboratório, e tira as dúvidas quanto à necessidade de fazê-lo, bem como a sua relação com inúmeras doenças. O objetivo é fornecer informações confiáveis e seguras, avalizadas pelas entidades que representam o setor no Brasil.</p><p>O <strong>Lab Tests Online</strong> também traz informações sobre os exames genéticos, última fronteira da medicina que possibilita a individualização de diagnósticos e consequente tratamento personalizado.</p><p>Para o Dr. Alvaro Martins, do corpo editorial, o site relaciona os vários tipos de informação que o exame pode fornecer, e os proximos passos que o paciente pode tomar junto com seu médico. &#8220;O site proporciona uma medicina participativa, deixando de ser uma medicina paternalista. O <strong>Lab Tests Online</strong> contribui para que o paciente fique capacitado e parceiro do médico, consciente e com mais entendimento sobre possíveis doenças&#8221;. O Dr. Murilo Melo, também do corpo editorial, ressalta que no espaço de &#8220;perguntas mais frequentes&#8221;, também são apresentadas sugestões de temas que devem ser abordados pelo paciente, com seu médico&#8221;.</p><p>O site oferece ainda, um glossário com explicação de palavras técnicas, para que o público leigo não fique perdido.<br
/>                                       </p><p><strong>O que é o Lab Tests Online &#8211; BR?</strong></p><p>É um site mantido pela <strong>Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial &#8211; SBPC/ML</strong> (<a
href="http://www.sbpc.org.br/">www.sbpc.org.br</a>), sociedade de especialidade médica fundada em 1944, que atua na área de laboratórios clínicos. O site tem o apoio da <strong>Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial &#8211; CBDL</strong> (<a
href="http://www.cbdl.com.br/">www.cbdl.com.br</a>), associação de classe que reúne mais de 40 empresas fabricantes e distribuidoras de produtos para diagnóstico laboratorial.</p><p>A <em>American Association of Clinical Chemistry (AACC</em>), dos Estados Unidos, licencia versões do <strong>Lab Tests Online</strong> para sociedades científicas dos seguintes países: Alemanha, Austrália, China, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália, Polônia, Reino Unido e República Checa.</p><p>A produção e desenvolvimento do <strong>Lab Tests Online &#8211; BR</strong> conta com a participação permanente de médicos patologistas clínicos brasileiros com larga experiência. O <strong>Lab Tests Online &#8211; BR</strong> não pretende substituir a prescrição médica ao paciente, mas servir como uma fonte de auxílio a profissionais e ao público leigo. Para o presidente da SBPC/ML, Dr Carlos Balaratti, o site também é um excelente instrumento para os profissionais de saúde, pois &#8220;quem tem de desembolsar 30 a 40 dolares para ter acesso a artigos cientifcos de boa qualidade terá no site, consulta gratuita a novidades científicas do setor&#8221;.<br
/>                               </p><p><strong>Por que consultar Lab Tests Online &#8211; BR?</strong></p><p>Após uma consulta, o médico entrega uma prescrição com diversos exames para serem feitos em laboratório clínico. Alguns têm nomes ou siglas que o paciente não consegue decifrar e não sabe o porquê de serem pedidos. E nem sempre o médico dispõe de tempo suficiente para explicar detalhadamente o porquê de cada exame. Consultar a Internet aleatoriamente ou em sites sem referência médica e científica, pode até atrapalhar porque as informações são fragmentadas e, algumas vezes, incorretas ou incompletas.<br
/>  <br
/> O <strong>Lab Tests Online &#8211; BR</strong> é a melhor forma do público leigo compreender o significado dos nomes dos exames, sua finalidade, para quais doenças eles se aplicam, como se preparar para fazer o exame (por exemplo, se precisa ou não de jejum, se é necessário colher a amostra em horários determinados), qual é o tipo de amostra necessária (sangue, urina, fezes etc) e como essa amostra é coletada pelo técnico do laboratório (por exemplo, se é obtida por uma punção na veia do braço, se é usado um frasco especial).</p><p>Os profissionais de saúde também encontram no <strong>Lab Tests Online &#8211; BR</strong> uma fonte atualizada e confiável para informar-se sobre diversos exames laboratoriais, doenças e estados clínicos relacionados.</p><p>O <strong>Lab Tests Online &#8211; BR</strong> é desenvolvido e atualizado permanentemente por médicos Patologistas Clínicos &#8211; especialistas em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial &#8211; com grande experiência em exames de laboratórios clínicos e em consultoria a médicos de outras especialidades. As atualizações e revisões são necessárias para manter o site em dia com o desenvolvimento das técnicas de diagnóstico e a evolução da medicina.</p><p>O presidente da SBPC/ML, Carlos Ballarati ressaltou que o site <strong>Lab Tests Online</strong> é interativo e se relaciona com as redes sociais. O site preserva a privacidade de quem o acessa, pois ao entrar em conato conosco, não é obrigatório se identificar. Ele disse ainda, que &#8220;pretendemos que no Brassil, o site alcance o mesmo sucesso que existe nos EUA, quando, somente neste primeiro semestre de 2010, houve 12 milhões de acessos, e no Reino Unido, 700 mil. Para isso, teremos de ampliar mais o número de exames em português.</p><p>Liliana Perez, farmacêutica, presidente da CBDL, disse que o Brasil vai dar uma personalidade própria ao site, ao incluir características da população brasileira a determinados testes, como doença de Chagas, malária e outras. A presidente da CBDL revelou que o setor de fornecedores para laboratórios clínicos tem crescido no país, e citou que no primeiro semestre de 2010 gerou mais de 5 mil novos postos de trabalho, sendo 457 apenas em julho passado.</p><p>Sobre os futuros passos, o presidente da SBPC/ML informou que a missão agora é terminar a tradução de todos os testes disponíveis.<br
/>                                           </p><p><strong>Como usar o Lab Tests Online &#8211; BR?</strong></p><p>No endereço <a
href="http://www.labtestonline.org.br/">www.labtestonline.org.br</a>, os exames (testes) estão relacionados em ordem alfabética.</p><p>Ao clicar em um deles é aberta uma página que apresenta:<br
/> * O nome mais comum do exame.<br
/> * Outros nomes como ele também é conhecido.<br
/> * Testes que têm alguma relação com esse exame.<br
/> * Informações sobre o que é o exame propriamente dito.<br
/> * Situações em que deve ser feito o exame.<br
/> * O que pode significar o resultado.<br
/> * Tipo de amostra que é coletada do paciente.<br
/> * Como é feita a coleta.<br
/> * Como o paciente deve se preparar.<br
/> * Links para doenças relacionadas ao exame e outros sites de referência.<br
/> * Perguntas frequentes.<br
/>                                                      <br
/> 　<br
/> Outras informações e entrevistas:<br
/> Dr. Carlos Alberto Franco Ballarati – Presidente da SBPC<br
/> Liliana Perez – Presidente da CBDL<br
/>                               </p><p>*****<br
/>                           </p><p>Mais informações</p><p>Assessoria de imprensa da CBDL:<br
/> Solange Melendez (11) 9232-9712 / <a
href="mailto:smelendez@oficinademidia.com.br">smelendez@oficinademidia.com.br</a><br
/> Maurício Santini (11) 9224-8737 / <a
href="mailto:msantini@oficinademidia.com.br">msantini@oficinademidia.com.br</a><br
/> Oficina de Mídia: Fone: (11) 2219-2433</p><p>Assessoria de imprensa da SBPC<br
/> Andrea Penna (21) 8863-1997 / Via Notícia: (21) 2267-1968 <a
href="mailto:andreapenna@vianoticia.com.br">andreapenna@vianoticia.com.br</a><br
/> Roberto Duarte (21) 9943-5044 / Tels. 3077-1419 (direto) / <a
href="mailto:imprensa@sbpc.org.br">imprensa@sbpc.org.br</a><br
/> 　</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/03/exames-de-laboratorio-clinico/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Diagnóstico e tratamento das doenças urológicas</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/diagnostico-e-tratamento-das-doencas-urologicas/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/diagnostico-e-tratamento-das-doencas-urologicas/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:59:09 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8187</guid> <description><![CDATA[Tradicionalmente os homens são mais resistentes à procura espontânea por avaliação médica, principalmente quando o foco desta abordagem é a saúde urológica. A timidez em abordar certos assuntos, como a vida sexual, e o mito que envolve a masculinidade durante o exame prostático cria uma barreira e afasta o público masculino do consultório médico.
Estima-se que [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Tradicionalmente os homens são mais resistentes à procura espontânea por avaliação médica, principalmente quando o foco desta abordagem é a saúde urológica. A timidez em abordar certos assuntos, como a vida sexual, e o mito que envolve a masculinidade durante o exame prostático cria uma barreira e afasta o público masculino do consultório médico.</p><p>Estima-se que 40 a 50% dos homens após os 50 anos desenvolvam algum grau de disfunção erétil, que significa a incapacidade de ter ou manter uma ereção satisfatória. As causas podem ser de origem emocional, psicogênica ou orgânica, as quais abrangem alterações vasculares, neurológicas, hormonais, entre outras. Muitas vezes, apenas a história clínica já permite identificar o diagnóstico e a etiologia. Exames laboratoriais como glicemia de jejum, dosagem hormonal e perfil lipídico (triglicérides e colesterol) devem ser solicitados. O tratamento é escalonado e evolui desde o auxílio psicológico, prescrição de medicamentos até o tratamento cirúrgico.</p><p>Entre todas as patologias urológicas, o <strong>câncer de próstata</strong> é o que mais preocupa os homens, principalmente no que diz respeito à prevenção. “Atendemos pacientes de todas as idades com queixas de dificuldade urinária, distúrbios sexuais e de fertilidade, pedra nos rins, infecções urinárias, fimose, incontinência urinária, tumores, entre outras afecções do sistema gênito-urinário. Para homens acima dos 40 anos, realizamos avaliação prostática, visando a detecção precoce das doenças da próstata, explica o Dr. Antonio Corrêa Lopes Neto.<br
/>                                             </p><p>Diagnóstico e tratamento das  doenças urológicas</p><p>Com o envelhecimento, os níveis de testosterona (hormônio masculino) apresentam um declínio progressivo, o que caracteriza a <strong>DAEM (Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino)</strong>. Entre 40 e 50 anos de idade, 10% dos homens apresentam níveis de testosterona abaixo do normal, cifras que evoluem com o avançar da idade chegando a 20%, 30% e 50% dos indivíduos após os 60, 70 e 80 anos, respectivamente. Este quadro pode levar a diminuição da libido, disfunção erétil, sudorese intensa, diminuição de massa muscular, desânimo, entre outros. A simples dosagem hormonal e a reposição quando necessário podem resolver completamente esta questão.</p><p>A próstata é uma glândula responsável pela produção de líquido que faz parte do sêmen. Devido sua localização junto à saída da bexiga, patologias prostáticas podem interferir no padrão urinário dos homens. A partir dos 40 anos, ela começa a sofrer alterações estruturais e algumas doenças podem se desenvolver.</p><p>“É importante que tal comportamento se modifique, pois o avançar da idade é “fator de risco” para o surgimento de disfunção erétil, distúrbios hormonais e doenças da próstata. Felizmente, quando diagnosticadas precocemente, estas doenças podem ser resolvidas muitas vezes com tratamentos simples e levando a melhora substancial na qualidade de vida”, explica Dr. Corrêa.</p><p>Considerando que os últimos censos demonstraram maior longevidade da população brasileira, um maior contingente de homens apresentarão tais distúrbios em algum momento da vida. <strong>Como podem se apresentar de forma assintomática, a avaliação periódica é necessária, independente do indivíduo ter algum transtorno urinário.</strong></p><p>“A espera pelos sintomas pode diminuir a probabilidade de um diagnóstico precoce e uma terapia curativa. Para isso realiza-se a dosagem de Antígeno Prostático Específico (PSA) no sangue e o exame prostático, onde verificamos a consistência da glândula. Caso ela esteja fibroelástica (mais macia) está tudo bem. Porém, se estiver endurecida pode significar uma situação mais preocupante e outras providências devem ser tomadas”, finaliza o urologista.</p><p>Em relação ao <strong>aumento prostático</strong>, o tratamento varia entre observação, prescrição de medicamentos ou cirurgia. Existem indicações específicas para cada opção e no caso de câncer de próstata, o tipo de tratamento é definido de acordo com o estágio em que se encontra a doença, e incluem observação vigilante, radioterapia, cirurgia ou tratamento hormonal. Aproximadamente 90% dos casos em que a detecção é feita precocemente, o paciente pode ser curado.<br
/>                                                                    </p><p>Fonte</p><p>Antonio Corrêa Lopes Neto &#8211; Médico urologista, coordenador do Serviço de Urologia do HCor.<br
/>                                                                         </p><p>*****<br
/>                                                 </p><p>Mais informações</p><p>Target Consultoria em Comunicação Empresarial<br
/> Assessoria de Imprensa do HCor – Hospital do Coração<br
/> Rita Barão / Renata Silva / Thais Souzza<br
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isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8160</guid> <description><![CDATA[As alterações mais comuns são a síndrome do olho seco e mudança na refração. Hipertensão e diabetes gestacional favorecem alterações na retina e glaucoma neovascular.
Durante a gravidez as alterações hormonais influem na saúde ocular, aumentando o risco de surgir graves doenças nos olhos. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, a maioria das gestantes [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>As alterações mais comuns são a síndrome do olho seco e mudança na refração. Hipertensão e diabetes gestacional favorecem alterações na retina e glaucoma neovascular.</p><p><strong>Durante a gravidez as alterações hormonais influem na saúde ocular, aumentando o risco de surgir graves doenças nos olhos</strong>. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, a maioria das gestantes apresenta a <strong>síndrome do olho seco</strong>, uma alteração na quantidade ou qualidade da produção lacrimal que está relacionada ao aumento da produção de estrogênio.</p><p>O médico afirma que os sintomas são: ardência, coceira, queimação, olhos vermelhos e irritados, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo, sensibilidade à luz, desconforto após ver televisão, ler ou trabalhar ao computador. O tratamento é simples. Por ser um problema temporário é feito com lágrima artificial (colírio), que é uma medicação inócua sem efeitos adversos sobre o feto.  Em muitos casos, basta estimular a produção lacrimal por meio de uma dieta com pouco carboidrato, gordura e carne bovina, porém rica em vitaminas A e E (presentes em alimentos como as frutas, verduras e legumes), além da suplementação com Ômega 3, presente nas sementes de linhaça, nozes e algumas verduras.</p><p>A maior retenção de líquido durante a gestação também provoca <strong>alterações na superfície da córnea</strong> que induzem a mudanças no grau dos óculos ou lentes de contato. Esta alteração na refração geralmente desaparece após o parto e por isso não é indicada a troca de lentes oftálmicas durante a gravidez. O ideal, observa, é fazer um exame de vista depois do nascimento do bebê para checar se houve alteração refracional permanente.<br
/>                                                          </p><p>Hipertensão é maior entre mulheres e predispõe à pré-eclâmpsia</p><p>No Brasil, a prevalência da hipertensão arterial, acima de 12 por 8, na população com mais de 40 anos, é de 35% segundo o Ministério da Saúde. A SBH (Sociedade Brasileira de Hipertensão) calcula que mais da metade dos hipertensos nem desconfia ter a doença e dados do DATASUS apontam que 66% dos doentes no País são mulheres. </p><p>Como se não bastasse é cada vez mais frequente a mulher brasileira engravidar em idade avançada e a estimativa é de que 14% destas gestantes desenvolvem hipertensão gestacional. A doença é um fator de risco para o desenvolvimento da pré-eclâmpsia que ocorre depois da 20ª semana de gravidez. Ocorre quando a mulher também elimina proteína pela urina e tem inchaço generalizado. A doença pode afetar até mulheres bastante saudáveis,  mas é mais comum na gravidez tardia, em gestantes muito jovens e em fumantes porque o cigarro compromete a circulação.  Além de ser a maior causa de morte na gestação, a <strong>pré-eclâmpsia dificulta o fluxo sanguíneo no globo ocular e facilita a evolução de doenças na retina</strong> que podem cegar.</p><p>Mesmo entre mulheres que não desenvolvem pré-eclâmpsia a hipertensão gestacional ou pré-existente pode provocar alterações na retina. A boa notícia é que a dopplerfluxometria, exame que verifica o fluxo sanguíneo do globo ocular permite prevenir a evolução da pré-eclâmpsia e de alterações oculares decorrentes da má circulação antes da visão ser gravemente afetada. Por isso, a recomendação médica e fazer acompanhamento oftalmológico no pré-natal, especialmente quando a gestante apresenta inchaço, dor de cabeça, mal-estar generalizado e medidas de pressão arterial acima de 12 por 8.<br
/>                                                 </p><p>Diabetes gestacional aumenta riscos para a visão</p><p>Durante a gravidez, o aumento da produção do HLP (Hormônio Lactogênio Placentário) inibe a produção de insulina pelo pâncreas o que pode aumentar o nível de glicose no sangue. No Brasil predispõe 7% das gestantes ao desenvolvimento do diabetes gestacional que em muitos casos vem acompanhado pelo aumento da pressão arterial.</p><p>Dr. Queiroz Neto destaca que <strong>o aumento da glicose no sangue e a hipertensão arterial podem causar sérias complicações oculares</strong>.</p><p>As principais são:</p><p>* <strong>Retinopatia diabética</strong> que se caracteriza pelo crescimento de neovasos na retina que comprometem a saúde da membrana, com alto risco de cegueira;</p><p>* <strong>Hemorragia vítrea</strong> quando os neovasos comprometem o vítreo, substância transparente e gelatinosa que preenche o globo ocular, provocando a obstrução súbita da visão;</p><p>* <strong>Descolamento da retina</strong> causada pela tração do humor vítreo que separa as camadas da retina levando à visão de flashes de luz e manchas escuras. O tratamento cirúrgico deve ser imediato para evitar a perda da visão;</p><p>* <strong>Glaucoma neovascular</strong> decorrente da formação de neovasos na íris que pode aumenta a pressão intra-ocular e resultar na perda da visão.</p><p>O médico lembra que o diabetes gestacional geralmente surge a partir da 24ª semana de gravidez e regride após o nascimento do bebê. Entretanto, a partir da 12ª semana de gestação, mulheres que fazem parte dos grupos de risco devem fazer exame de tolerância à glicose para evitar doenças oculares e complicações gestacionais.</p><p>Devem estar alertas mulheres que apresentam:</p><p>* Hipertensão arterial<br
/> * Sobrepeso e gordura abdominal<br
/> * Histórico familiar ou pessoal de diabetes<br
/> * Crescimento excessivo ou lento desenvolvimento do feto<br
/> * Grande ganho de peso na gravidez<br
/> * Idade superior a 25 anos<br
/> * Baixa estatura</p><p>A principal recomendação do médico para controlar o desenvolvimento da doença é fazer uma dieta rica em proteínas, com pouco açúcar e carboidratos.<br
/>                                      </p><p>Fonte</p><p>Leôncio Queiroz Neto &#8211; Médico oftalmologista do Instituto Penido Burnier.<br
/>                                                    </p><p>*****<br
/>                                                        </p><p>Informações</p><p>Eutrópia Turazzi – LDC Comunicação<br
/> <a
href="mailto:eutropia@uol.com.br">eutropia@uol.com.br</a><br
/> F: (19) 3272-8784<br
/> Celular: (19) 9172-4437</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/gravidez-altera-visao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>A anestesia para o parto</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/a-anestesia-para-o-parto/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/a-anestesia-para-o-parto/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:06:14 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8157</guid> <description><![CDATA[Médico e paciente devem discutir juntos os diversos tipos e indicações de analgesia.
Desde a confirmação da gravidez, diversas são as dúvidas das futuras mamães, especialmente as de primeira viagem. Algumas delas, no entanto, podem ser facilmente resolvidas com uma boa conversa com um especialista. É o caso da anestesia para o parto. Várias são as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Médico e paciente devem discutir juntos os diversos tipos e indicações de analgesia.</p><p>Desde a confirmação da gravidez, diversas são as dúvidas das futuras mamães, especialmente as de primeira viagem. Algumas delas, no entanto, podem ser facilmente resolvidas com uma boa conversa com um especialista. É o caso da anestesia para o parto. Várias são as técnicas e indicações, e ninguém melhor do que o médico anestesiologista para explicar às gestantes como funciona todo o processo de analgesia, e quais as indicações para cada caso.</p><p><strong>As anestesia regionais, entre as quais se destacam os bloqueios neuroaxiais (peridural, raquianestesia e combinada raqui-peridural) são as mais utilizadas</strong>, explica o dr. Carlos Othon Bastos. Aplicadas adequadamente, são capazes de abolir completamente a dor de qualquer fase evolutiva do trabalho de parto, inclusive no parto normal.</p><p>“O parto normal, com a utilização de técnicas adequadas de analgesia espinhal, apresenta inúmeras vantagens para o binômio materno-fetal”, afirma dr. Carlos.</p><p>Além disso, explica ele, a anestesia diminui a sobrecarga cardiorrespiratória materna, que pode se tornar bastante intensa na progressão do trabalho de parto.</p><p>“Ao aplicar a anestesia, reduzimos a liberação de catecolaminas e outros hormônios e substâncias ligadas ao estresse e à dor, o que repercute de forma positiva sobre o concepto contribuindo para a manutenção de adequado fluxo sanguíneo útero-placentário”.<br
/>                                </p><p>Os avanços da anestesia</p><p>Um recente marco na anestesiologia foram os diversos estudos favoráveis e consequente proliferação do uso de opioides espinhais na década de 90, permitindo a redução significativa da concentração e da dose de anestésicos.</p><p>“Estes fármacos possibilitam a abolição da dor, porém mantêm o tônus motor e o equilíbrio necessários para um bom andamento do parto”, explica o anestesiologista.<br
/>                                      </p><p>Mitos e verdades</p><p>Um equívoco bastante comum é achar que a anestesia pode prejudicar a dilatação do colo do útero durante o trabalho de parto.</p><p>“Se realizada de forma adequada, com fármacos em quantidades e concentrações ideais, a anestesia regional interfere de forma mínima e, às vezes, até mesmo benéfica na evolução da dilatação do colo uterino. Assim, causamos diminuição insignificante da força motora, mantendo a capacidade da parturiente de atuar de forma ativa para o nascimento do concepto através dos esforços expulsivos”, pondera dr. Carlos.<br
/>                                                   </p><p>Prevenção de riscos<br
/>  <br
/> Apesar dos benefícios da peridural, há algumas contra-indicações. Mulheres que apresentem distúrbios adquiridos ou congênitos de coagulação, ou portadoras de algumas cardiopatias e doenças neurológicas, não devem se submeter a esse procedimento anestésico. Nestes casos, é necessário disponibilizar métodos alternativos de analgesia, como técnicas sistêmicas, para que não se privem do alívio da dor.</p><p>Complicações ocasionadas pela anestesia, embora raras, podem acontecer. Por isso, a anestesia deve ser realizada por médico anestesiologista, que é o profissional adequadamente treinado para o procedimento. Além disso, ter os equipamentos necessários para a analgesia e monitoramento da parturiente e do feto é imprescindível para identificar e tratar precocemente eventual intercorrência.<br
/>                                                </p><p>Fonte</p><p>Carlos Othon Bastos &#8211; Médico anestesiologista, membro da Comissão Científica da Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo (SAESP) e ex-presidente do Comitê de Anestesia em Obstetrícia da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA).<br
/>                               </p><p>*****<br
/>                                   </p><p>Acontece Comunicação e Notícias<br
/> Karina Paletta ou Monica Kulcsar<br
/> (11) 3873.6083 / 3871.2331<br
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href="http://www.acontecenoticias.com.br/">www.acontecenoticias.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/a-anestesia-para-o-parto/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Hidratação nasal é fundamental para proteger vias respiratórias dos efeitos nocivos da poluição</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/hidratacao-nasal-e-fundamental-para-proteger-vias-respiratorias-dos-efeitos-nocivos-da-poluicao-2/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/09/02/hidratacao-nasal-e-fundamental-para-proteger-vias-respiratorias-dos-efeitos-nocivos-da-poluicao-2/#comments</comments> <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:37:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Saúde]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=8151</guid> <description><![CDATA[Com o crescimento dos índices de poluição e a maior exposição ao ar condicionado, população precisa incorporar ao cotidiano o hábito da hidratação nasal, que é tão importante quanto o uso do filtro solar.
Novas tecnologias surgem dia após dia para garantir o desenvolvimento econômico aos países, mais comodidade e qualidade de vida aos seres humanos. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescimento dos índices de poluição e a maior exposição ao ar condicionado, população precisa incorporar ao cotidiano o hábito da hidratação nasal, que é tão importante quanto o uso do filtro solar.</p><p>Novas tecnologias surgem dia após dia para garantir o desenvolvimento econômico aos países, mais comodidade e qualidade de vida aos seres humanos. Mas tanto progresso traz também contratempos. Hoje, a maioria dos habitantes do planeta convive com a poluição atmosférica gerada pelas indústrias, lixões e esgotos industriais e domésticos, bem como com grandes congestionamentos viários (em alguns casos aéreos) e mudanças bruscas no clima, entre outros transtornos cotidianos.</p><p>São comuns também as diversas horas de exposição aos sistemas de ar condicionado, em ambientes fechados com grande número de pessoas e, conseqüente, maior exposição a partículas poluentes, vírus e bactérias, seja nos escritórios, aviões ou automóveis – com o agravante de que nem sempre os aparelhos têm a devida manutenção dos filtros.</p><p>Uma das consequências mais conhecidas e graves de tanta modernidade é o aumento do número de doenças respiratórias e de internações hospitalares, assunto que é há anos objeto de estudo do Dr. Paulo Saldiva.</p><p>“Com o aumento do volume de circulação de automóveis e caminhões, por exemplo, os índices de poluição, que estavam estabilizados nos últimos cinco anos, voltaram a crescer gradativamente agora, assim como o tempo de exposição das pessoas aos efeitos nocivos dos poluentes presentes no ar”, reforça o especialista.  Segundo ele, em grandes cidades como São Paulo, os habitantes despendiam por dia em média 1h45 no trânsito em 2008. No ano passado, esse tempo foi ampliado para 2h10. Durante este intervalo, as pessoas presas em seus veículos respiram praticamente todas as partículas liberadas pelos veículos ao seu redor.</p><p>O problema se agrava porque com a poluição, geralmente ocorre queda da umidade relativa do ar, que atualmente é de 6 a 18% menor nas grandes cidades no comparativo com as zonas rurais. “Esta situação exige ainda mais esforço das vias respiratórias superiores, responsáveis por filtrar o oxigênio que será levado até os pulmões”, enfatiza o Dr. Saldiva.</p><p>De acordo com Dra. Maura Neves, o uso constante dos sistemas de ar condicionado é outra questão a ser observada. “Os aparelhos, além de resfriarem o ambiente, retiram umidade do ar e nem sempre contam com a correta manutenção, juntando em seus filtros ácaros, bactérias, esporos, fungos, algas e outros poluentes, aos quais as pessoas ficam expostas diariamente.&#8221;</p><p>O nariz é a primeira linha de defesa do sistema respiratório contra a entrada dos agentes agressores, executando várias funções como umidificação, aquecimento, filtragem do ar inspirado e transporte mucociliar. Suas funções são afetadas por diversos fatores como poluição atmosférica, temperatura e umidade do ar, anatomia e volume da cavidade nasal, distribuição de fluxo sanguíneo, estresse emocional e tabagismo, que alteram a mucosa nasal, provocando ressecamento e, em alguns casos, congestão nasal.</p><p>Essa desidratação nasal resulta na redução da frequência do batimento  ciliar (aquela fina camada de cílios microscópicos da parte interna do nariz) e compromete a filtragem das partículas poluidoras, que entram no organismo e podem causar infecções respiratórias, intensificar crises de asma e até mesmo provar lesões pulmonares.</p><p>“A questão é que, em geral, as pessoas não dão a devida importância à irritação nas narinas, a sensação de ressecamento da mucosa nasal ou a pequenos sangramentos do nariz, que podem ser resultado de horas de exposição à poluição. Mas é preciso dar atenção a estes sintomas e cuidar da hidratação nasal, que garante o funcionamento adequado das vias aéreas superiores e impede as partículas poluentes de prejudicarem o sistema respiratório como um todo”, reforça Dra. Maura, ao comparar a necessidade de manter a mucosa nasal hidratada aos cuidados que a população deve ter com a proteção solar.<br
/>                                  </p><p>Os benefícios da hidratação nasal</p><p>* Manter o funcionamento adequado do sistema de defesa das vias respiratórias;<br
/> * Prevenir a ocorrência de sangramento nasal;<br
/> * Resistência e conforto respiratório nasal mesmo em condições climáticas agressivas (poluição, baixa umidade, frio e ar-condicionado).<br
/>                                                   </p><p>Fontes</p><p>* Maura Neves &#8211; Médica otorrinolaringologista do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP).</p><p>* Paulo Saldiva &#8211; Médico PhD do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental do Departamento de Patologia e professor de fisiopatologia pulmonar da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).<br
/>                                         <br
/>  <br
/>  <br
/> Sobre a Libbs</p><p>Presente no mercado de medicamentos éticos desde 1958, a empresa tem 1.356 funcionários e opera uma moderna fábrica e a unidade de química fina em Embu (SP). Distribuindo medicamentos em todo o País, é um dos poucos laboratórios farmacêuticos no Brasil que mantêm uma unidade industrial de química fina para produção de insumos para a indústria farmacêutica. Um dos maiores laboratórios farmacêuticos de capital nacional, a Libbs tem forte atuação também nas áreas cardiovascular, ginecológica, neuropsiquiátrica, gastroenterológica, respiratória, dermatológica e oncológica. Fabricante do Maxidrate, hidratação e conforto da mucosa nasal.<br
/>                              </p><p>*****<br
/>                                                  </p><p>Mais informações</p><p>Deborah Ferreira / Clezia Martins Gomes<br
/> Lide Soluções Integradas em Comunicação<br
/> Fone/fax: (11) 6011-1604 / 1608<br
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