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><channel><title>Revista Vigor - Movimento e Saúde &#187; Gripe A (H1N1)</title> <atom:link href="http://www.revistavigor.com.br/categoria/gripe-a-h1n1/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.revistavigor.com.br</link> <description>Revista Vigor - Movimento e Saúde</description> <lastBuildDate>Mon, 06 Sep 2010 17:39:30 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>H1N1 &#8211; doenças crônicas para vacinação</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/23/h1n1-doencas-cronicas-para-vacinacao/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/23/h1n1-doencas-cronicas-para-vacinacao/#comments</comments> <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:40:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=6459</guid> <description><![CDATA[Durante duas semanas, até o dia 2 de abril, gestantes, crianças de seis meses a dois anos e doentes crônicos (exceto idosos) receberão as doses da vacina. O público-alvo esperado é de cerca de 20,3 milhões de pessoas. A meta é imunizar pelo menos 80% dessas pessoas.   Os estados, em parceria com os municípios, são [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Durante duas semanas, até o dia 2 de abril, gestantes, crianças de seis meses a dois anos e doentes crônicos (exceto idosos) receberão as doses da vacina. O público-alvo esperado é de cerca de 20,3 milhões de pessoas. A meta é imunizar pelo menos 80% dessas pessoas.   Os estados, em parceria com os municípios, são responsáveis por divulgar os locais e os horários de vacinação. Em todo o país, são mais de 36 mil salas de imunização.<br
/>  <br
/> Todas as grávidas, independentemente do período de gestação, devem se vacinar. As mulheres que engravidarem após o fim dessa etapa poderão se imunizar nas fases seguintes. Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebês que já completaram seis meses de idade e os menores de dois anos. É muito importante que os pais ou responsáveis levem o cartão de vacinação da criança.<br
/>  <br
/> As crianças receberão uma dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Se a criança completar seis meses depois do dia 2 de abril, também poderá ser vacinada normalmente.<br
/>  <br
/> Em relação aos doentes crônicos, devem procurar os postos de vacinação pessoas com menos de 60 anos que têm problemas sérios de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer ou os chamados grandes obesos (veja lista abaixo). Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem. Não é necessário apresentar atestado médico para comprovar a doença crônica. “Optamos por não burocratizar o processo de vacinação. Confiamos no bom senso dos cidadãos. Aquele que se vacinar e estiver fora do grupo de risco deve saber que está tirando uma dose de alguém que realmente precisa”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Penna. Na dúvida, as pessoas devem procurar o médico mais próximo ou de sua confiança para receber orientações.<br
/>  <br
/> Os idosos que integram esse grupo devem aguardar. A população com mais de 60 anos terá uma etapa exclusiva, entre os dias 24 de abril e 7 de maio, juntamente com a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra gripe comum. Nesse período, todos os idosos serão imunizados contra a gripe comum, como acontece todos os anos. Se tiverem doenças crônicas, serão vacinados também contra a gripe pandêmica. Assim, o idoso só precisará ir ao local de vacinação uma única vez.</p><p>                                                 <br
/>  <br
/> Etapas de vacinação</p><p>A estratégia de vacinação contra a influenza pandêmica foi dividida em cinco etapas, para públicos específicos. A primeira fase da vacinação começou no dia 8 de março e termina nesta sexta-feira (19). É voltada para indígenas que vivem em aldeias e trabalhadores de serviços de saúde envolvidos diretamente na resposta à pandemia. Nas etapas seguintes, serão vacinados adultos de 20 a 29 anos (5 a 23 de abril); idosos, incluindo os que têm doenças crônicas (24 de abril a 7 de maio) e adultos de 30 a 39 anos receberão as doses (10 a 21 de maio).<br
/>  <br
/> Em cada uma das etapas, os postos de vacinação serão definidos pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. As vacinas serão distribuídas pelo Ministério da Saúde ao longo do período de vacinação, de acordo com cada etapa. Por isso, é importante que a população compareça aos postos de vacinação na data estabelecida para o grupo ao qual pertence. Ao todo o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.<br
/>  <br
/> Os grupos prioritários são aqueles que têm o maior risco de desenvolver formas graves da doença e de morrer. Eles foram definidos pelo Ministério da Saúde em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios (veja lista abaixo). Os critérios para definição dos públicos prioritários levaram em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados epidemiológicos observados na primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte.<br
/>  <br
/> A OMS recomendou a imunização de quatro grupos: trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de seis meses a menos de dois anos e adultos de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.<br
/>  <br
/>  <br
/> Algumas doenças crônicas para vacinação</p><p>Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações.<br
/>  <br
/> * Pessoas com grande obesidade (Grau III), incluídas atualmente nos seguintes parâmetros:<br
/> -      Crianças com idade igual ou maior que 10 anos com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 25;<br
/> -      Criança e adolescente com idade maior de 10 anos e menor de 18 anos com IMC igual ou maior que 35;<br
/> -      Adolescentes e adultos com idade igual ou maior que 18 anos, com IMC maior de 40.</p><p>* Indivíduos com doença respiratória crônica desde a infância (ex: fibrose cística, displasia broncopulmonar).</p><p>* Indivíduos asmáticos (portadores das formas graves, conforme definições do protocolo da Sociedade Brasileira de Pneumologia).</p><p>* Indivíduos com doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (ex: distrofia neuromuscular).</p><p>* Pessoas com imunodepressão por uso de medicação ou relacionada às doenças crônicas.</p><p>* Pessoas com diabetes.</p><p>* Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e outras doenças respiratórias crônicas com insuficiência respiratória crônica (ex: fibrose pulmonar, sequelas de tuberculose, pneumoconioses).</p><p>* Pessoas com doença hepática: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral.</p><p>* Pessoas com doença renal: insuficiência renal crônica, principalmente em doentes em diálise.</p><p>* Pessoas com doença hematológica: hemoglobinopatias.</p><p>* Pessoas com terapêutica contínua com salicilatos, especialmente indivíduos com idade igual ou menor que 18 anos (ex: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki).</p><p>* Pessoas portadoras da síndrome clínica de insuficiência cardíaca.</p><p>* Pessoas portadoras de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica:<br
/> -   Hipertensão arterial pulmonar<br
/> -  Valvulopatia</p><p>* Pessoas com cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular (fração de ejeção do ventrículo esquerdo [FEVE] menor do que 0.40).</p><p>*Pessoa com cardiopatia hipertensiva com disfunção ventricular [FEVE] menor do que 0.40.</p><p>* Pessoa com cardiopatias congênitas cianóticas.</p><p>* Pessoas com cardiopatias congênitas acianóticas, não corrigidas cirurgicamente ou por intervenção percutânea.</p><p>* Pessoas com miocardiopatias (Dilatada, Hipertrófica ou Restritiva).</p><p>* Pessoas com pericardiopatias.</p><p>                              <br
/> *****</p><p>Outras informações<br
/> Atendimento à Imprensa<br
/> (61) 3315 3580 e 3315 2351</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/23/h1n1-doencas-cronicas-para-vacinacao/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Site bebe.com.br esclarece dúvidas sobre a vacina da gripe suína para gestantes e crianças</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/23/site-bebe-com-br-esclarece-duvidas-sobre-a-vacina-da-gripe-suina-para-gestantes-e-criancas/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/23/site-bebe-com-br-esclarece-duvidas-sobre-a-vacina-da-gripe-suina-para-gestantes-e-criancas/#comments</comments> <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:21:04 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=6452</guid> <description><![CDATA[Portal responde as dez questões mais relevantes sobre a vacinação contra o vírus da Influenza A (H1N1).
 
A vacina contra gripe suína vem despertando polêmica. Quem pode realmente tomar sem correr nenhum risco? Esta é apenas uma das questões que rondam a cabeça das pessoas. Por isso, o site do Bebê (www.bebe.com.br), um dos mais completos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Portal responde as dez questões mais relevantes sobre a vacinação contra o vírus da Influenza A (H1N1).<br
/>  <br
/> A vacina contra gripe suína vem despertando polêmica. Quem pode realmente tomar sem correr nenhum risco? Esta é apenas uma das questões que rondam a cabeça das pessoas. Por isso, o site do Bebê (<a
href="http://www.bebe.com.br">www.bebe.com.br</a>), um dos mais completos portais para gestantes e mães do país, sempre atento aos assuntos importantes, preparou em seu canal Saúde um questionário esclarecedor sobre essa vacinação para as futuras mamães e crianças de 6 meses a 2 anos,  grupos que se mostraram suscetíveis ao contágio quando o vírus causador da doença provocou uma onda de epidemias em 2009.<br
/>  <br
/> São 10 perguntas e respostas, simples e diretas, que, com o respaldo de grandes especialistas da saúde, tiram as principais dúvidas sobre o assunto. Só para dar dois exemplos do que o site revela às internautas: <br
/>  <br
/> <strong>1. A vacina pode provocar algum efeito colateral?</strong></p><p>As vacinas contra a gripe tendem a provocar pouquíssimas reações. E, por isso, raramente causam algum tipo de alergia, por exemplo. No máximo, o local da aplicação poderá ficar um pouco avermelhado e dolorido. Em todo caso, não é recomendado que pessoas com alergias graves à proteína do ovo tomem essa vacina. Isso porque o vírus usado na sua  fabricação é criado em ovos embrionados. E, mesmo quando é extraído para compor o imunizante, pode carregar pequenas partes da proteína desse alimento.<br
/>  <br
/> <strong>2. Qual a diferença entre a vacina oferecida pelo governo e a oferecida pelas clínicas privadas?</strong></p><p>A vacina oferecida pelo governo será gratuita, mas protegerá apenas contra um dos subtipos do vírus influenza causador da gripe suína, o que parece ser mais freqüente de todos. Já o imunizante aplicado em clínicas particulares deverá ser trivalente, protegendo contra dois tipos de gripe A e um tipo de gripe B – que, segundo a Organização Mundial de Saúde, são os tipos mais circulantes no inverno no Hemisfério Sul.<br
/>  <br
/> Vale ressaltar que, de acordo com o calendário do Ministério da Saúde, gestantes, em qualquer período da gravidez poderão ser vacinadas nas unidades de saúde do dia 22 de março a 7 de maio. Já as crianças de 6 meses a 2 anos, deverão receber a vacina de 22 de março a 2 abril. Nas clínicas particulares, a vacinação poderá ser feita a qualquer momento.<br
/>  <br
/> As dez questões na íntegra podem ser conferidas dentro canal Saúde do site: <a
href="http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/vacina-contra-gripe-suina.php">http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/vacina-contra-gripe-suina.php</a><br
/>  <br
/>  <br
/> Site &#8211; <a
href="http://www.bebe.com.br">www.bebe.com.br</a><br
/> Link &#8211; <a
href="http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/vacina-contra-gripe-suina.php">http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/vacina-contra-gripe-suina.php</a><br
/>  <br
/>  <br
/> Sobre o site<br
/>  <br
/> O site do Bebê (<a
href="http://www.bebe.com.br">www.bebe.com.br</a>) foi lançado em setembro de 2007, pela Editora Abril, com o intuito de ser o mais completo para gestantes e mães do Brasil, falando de alimentação, saúde e educação para cada fase da maternidade, da descoberta da gravidez até os 5 anos completos do filho.<br
/> Ele também possui canais como: Família – que fala sobre a grande aventura de ser pai e mãe e do comportamento dos irmãos com a chegada do bebê; Programe a gravidez – com matérias sobre fertilidade, dicas de como preparar o corpo e sua carreira; e Calculadoras – onde as internautas podem estimar a data do parto, quando estarão férteis e até quantas vezes o coração do seu bebê bateu.</p><p>As usuárias cadastradas recebem newsletters personalizadas e periódicas sobre a fase que estão vivendo, o que as ajuda a se preparar para os desafios e compreender melhor as etapas do desenvolvimento de seus bebês.<br
/>  <br
/>  <br
/>  *****<br
/>  <br
/> Informações</p><p>CR Comunicação – Claudia Rubinstein<br
/> Jornalista responsável: Karen Moraes<br
/> Fone: (11) 3666-2695<br
/> Email: <a
href="mailto:karen@crcomunicacao.com.br">karen@crcomunicacao.com.br</a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/23/site-bebe-com-br-esclarece-duvidas-sobre-a-vacina-da-gripe-suina-para-gestantes-e-criancas/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>Cronograma de vacinação dos grupos prioritários</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/18/cronograma-de-vacinacao-dos-grupos-prioritarios/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/18/cronograma-de-vacinacao-dos-grupos-prioritarios/#comments</comments> <pubDate>Thu, 18 Mar 2010 15:24:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=6434</guid> <description><![CDATA[Saúde inicia campanha para orientar população sobre vacina contra gripe pandêmica.
Na internet, as pessoas poderão optar por serem avisadas, via e-mail, da data de vacinação de cada um dos grupos prioritários. Na página do Ministério da Saúde, o inernauta poderá cadastrar seu endereço eletrônico e selecionar a data de vacinação do grupo ao qual ele [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Saúde inicia campanha para orientar população sobre vacina contra gripe pandêmica.</p><p>Na internet, as pessoas poderão optar por serem avisadas, via e-mail, da data de vacinação de cada um dos grupos prioritários. Na página do Ministério da Saúde, o inernauta poderá cadastrar seu endereço eletrônico e selecionar a data de vacinação do grupo ao qual ele pertence ou tem interesse. O serviço estará acessível também em sites comerciais onde a campanha será veiculada. O cadastro via e-mail está disponível desde o dia 8 de março.<br
/>  <br
/> Serão distribuídos, ainda, 100 mil cartazes e 1 milhão de folders com as datas em que cada grupo deverá receber as doses, além do reforço das medidas de prevenção que todos os brasileiros devem adotar no dia-a-dia.<br
/>  <br
/> A estratégia nacional de vacinação será realizada entre 8 de março e 21 de maio, dividida em sete etapas, cada uma voltada para um público específico.</p><p>No período entre 15 de março e 21 de maio, será veiculada a terceira fase da campanha, com peças específicas convocando os diferentes públicos para a imunização contra gripe pandêmica.<br
/>  <br
/> No Brasil, a vacina está indicada para sete públicos prioritários: trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia, indígenas, gestantes, pessoas com doenças crônicas e obesidade grau 3, crianças de seis meses a menos de dois anos, adultos de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos (veja cronograma abaixo).<br
/>  <br
/> Os grupos prioritários são aqueles que têm o maior risco de desenvolver formas graves da doença e de morrer. Eles foram definidos em parceria com representantes de sociedades científicas, estados e municípios e entidades de classe. Os critérios para definição dos públicos prioritários levaram em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), os dados epidemiológicos observados na primeira onda da pandemia no Brasil e a experiência dos países do Hemisfério Norte. Ao todo, haverá vacinas disponíveis para 91 milhões de pessoas. A expectativa é vacinar pelo menos 80% desse público.</p><p>                                                                  <br
/>  <br
/> Medidas de prevenção</p><p>Além da publicidade voltada para a vacinação, o Ministério da Saúde divulga, desde o dia 22 de fevereiro, campanha de prevenção da gripe pandêmica, orientando os brasileiros sobre as formas de se proteger da doença. Com o slogan Quanto mais prevenção, mais proteção, as peças mostram situações do dia a dia e apontam os cuidados básicos de higiene para evitar contrair ou transmitir a doença. Entre as principais mensagens estão a importância de lavar as mãos com frequência, de não compartilhar alimentos e objetos pessoais e de cobrir o nariz e a boca com um lenço descartável ao tossir ou espirrar.<br
/>  <br
/> Além de mensagens gerais, o Ministério da Saúde optou por produzir filmes específicos para crianças e jovens com jingles que chamam a atenção desse público. Também foi produzido material para rádio. As peças da campanha já veiculadas ou em veiculação estão disponíveis no Portal Saúde – <a
href="http://www.saude.gov.br/">www.saude.gov.br</a>. São 125 mil cartazes e um milhão de folders. Todo material impresso das duas campanhas é enviado às Secretarias Estaduais de Saúde, que farão a distribuição aos municípios.<br
/>  <br
/> No Norte e Nordeste, onde o período de chuvas concentra-se no primeiro semestre do ano, a campanha de públicitária voltada para prevenção de gripe pandêmica foi antecipada. As peças publicitárias começaram a ser veiculadas nessas duas regiões no dia 8 de fevereiro.<br
/>                                            <br
/>                                      <br
/>  <br
/> Cronograma de vacinação dos grupos prioritários<br
/>  <br
/> * 08/03 a 19/03 &#8211; Trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia e indígenas.</p><p>* 22/03 a 02/04 &#8211; Gestantes (mulheres que engravidarem após esta data poderão ser vacinadas nas demais etapas da campanha).</p><p>* 22/03 a 02/04 - Doentes crônicos (Idosos com doenças crônicas serão vacinados em data diferente, durante a campanha anual de vacinação contra a gripe sazonal).</p><p>* 22/03 a 02/04 &#8211; Crianças de seis meses a menores de dois anos.</p><p>* 05/04 a 23/04 - População de 20 a 29 anos.</p><p>* 24/04 a 07/05  &#8211; Campanha Nacional de Vacinação do Idoso. Pessoas com mais de 60 anos vacinam contra a gripe comum. Aqueles com doenças crônicas também serão vacinados contra a gripe pandêmica.</p><p>* 10/05 a 21/05 &#8211; População de 30 a 39 anos.</p><p>                                                 </p><p>*****</p><p>Outras informações</p><p>Atendimento à Imprensa<br
/>  (61) 3315 3580 e 3315 2351</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.revistavigor.com.br/2010/03/18/cronograma-de-vacinacao-dos-grupos-prioritarios/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Pneumonia &#8211; de olho na prevenção</title><link>http://www.revistavigor.com.br/2010/01/21/pneumonia-de-olho-na-prevencao/</link> <comments>http://www.revistavigor.com.br/2010/01/21/pneumonia-de-olho-na-prevencao/#comments</comments> <pubDate>Thu, 21 Jan 2010 14:20:13 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcos Vinhal Campos</dc:creator> <category><![CDATA[Gripe A (H1N1)]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=6081</guid> <description><![CDATA[Manutenção correta de aparelhos de ar condicionado e vacinação reduzem as chances de contaminação.
Com a chegada do verão e temperaturas cada vez mais altas, ocorre um aumento do uso de sistemas de ar-condicionado. Estes equipamentos, quando não higienizados corretamente, e sem a manutenção adequada, são importantes abrigos de germes como a Legionella que pode provocar [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Manutenção correta de aparelhos de ar condicionado e vacinação reduzem as chances de contaminação.</p><p>Com a chegada do verão e temperaturas cada vez mais altas, ocorre um aumento do uso de sistemas de ar-condicionado. Estes equipamentos, quando não higienizados corretamente, e sem a manutenção adequada, são importantes abrigos de germes como a Legionella que pode provocar pneumonia.</p><p>Além das bactérias presente nos aparelhos, outros causadores de pneumonias frequentes são o pneumococo Haemophilus influenzae, mais comum em fumantes e portadores de DPOC; a Klebsiella e enterobactérias, presentes nos intestinos.</p><p>O grande responsável pelas pneumonias mais graves, bem como pela recente pandemia da gripe A-H1N1, é o vírus Influenza. De acordo com o pneumologista, não existe uma forma totalmente eficaz de se prevenir a pneumonia. Manter bons hábitos como alimentação saudável, atividade física e repouso adequado são fundamentais para um bom equilíbrio do sistema imunológico e contribuem com a prevenção de quaisquer doenças.</p><p>“A maneira mais adequada para prevenção contra o risco de morte por pneumonia é a vacinação anual contra a gripe, uma vez que uma doença está relacionada à outra. Em idosos, a vacinação reduz cerca 50% a mortalidade por doenças respiratórias quando comparados aos não vacinados. Em portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), bronquite e enfisema pulmonar, a redução chega a 70%”, afirma dr. Mauro Gomes.</p><p> </p><p>Conhecendo a pneumonia</p><p>As pneumonias são infecções que têm origem em bactérias ou vírus que penetram no interior dos pulmões devido a uma falha no sistema de defesa do sistema respiratório. Os casos de transmissão de uma pessoa para outra são raros, diferentemente da gripe.</p><p>Ocupando o ranking de maior causa de internações no Brasil, com aproximadamente 900mil/ano, a pneumonia registra um maior número de internações nos extremos de idade, ou seja, crianças e idosos acima de 60 anos. Eles fazem parte do grupo de maior risco de mortalidade em decorrência da patologia, que está em quarto lugar dos óbitos em todo o território nacional.</p><p>Além dos grupos de idades extremas, os portadores de doenças que comprometem o sistema imunológico, como câncer, aids, lúpus, insuficiência renal ou diabetes, além dos fumantes, também estão mais expostos ao risco de adquirir a pneumonia. O diagnóstico pode ser confirmado, na maioria dos casos, por meio de radiografia do tórax.</p><p>O tratamento da pneumonia emprega o uso de antibióticos específicos, de acordo com o tipo de germe. A terapêutica pode ser domiciliar, com medicações via oral, ou por internação hospitalar, definida de acordo com a gravidade da doença.</p><p>“Existe uma vacina específica contra o pneumococo, de eficácia limitada, e que deve ser administrada somente às pessoas com alto risco de adoecimento por essa bactéria. Ela é direcionada aos idosos, diabéticos, usuários de álcool, portadores de doença renal, pulmonar ou doença cardíaca crônica, entre outros”, comenta o pneumologista.</p><p>Em repetidos episódios de pneumonia é necessária uma avaliação médica criteriosa, verificando se existe sinusite crônica, doença do refluxo, deficiência do sistema imunológico, câncer de pulmão ou alterações na estrutura pulmonar como bronquiectasias, que são dilatações permanentes dos brônquios.</p><p> </p><p>Fonte</p><p>Mauro Gomes &#8211; Médico pneumologista, presidente da Sub-comissão de  Infecções Respiratórias e Micoses da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).</p><p> </p><p>*****</p><p> </p><p>Acontece Comunicação e Notícias<br
/> Kelly Silva ou Monica Kulcsar<br
/> (11) 3873.6083 / 3871.2331<br
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href="mailto:acontececom2@uol.com.br">acontececom2@uol.com.br</a><br
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isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=5979</guid> <description><![CDATA[As temperaturas aumentaram, mas os cuidados com a gripe A devem continuar. A diferença é que, com o calor, a sobrevida do vírus H1N1 no meio ambiente é mais curta, variando entre 20 a 30 minutos, ao contrário do inverno, quando ele sobrevive até oito horas. Este é o alerta do Dr. Rui Bocchino Macedo.
O médico [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>As temperaturas aumentaram, mas os cuidados com a gripe A devem continuar. A diferença é que, com o calor, a sobrevida do vírus H1N1 no meio ambiente é mais curta, variando entre 20 a 30 minutos, ao contrário do inverno, quando ele sobrevive até oito horas. Este é o alerta do Dr. Rui Bocchino Macedo.</p><p>O médico explica que a gripe A é transmitida pelo contato com secreções contaminadas. Por isso, medidas simples de higiene ajudam a conter a transmissão. “As aglomerações em casas de veraneio, por exemplo, podem favorecer o contágio”.</p><p>Dr. Macedo reforça que manter os cuidados tomados no inverno podem, além de diminuir os casos da gripe, prevenir outras doenças infectocontagiosas, como conjuntivites, viroses respiratórias, infecções por rotavírus e doenças próprias da infância. Os cuidados de higiene devem ser acompanhados por uma alimentação correta e pela ingestão abundante de líquidos. Quem já está doente deve redobrar os cuidados e evitar ainda mais as aglomerações.</p><p> </p><p>As principais recomendações para evitar a proliferação da gripe são:</p><p>* Ao tossir ou espirrar, cubra sempre o nariz e a boca com lenço de papel. Em seguida, jogue-o no lixo;</p><p>* Não compartilhe pratos, talheres, copos, toalha e objetos de uso pessoal;</p><p>* Lave as mãos com água e sabão após tossir ou espirrar, ao chegar em casa, antes e após as refeições e quando for ao banheiro. Se quiser, pode usar o álcool para a desinfecção;</p><p>* Prefira ambientes arejados e sem aglomeração de pessoas;</p><p>* Em caso de recomendação médica, utilize máscaras cirúrgicas para proteger outras pessoas.</p><p> </p><p>Fonte</p><p>Rui Bocchino Macedo &#8211; Médico do Exame Medicina Diagnóstica.</p><p>Para mais informações: <a
href="http://www.laboratorioexame.com.br/">www.laboratorioexame.com.br</a></p><p> </p><p> </p><p>Sobre o Exame Medicina Diagnóstica</p><p>Com 34 anos de atuação no mercado de Brasília, o Exame é considerado referência em medicina diagnóstica na região. O Exame faz parte da DASA, maior empresa de medicina diagnóstica e saúde preventiva na América Latina e quinta maior no mundo.</p><p> </p><p>Sobre a DASA</p><p>A DASA é a maior empresa de medicina diagnóstica e saúde preventiva da América Latina em termos de receita bruta e população e a quinta maior rede no mundo.</p><p> </p><p>*****</p><p> </p><p>Natália Monteiro<br
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isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=5369</guid> <description><![CDATA[Um dos perfis de pacientes incluídos no grupo de risco da gripe A é o de portadores de doenças cardíacas, muitos dos quais acima dos 60 anos de idade. Embora não estejam entre a maioria dos acometidos pelo vírus H1N1, o paciente cardiopata, quando contaminado, apresenta chances maiores de ter graves complicações.
“Os mecanismos de defesa [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Um dos perfis de pacientes incluídos no grupo de risco da gripe A é o de portadores de doenças cardíacas, muitos dos quais acima dos 60 anos de idade. Embora não estejam entre a maioria dos acometidos pelo vírus H1N1, o paciente cardiopata, quando contaminado, apresenta chances maiores de ter graves complicações.</p><p>“Os mecanismos de defesa em determinadas cardiopatias podem estar naturalmente deprimidos em função da própria doença de base, em especial quando a esta se associa à ocorrência de diabetes, uma patologia que frequentemente compromete a imunidade. Portadores de cardiopatias crônicas, como insuficiência cardíaca, também ficam mais vulneráveis”, afirma o Dr. José César Briganti.</p><p>As consequências da gripe A nesses pacientes podem ser desde uma evolução benigna à progressão de um quadro de pneumonia, com um posterior agravamento, se instalada uma síndrome de insuficiência respiratória, e até a morte.</p><p>Os cuidados preventivos são os mesmos: lavar as mãos constantemente, evitar locais com grande concentração de pessoas e aeração ineficiente, evitar o contato das mãos com olhos, boca e nariz antes de higienizá-las adequadamente e objetos de manuseio constante, como maçanetas, telefones etc.</p><p>“Um procedimento aconselhável a esses pacientes é que, como fazem parte do grupo de risco, quando começar a apresentar sinais sugestivos da doença, procure imediatamente seu médico que, por já o acompanhar, avaliará com mais precisão a necessidade de utilizar medicação específica. Esse é o grande diferencial: quanto antes iniciar a medicação indicada, melhor o prognóstico”, alerta Briganti.</p><p>No entanto, o médico ressalta que é preciso chamar atenção para o fato de que, embora esses pacientes estejam incluídos no grupo de risco, há casos bastante graves em indivíduos mais jovens, entre 20 e 50 anos, sem fatores de risco.</p><p>“Há uma hipótese de que a população acima de 60 anos já tenha entrado em contato com um vírus semelhante em algum momento da sua vida pregressa e, por isso, desenvolvido algum grau de imunidade. O vírus da gripe espanhola, que no pós-primeira guerra mundial dizimou no mundo todo grande número de pessoas, é um dos que apresentam características parecidas ao atual, mas isto ainda circula no terreno das hipóteses”, afirma dr. Briganti.</p><p> </p><p>Fonte</p><p>José César Briganti &#8211; Médico cardiologista, presidente da Regional São Carlos da SOCESP (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo).</p><p> <br
/> *****</p><p> </p><p>Assessoria de Imprensa</p><p>Acontece Comunicação e Notícias<br
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isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=5145</guid> <description><![CDATA[Orientações, já adotadas pelo Ministério da Saúde desde julho, incluem o uso de medicamentos para pacientes em estado grave.
Documento da Organização Mundial de Saúde (OMS) com recomendações aos países sobre o uso de antivirais no tratamento de pacientes infectados com o novo vírus A(H1N1) reforça o protocolo que o Brasil já vem adotando desde julho. [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Orientações, já adotadas pelo Ministério da Saúde desde julho, incluem o uso de medicamentos para pacientes em estado grave.</p><p>Documento da Organização Mundial de Saúde (OMS) com recomendações aos países sobre o uso de antivirais no tratamento de pacientes infectados com o novo vírus A(H1N1) reforça o protocolo que o Brasil já vem adotando desde julho. Entre as recomendações está a de que “pacientes saudáveis sem doenças complicadoras (comorbidades) não precisam ser tratados com antivirais”.</p><p> </p><p>Veja, abaixo, a tradução da nota da OMS e o link para a original, em inglês.</p><p>Recomendação ao uso de antivirais</p><p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) está nesta data emitindo orientações para o uso de antivirais no tratamento de pacientes infectados com o vírus pandêmico H1N1. As orientações representam o consenso atingido por meio de um painel internacional de especialistas que se basearam em todos os estudos disponíveis sobre a segurança e eficácia dessas drogas. Foi dada ênfase ao uso do Oseltamivir e do Zanamivir para prevenir os casos graves da doença e as mortes, reduzindo a necessidade de hospitalização e internações.</p><p>O vírus pandêmico é atualmente suscetível a ambas as drogas (conhecidas como inibidores da neuraminidase), mas resistentes a uma segunda classe de antivirais (os inibidores de M2). Em todo o mundo, a maioria dos pacientes infectados com o vírus pandêmico continua a apresentar sintomas típicos da gripe comum e em sua maioria se recuperam em uma semana, mesmo sem qualquer forma de tratamento médico.</p><p>Pacientes saudáveis sem doenças complicadoras (comorbidades) não precisam ser tratados com antivirais. Em termos individuais, decisões sobre iniciar tratamentos precisam ser baseadas em avaliações clínicas e conhecimento sobre a presença do vírus na comunidade.</p><p>Em áreas onde o vírus está circulando amplamente na comunidade, os médicos, no atendimento de pacientes com sintomas de gripe, devem assumir que a causa é o vírus pandêmico. Decisões sobre tratamento não devem esperar por confirmações laboratoriais de infecção do H1N1. Essa recomendação é baseada em relatórios, de várias fontes, que o vírus H1N1 rapidamente se torna uma forma dominante.</p><p> </p><p>Tratamento imediato de casos sérios</p><p>Dados analisados no painel indicam que o Oseltamivir, quando prescrito de forma correta, pode significar redução no risco de pneumonia (principal causa de morte para ambas gripes – tanto a pandêmica quanto a sazonal) e a necessidade de hospitalização.</p><p>Para pacientes que inicialmente apresentam a forma grave da doença ou cujo estado evolui para uma piora, a OMS recomenda o tratamento com o Oseltamivir o mais rápido possível. Estudos mostram que o tratamento realizado cedo, preferencialmente 48 horas após o aparecimento dos primeiros sintomas, é fortemente associado a uma melhora na evolução clínica.</p><p>Para pacientes com o caso severo ou com quadro de piora da doença, o tratamento deve ser providenciado mesmo se iniciado tarde. Onde o Oseltamivir não está disponível ou não pode ser usado por algum motivo, o Zanamivir pode ser administrado. </p><p>Essa recomendação se aplica a todos os grupos de pacientes, incluindo mulheres grávidas, e a todos os grupos etários, como crianças e bebês. Para pacientes com condições médicas subjacentes que aumentam o risco de uma manifestação mais severa da doença, a OMS recomenda tanto com Oseltamivir quanto com Zanamivir. Esses pacientes têm também que receber tratamento o mais cedo possível, sem que se espere o resultado dos testes laboratoriais. Como as grávidas estão incluídas nos grupos de grande risco, a OMS recomenda que elas também recebam o tratamento assim que os primeiros sintomas apareçam.</p><p>Ao mesmo tempo, a presença de comorbidades não significa necessariamente a existência de casos severos da doença. Em todo o mundo, cerca de 40% dos casos severos da doença têm ocorrido em pessoas anteriormente saudáveis, como crianças, adultos, usualmente com mais de 50 anos. Alguns desses pacientes apresentam súbita e rápida piora em suas condições clínicas, geralmente cinco ou seis dias após o aparecimento dos primeiros sintomas.</p><p>A piora clínica é caracterizada por pneumonia viral primária, que destrói o tecido pulmonar e não há resposta a antibióticos, seguida de falência múltipla de órgãos, incluindo coração, rins e fígado. Esses pacientes demandam cuidados intensivos em unidades de UTI, também com antivirais.</p><p>Médicos, pacientes e aqueles que demandam cuidados domiciliares precisam estar atentos a sinais de alerta que indiquem progresso para um caso mais grave da doença e indiquem ações urgentes, que podem incluir tratamento com Oseltamivir. Em casos de piora, os médicos devem considerar doses maiores de Oseltamivir e por períodos mais extensos do que os normalmente prescritos.</p><p> </p><p>Antivirais para as crianças</p><p>Na sequência da recente publicação de duas análises clínicas, algumas questões têm sido levantadas sobre a conveniência da administração de antivirais para crianças. Essas análises usaram dados que foram considerados pela OMS e por seu painel de peritos quando desenvolveram diretrizes atuais e refletem totalmente essas  recomendações.</p><p>A OMS recomenda tratamento antiviral para crianças com a forma mais severa da doença e àquelas com risco de complicações. Essa recomendação inclui todas as crianças abaixo de cinco anos, caso essa faixa etária esteja em risco de adquirir a forma mais severa da doença. De outra maneira, crianças saudáveis, com mais de cinco anos de idade, não precisam ser medicadas com antiviral – somente em caso da doença persistir ou piorar.</p><p> </p><p>Sinais de alerta em todos os pacientes</p><p>Médicos, pacientes e aqueles que demandam cuidados domiciliares devem ficar alertas a sinais perigosos que podem significar o progresso para um caso mais grave da doença. Como esse progresso pode ser rápido, a atenção médica deve ser procurada quando alguns dos sinais abaixo se manifestarem naqueles confirmados ou com suspeita de infecção pelo H1N1:</p><p>* Falta de ar, tanto durante atividades físicas ou em descanso<br
/> * Dificuldade em respirar<br
/> * Coloração azulada da pele<br
/> * Expectoração com sangue ou com cor forte<br
/> * Dor no peito<br
/> * Estado mental alterado<br
/> * Febre alta e persistente por mais de 3 dias<br
/> * Pressão sanguínea baixa<br
/> * Em crianças, sinais de alerta incluem respiração rápida ou dificuldade em respirar, falta de atenção, dificuldade de levantar, pouca ou nenhuma vontade de brincar. </p><p><a
href="http://www.who.int/csr/disease/swineflu/notes/h1n1_use_antivirals_20090820/en/index.html">http://www.who.int/csr/disease/swineflu/notes/h1n1_use_antivirals_20090820/en/index.html</a></p><p> </p><p>*****</p><p> </p><p>Atendimento à Imprensa<br
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isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=5141</guid> <description><![CDATA[Clip já está disponível no You Tube.
A volta às aulas trouxe também um receio das crianças com as muitas e desencontradas notícias sobre a gripe chamada de suína. Para que as crianças não entrem em pânico e entendam melhor algumas regrinhas de asseio para a prevenção do eventual contágio, é essencial uma forma de divulgação [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Clip já está disponível no You Tube.</p><p>A volta às aulas trouxe também um receio das crianças com as muitas e desencontradas notícias sobre a gripe chamada de suína. Para que as crianças não entrem em pânico e entendam melhor algumas regrinhas de asseio para a prevenção do eventual contágio, é essencial uma forma de divulgação leve e marcante ao mesmo tempo. Márcio de Araújo, irmão de Mauricio de Sousa e responsável pela produção musical do estúdio, tem grande experiência nesse público e acredita que as escolas são grandes interessadas nesse tipo de material. Foram mais de mil músicas criadas para shows, desenhos animados e clips da Turma da Mônica em 50 anos de vida da Mauricio de Sousa Produções.</p><p>“Criamos uma música daquelas que ficam na cabecinha das crianças e ao mesmo tempo vai fazê-las cantar aos pais e amigos. Usamos o youtube pela facilidade em baixar seus arquivos para serem utilizados principalmente em escolas. É o que está acontecendo.”, fala Márcio.</p><p>Para quem quer utilizar, basta entrar no endereço <a
href="http://www.youtube.com/clipsdaturma">www.youtube.com/clipsdaturma</a>. Lá poderá acessar uma explicação, sem música, sobre as dicas de prevenção da gripe H1N1 e o clip musical. Marcio ainda pretende colocar uma pequena explicação de como utilizar o vídeo para a campanha em escolas, creches, institutos, entidades públicas e ONGs ligadas à saúde. Juntamente com essa iniciativa será criado um blog com notícias e comentários do material colocado à disposição.</p><p>O vídeo só não pode ser utilizado em eventos ou produções comerciais para não ferir as normas de direitos autorais dos personagens utilizados.</p><p>Nesse mesmo endereço pretende colocar outros clips com música para campanhas sócio-educativas. A próxima é contra o fumo.</p><p>Mauricio de Sousa tem participado de diversas campanhas através do Instituto Mauricio de Sousa para prevenção de acidentes infantis, violência contra a criança, prevenção de queimaduras, direitos das crianças e tantos outros que fez com que a personagem Mônica fosse  escalada para ser Embaixadora da Unicef no Brasil.</p><p>“Já estamos presenciando várias escolas utilizando esse material nas salas de aula e é nossa intenção que sirva para fortalecer as campanhas que já estão sendo veiculadas”, completa Mauricio de Sousa.</p><p> </p><p>Mauricio de Sousa Produções<br
/> Animação clip: Júlia Bicudo<br
/> Letra e música: Márcio Araújo</p><p> </p><p>Sem Abraço, Sem Beijinho, Sem Aperto de Mão</p><p>Olha Gente, essa gripe que esta por ai é muito perigosa, por isso temos que tomar todos os cuidados pra não deixar ela se espalhar&#8230; mas alguns costumes tem que ser mudados viu</p><p>Sem abraço<br
/> Sem Beijinho<br
/> Sem aperto de mão    2x</p><p>Não é desprezo<br
/> É apenas proteção</p><p>Contra essa gripe que acabou de chegar<br
/> E com essa gripe não se deve vacilar</p><p>É o vírus influenza A H1N1<br
/> É a tal gripe suína que assusta qualquer um</p><p>Sem abraço<br
/> Sem Beijinho<br
/> Sem aperto de mão    2x</p><p>Não é desprezo<br
/> É apenas proteção</p><p>Por isso eu digo! A gente tem que se cuidar Pra não deixar essa gripe se espalhar viu</p><p>Por isso eu digo! A gente tem que se cuidar Pra não deixar essa gripe se espalhar</p><p>Sem abraço<br
/> Sem Beijinho<br
/> Sem aperto de mão</p><p>Não é desprezo<br
/> É apenas proteção</p><p>É isso ai cuide bem de você e ensine a sua turminha a se cuidar também</p><p>Sem abraço<br
/> Sem Beijinho<br
/> Sem aperto de mão   2x</p><p>Não é desprezo<br
/> É apenas proteção </p><p> </p><p>Sobre Mauricio de Sousa: </p><p>Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de S.Paulo) escrevendo reportagens policiais. Em 1959, criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica e tantos outros. Em 1970, lançou a revista Mônica, com tiragem de 200 mil exemplares. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini, que publica suas revistas desde 2007.</p><p>O autor já alcançou o extraordinário número de 1 bilhão de revistas publicadas.  Mais de 100 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir quase 3 mil itens com os personagens de Mauricio de Sousa, suas criações já chegaram a mais de 120 países, em 50 idiomas.</p><p>Em 2005, lançou o personagem Ronaldinho Gaúcho que em menos de um ano ganhou publicações em mais de 20 países e centenas de produtos infantis lançados na Europa.</p><p>Em 2007, num feito inédito, o UNICEF – Fundo das Nações Unidas para Criança e Adolescência – nomeou como embaixadora a personagem Mônica, criação de Mauricio inspirada em sua segunda filha. Nesta ocasião, Mauricio de Sousa foi nomeado Escritor para Crianças do UNICEF.</p><p>Suas mais recentes criações são Tikara e Keika, personagens especialmente criados para as comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil que já fazem parte das histórias da Turma da Mônica. Seu recente lançamento, Turma da Mônica Jovem, em 2008, é considerado o maior sucesso na área de quadrinhos dos últimos 30 anos – só as quatro primeiras edições venderam, juntas, mais de 1,5 milhão de exemplares.</p><p>Em 2009, Mauricio de Sousa completa 50 anos de carreira.</p><p>Para mais informações sobre A Turma da Mônica, visite: <a
href="http://www.monica.com.br">http://www.monica.com.br</a></p><p> </p><p>*****</p><p> </p><p>Informações</p><p>Litera – Construindo Diálogos<br
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isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=5131</guid> <description><![CDATA[Especialista da OMS elogia transparência de autoridades brasileiras e diz que país está certo em não indicar oseltamivir para tratar todo caso com sintoma de gripe.
O número de mortes causadas pela Influenza A (H1N1) no Brasil não indica que a nova gripe é mais fatal aqui do que em outro país. Esta é a avaliação [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Especialista da OMS elogia transparência de autoridades brasileiras e diz que país está certo em não indicar oseltamivir para tratar todo caso com sintoma de gripe.</p><p>O número de mortes causadas pela Influenza A (H1N1) no Brasil não indica que a nova gripe é mais fatal aqui do que em outro país. Esta é a avaliação de David Mercer, diretor regional do Departamento de Doenças Infecciosas da Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa. Para o dirigente, um dos fatores que explicam o número de óbitos registrados no país é a transparência do governo em divulgar os casos.</p><p>David Mercer também considerou acertada a política do Brasil para indicação do medicamento fosfato de oseltamivir, que segue as recomendações da própria OMS. De acordo com o protocolo do Ministério da Saúde, a droga não deve ser dada para todas as pessoas com sintomas de gripe. O medicamento é usado para tratar pacientes com doença respiratória grave, pertencentes a grupos de risco para complicações por influenza ou que tiveram uma piora repentina no estado de saúde.</p><p>O especialista da OMS falou com a Agência Saúde nesta quarta-feira (2), um dia depois de conceder entrevista a jornalistas em Lisboa (Portugal), onde participou de conferência para discutir novas estratégias de enfrentamento do A (H1N1).</p><p> </p><p><strong>Agência Saúde: Como o senhor avalia o número de mortes registradas no Brasil pela nova gripe?</strong></p><p><strong>David Mercer</strong>: Um dos fatores para explicar o grande número de registros no país é a transparência das autoridades em divulgar os casos. No Brasil, como nos Estados Unidos, que registram número de mortes maior, os governos são transparentes. Verifica-se uma qualidade no registro dos óbitos. Há alguns países que apontam como causa da morte de pessoas a pneumonia ou outras complicações – sendo que elas foram decorrentes da nova gripe. Não é que a doença seja mais virulenta ou o vírus mais fatal [no Brasil] do que em outros países, na Europa, África.</p><p> </p><p><strong>AS: Como o senhor vê a orientação do Ministério da Saúde de tratar com antiviral apenas os grupos de risco e casos graves?</strong></p><p><strong>DM:</strong> O procedimento foi correto. Essa política recomendada pela OMS aconselha que o tratamento seja dado só às pessoas com sintomas mais graves da nova gripe. Não dá para prevenir a doença com o antiviral. Ele é apropriado para as pessoas de grupos de risco, como gestantes, obesos e pessoas com problemas vasculares ou asma. A medicação também deve ser aplicada nas crianças, que podem ter mais complicações causadas pelo novo vírus. Mas não é necessário prescrever o antiviral para a maioria das pessoas.</p><p> </p><p><strong>AS: O que o senhor achou da estratégia inicial do Brasil de reforçar os cuidados com pessoas vindas de fora do País em portos, aeroportos e zonas de fronteira?</strong></p><p><strong>DM:</strong> Na fase muito inicial da pandemia, essa é uma medida correta para tentar conter a disseminação do vírus. Mas, agora que a doença se espalhou em vários países, algumas restrições não são mais válidas. Por exemplo, não é preciso deixar de viajar para um local específico para não pegar a gripe A. O ideal é focar em medidas de prevenção, especialmente a constante higienização.</p><p> </p><p><strong>AS: Com a chegada do inverno, a OMS acredita que haverá um aumento no número de casos na Europa?</strong></p><p><strong>DM:</strong> A OMS está planejando e trabalhando com um aumento de casos no Hemisfério Norte. Mas nós estamos preparados e já adotamos medidas de vigilância, assistência e prevenção para que a situação não se agrave com o inverno.</p><p> </p><p><strong>AS: E qual é a expectativa de vacinação contra a nova gripe? Em que pé está esse processo?</strong></p><p><strong>DM:</strong> Bem, a vacina está em fase de testes clínicos. O que já podemos adiantar é que essa vacina só imunizará contra a Influenza A (H1N1). Quem quiser se proteger contra a gripe sazonal terá que tomar a vacina específica. Então, as duas vacinas são necessárias, dependendo do caso e do grupo de risco.</p><p> </p><p><strong>AS: Mas haverá vacina suficiente para todo mundo?</strong></p><p><strong>DM:</strong> Já se sabe da possível escassez de vacina contra a Influenza A (H1N1). Por isso, cada governo deve ter cuidado em garantir a imunização, primeiro, para os grupos de risco. Todos [desses grupos] devem estar protegidos contra a nova gripe. Certamente, o Brasil estará numa posição melhor que alguns países porque terá a produção local da vacina contra o A (H1N1). Mas claro que muitos fatores ainda devem ser levados em conta, como quantas pessoas terão de ser vacinadas.</p><p> </p><p>Fonte</p><p>Agência Saúde</p><p> </p><p>*****</p><p> </p><p>Outras informações<br
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isPermaLink="false">http://www.revistavigor.com.br/?p=5102</guid> <description><![CDATA[O uso intensivo de álcool para desinfecção por conta da gripe A (H1N1) preocupa a PRO TESTE porque análises feitas pela entidade comprovam que o produto pode se incendiar facilmente, mesmo na versão em gel, um perigo sobretudo para as crianças. A PRO TESTE , a Associação Paulista de Medicina e a ong Criança Segura, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>O uso intensivo de álcool para desinfecção por conta da gripe A (H1N1) preocupa a PRO TESTE porque análises feitas pela entidade comprovam que o produto pode se incendiar facilmente, mesmo na versão em gel, um perigo sobretudo para as crianças. A PRO TESTE , a Associação Paulista de Medicina e a ong Criança Segura, entre outras entidades da sociedade civil  desenvolvem uma campanha permanente pela restrição da venda do produto com alto grau alcóolico.</p><p>O objetivo é conscientizar os brasileiros dos riscos do uso do álcool em ambiente doméstico – para limpeza ou acendimento de churrasqueiras e lareiras. E que a Câmara Federal vote o Projeto de Lei 692/2007  que proibe a venda do produto para fins domésticos. É um produto muito perigoso, facilmente inflamável e responsável pela maior parte dos acidentes com queimaduras em nosso país.</p><p>As crianças são as maiores vítimas. Sabe-se que quanto maior seu teor alcoólico, mais riscos oferece. Além disso, as embalagens não são seguras, nenhuma das nove marcas em líquido e nove em gel que a PRO TESTE  testou em 2007 traz sequer uma trava nas embalagens. As entidades defendem a proibição da venda do álcool líquido para fins domésticos com alto teor alcoólico e a substituição por outro item não inflamável, e luta para que o governo controle a venda do produto.</p><p>O uso intensivo do álcool em gel por causa pandemia de gripe A (H1N1) no país encareceu o produto que até se tornou difícil de encontrar. O produto é utilizado principalmente na higienização das mãos, para ajuda a eliminar o vírus. Eficaz na eliminação de germes o álcool precisa ser utilizado com cuidado, pois o poder bactericida pode não compensar os altos riscos.</p><p>A PRO TESTE, em parceria com outras entidades civis, acompanha a tramitação do Projeto de Lei 692/2007  que está na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara Federal. Foi designado como relator, em 5 de agosto,  o deputado Fernando de Fabinho (DEM –BA) que é contra a restrição da venda do álcool líquido como pretende o projeto. Não há prazo para votação porque o projeto está na fase de apresentação de emendas.</p><p> </p><p>*****</p><p> </p><p>Assessoria de Imprensa APM<br
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