Cinco dicas para tornar a vida sexual mais feliz

Como melhorar o sexo após os 60 anos

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O Brasil já não é um país tão jovem. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2050, o número de pessoas com mais de 60 anos irá ultrapassar os dois bilhões no mundo e, no Brasil, serão mais de três milhões. Com uma população ativa após os 60 anos, será cada vez maior a busca por mecanismos para tornar o sexo prazeroso em qualquer idade, driblando doenças que prejudicam a vida sexual nesta faixa etária. Durante a 16o Conferência Mundial de Medicina Sexual, que aconteceu em São Paulo em outubro, especialistas indicaram quais são as tecnologias que têm ajudado a tornar a vida sexual cada vez mais saudável e como ser mais feliz nesta fase.

* Criatividade

Sexo não precisa ser um malabarismo. Com a idade, algumas posições tornam-se desconfortáveis, então o ideal é investir na criatividade. Preliminares, toques mais demorados, curtir o corpo do outro e dar carinho é o ideal.

* Nova fase

Não fique se comparando aos 20 anos. O sexo é diferente, mas não quer dizer que não seja prazeroso. Aproveite os anos de sabedoria para agradar o parceiro. Mais do que um ato físico, sexo é uma situação. Crie momentos inesquecíveis.

* Se cuide – a medicina te ajuda

* Mais vigor

Com o passar do tempo, muitos medicamentos contra a disfunção erétil podem perder o efeito ou serem contraindicados por causa de problemas cardíacas comuns com o envelhecimento. Neste momento, alguns homens que querem manter a vida sexual ativa não sabem o que fazer. Especialistas afirmam que um dos tratamentos mais eficazes para a disfunção erétil grave, no entanto, é ainda bastante desconhecido entre os brasileiros. A prótese peniana é a terceira opção de tratamento para disfunção erétil, de acordo com o urologista Carlos Ricardo Doi Bautzer, do Hospital Sírio-Libanês, é indicada quando o homem não responde mais ao tratamento medicamentoso e às injeções intracavernosas. “Ela é um implante que substitui o processo natural de ereção do homem”, afirma. As versões mais modernas da prótese peniana trazem antibióticos contidos no implante, para minimizar o risco de infecção.

* Rede de proteção

Um dos maiores problemas enfrentados após os 60 anos é a incontinência urinária. De acordo com um estudo publicado em fevereiro pela Universidade Federal de São Paulo, 53% das mulheres com incontinência urinária apresentam disfunção sexual e 44% perdem urina durante a relação. Em casos mais leves, apenas exercícios físicos e fisioterapia podem ajudar, por isso é indicado procurar suporte médico. Para casos mais graves, a solução é a implantação de um sling, uma fita sintética colocada para sustentar a uretra feminina, que restabelece os ligamentos e evita a perda de urina. “Os slings são bastante efetivos em mulheres com incontinência. Recentemente, foram desenvolvidos “slings” de implantação mais fácil”, explica o urologista Carlos Sacomani, responsável pelo Ambulatório de Disfunções Miccionais do Hospital A.C. Camargo Cancer Center. São slings minimamente invasivos indicados para pessoas com mais idade ou mais peso.

* Driblando a flacidez

Com o passar do tempo, músculos que sustentam os órgãos pélvicos podem ficar flácidos e se deslocar para a parede da vagina. Além de desconforto durante a relação sexual, nos casos mais graves a condição chamada de prolapso genital causa a sensação de que há uma saliência na vagina, como se fosse uma bola. Em casos mais leves, exercícios pélvicos são indicados. Quando a flacidez é severa, a única solução pode ser uma cirurgia, que “fixa” os órgão internos, muitas vezes com auxílio de uma tela sintética especial. Hoje há cirurgias minimamente invasivas, seja por via vaginal ou abdominal para o tratamento dos prolapsos. Um dos tratamentos mais modernos para a condição é uma tecnologia chamada de Elevate, que possibilita uma cirurgia mais rápida e pouco invasiva com apenas uma incisão vaginal.

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Mariana Sala
Agência NoAr
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