Dia das crianças – cuidados com a saúde desde cedo

O dia das crianças está chegando, mas com a saúde não se brinca. O acompanhamento médico deve iniciar antes mesmo do nascimento, durante o pré-natal. Já na primeira consulta do bebê, a criança realiza o Teste do Pezinho, para a detecção precoce de possíveis doenças. A partir disso, inicia o check-up infantil que deve ser feito com ainda mais carinho e atenção, pois uma criança saudável será um adulto saudável.

De acordo com Dra. Natasha Slhessarenko, a idade ideal para que a criança inicie a realização periódica de exames depende do histórico familiar, hábitos de vida e dos sintomas que ela apresenta, porém, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a realização do hemograma em todos os bebês de 9 a 12 meses, idade de grande vulnerabilidade de anemia por carência de ferro.

“Além disto, assim que a criança começa a andar, é recomendada também a coleta de fezes, para verificar a presença de parasitose intestinal (vermes), muito comum no Brasil. Estes parasitas causam sintomas como dores de barriga e diarreia, além de impactar no ganho de peso da criança”, explica a médica.

Segundo a especialista, a Sociedade de Cardiologia Pediátrica também sugere a realização do perfil lipídico nas crianças a partir dos 10 anos, mas em alguns casos o cuidado deve ser antecipado. “Hoje em dia, com a grande quantidade de crianças obesas, ou histórico familiar de doenças cardiovasculares, temos procurado fazer este exame antes. Dependendo do caso, também realizamos exames de glicemia e hemoglobina glicada, para diagnosticar possível pré-diabetes”, reforça.

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Atendimento especializado

Entre os preparos necessários para a coleta de sangue e realização de exames nos pequenos, está um tratamento mais humanizado. “Até o período de jejum deve ser reduzido. Dos primeiros meses aos cinco anos tentamos reduzir o tempo de jejum para duas ou três horas. Lembrando que hoje em dia a maioria dos exames nem precisam mais desta pausa”, afirma a pediatra.

Para Dra. Natasha, todo o ambiente no laboratório para as coletas infantis deve ser diferenciado para que os pacientes mirins se sintam confortáveis, seguros e mais tranquilos, e para que, distraídas, não pensem no medo da agulha. “O ambiente deve ser colorido, decorado e com muitos brinquedos. Pensando nisso, todas as unidades do laboratório Pasteur contém salas de coleta infantis”, exemplifica a médica.

Além do ambiente, o espaço de atendimento infantil conta com profissionais experientes, que já trabalharam em área pediátrica e possuem habilidade para realizar a coleta menos invasiva possível.

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Fonte

Natasha Slhessarenko – Médica pediatra do laboratório Pasteur.

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Julia Carneiro
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