Parar de fumar – mitos e verdades

O tabagismo é um problema que atinge milhares de brasileiros. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência de doenças ligadas ao fumo. Se o consumo de produtos, como cigarros, charutos e cachimbos não diminuir, esse número aumentará para 10 milhões de mortes anuais até o ano de 2030.

O Dr. Rafael Munerato comenta os 10 mitos e verdades sobre parar de fumar.

1. Se você já está doente, tirar o prazer de fumar não vai te fazer bem.

Mito. “Parar de fumar sempre faz bem”, diz Dr. Rafael Munerato. Ele explica que quando a pessoa larga o vício, recupera alguns anos perdidos e ganha muito em qualidade de vida. Quando a pessoa já está doente, parar de fumar auxilia na recuperação.

2. Só não para de fumar quem não quer.

Mito. “Algumas pessoas acreditam que só fuma quem não tenta parar, mas não é verdade”. O tabagismo é considerado uma doença e causa uma dependência séria pelo uso da nicotina, que é uma droga altamente viciante.

3. O pulmão volta ao normal quando o vício acaba.

Mito. “O pulmão não se regenera”. Porém, as defesas do órgão não ficam mais inibidas e começam a agir no organismo. Segundo Dr. Rafael “quem para de fumar tem mais tosse do que os que ainda fumam” porque o corpo quer limpar a “sujeira”.

4. Parar de fumar deixa a pessoa mais nervosa.

Verdade. A nicotina aumenta o poder de concentração e, ao ser tragada, faz com o cérebro libere serotonina. É isso que dá a sensação de prazer aos fumantes, porém ela é momentânea. O médico aconselha que a pessoa que deseja parar de fumar busque outras formas de liberar a substância, como a prática de esportes, por exemplo.

5. Parar de fumar é um caminho a ser percorrido sozinho.

Mito. A decisão de parar de fumar deve ser tomada pelo tabagista, porém é muito mais difícil parar sozinho. Para o cardiologista, “é preciso acompanhamento médico”. Com ajuda profissional e técnicas já testadas, é mais fácil acabar com o vício.

6. Cigarro é mais viciante que maconha.

Verdade. Não existem comprovações, ambas são drogas que reagem diferentemente no organismo. No entanto, a venda do cigarro de tabaco é legalizada, portanto, a droga é mais acessível.

7. Os cigarros com filtro light, de sabor e de cravo são menos prejudiciais.

Mito. “Todas as diferentes linhas de cigarro são prejudiciais”. Alguns cigarros têm menor concentração de nicotina e as pessoas acabam fumando em maior quantidade para suprir o vício.

8. Só se para de fumar quando o vício é substituído por outro.

Mito. A substituição é apenas uma das técnicas para parar de fumar. “Os tabagistas podem trocar um vício ruim por um que faz bem como, por exemplo, a prática de exercícios”.

9. As pessoas engordam quando param de fumar.

Mito. Nem todas as pessoas engordam quando param de fumar. O que acontece é que, ao acabar com o vício do tabagismo, os cinco sentidos ficam mais aguçados e os ex-fumantes sentem mais cheiros e sabores, deixando-os com desejo de comer mais.

10. Parar de fumar tem que ser de uma vez só.

Mito. É possível parar gradativamente. “Existem táticas e planos para alcançar o objetivo envolvendo o uso de outras drogas que funcionam aos poucos”, sugere o cardiologista. Adesivos, gomas de mascar e alguns princípios ativos agem como a nicotina e podem retirar a fissura por cigarro aos poucos.

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Fonte

Rafael Munerato – Médico cardiologista do laboratório Pasteur.

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Sobre o Pasteur Medicina Diagnóstica

O Pasteur nasceu há 38 anos em Brasília e atualmente possui 26 unidades de atendimento no Distrito Federal e Entorno. Considerado referência no segmento de medicina diagnóstica, o laboratório disponibiliza aos clientes serviços com qualidade e credibilidade. E, para quem não tem plano de saúde, o programa Pasteur Popular oferece exames com preços acessíveis para toda a família. A marca conta, ainda, com o projeto Pasteur Melhor Idade, que oferece assistência diferenciada para idosos e uma série de vantagens, como descontos especiais no valor dos exames de análises clínicas, anatomia patológica e imagem. Com o objetivo de buscar continuamente mais conforto aos pacientes, o laboratório desenvolveu o conceito de atendimento integrado na Mega Unidade Taguatinga Norte, que oferece mais de três mil tipos de exames de análises clínicas, anatomia patológica e diagnóstico por imagem no mesmo local.

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Bruna Gulart
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