Pressão alta pode ser fatal

A hipertensão arterial contribui para o desenvolvimento de AVC, infarto, além de outras doenças cardiovasculares

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Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 24% da população brasileira adulta sofre com a doença. A Secretaria de Saúde (SES-DF) estima que no Distrito Federal, foram registrados mais de 400 mil casos de hipertensão em 2012.

Porém, grande parte dos pacientes não sabem que sofrem com a patologia. “Esta é uma doença silenciosa. Então, a população acredita em alguns mitos sobre os sintomas. Dor de cabeça e tonturas não são sinais da doença. A melhor forma de diagnosticar essa enfermidade é realizar a aferição da pressão”, afirma o cardiologista Lucimir Henrique Maia.

A hipertensão é uma condição do organismo, que age como um mau funcionamento do corpo. “A pressão alta é desencadeada por uma série de fatores não modificáveis e modificáveis. Algumas pessoas, por exemplo, já nascem com algumas determinações genéticas, que predispõem o desenvolvimento da patologia”, detalha.

Dr. Lucimir alerta para os fatores externos ligados ao estilo de vida. “Os fatores modificáveis apresentam grande contribuição para o surgimento e agravamento da hipertensão arterial. Sobrepeso, obesidade, tabagismo, sedentarismo, alcoolismo, estresse psicossocial, distúrbios de sono e má alimentação são alguns desses fatores.”

Além disso, a pressão alta é uma enfermidade característica de idosos. “Com o passar dos anos e com o envelhecimento, as paredes dos vasos sanguíneos se tornam mais enrijecidas, causando maior pressão e força sanguínea”, esclarece. O médico acrescenta que, por isso, controlar os fatores externos é uma ótima saída para prevenir e retardar o surgimento da hipertensão arterial.

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Cuidado, pressão alta pode matar

O Dr. Lucimir Henrique Maia alerta que a hipertensão arterial contribui para o desenvolvimento de outras doenças, que podem ser fatais. “Pressão alta descontrolada pode levar a casos de acidente vascular cerebral (AVC), infarto, além de outros problemas cardiovasculares.”

O médico garante que o tratamento desta enfermidade depende muito da conscientização do paciente e de um acompanhamento médico regular. “A pessoa deve mudar todo o estilo de vida, adotando hábitos saudáveis. Apenas retirar o sal da alimentação não é o suficiente. Se as mudanças não controlarem a pressão, é prescrito um medicamento”, conclui o cardiologista.

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Fonte

Lucimir Henrique Maia – Médico cardiologista do Hospital do Coração do Brasil, em Brasília.

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Christiana Ribeiro
(55 61) 3039-8101 / 8491-0038
christiana.ribeiro@imagemcorporativa.com.br




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