Tuberculose – hábitos saudáveis ajudam a prevenir a doença

Não há métodos sistemáticos de prevenção
Manter o sistema imunológico fortificado é o melhor caminho

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No dia 24 de março, é comemorado o Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil foram registrados mais de 70 mil casos da doença em 2013.

A pesquisa aponta que a patologia acomete mais homens e mulheres de 25 a 34 anos, porém é mais prevalente na população masculina. No ranking de incidência da tuberculose, o Brasil ocupa o 17º lugar entre os 22 países com alta circulação da bactéria. Além disso, a enfermidade é a 4ª causa de morte por doenças infecciosas no país.

A Dra. Eliana Bicudo, explica que a doença é transmitida de forma direta, de uma pessoa à outra. “O portador da doença expele o agente infeccioso por meio do sistema respiratório durante a tosse.”

Dra. Eliana reforça que, por isso, as pessoas mais próximas do paciente diagnosticado devem tomar muito cuidado com o contato, evitando utilizar os mesmos utensílios e ficar em locais pouco ventilados.

Entre os principais sintomas estão tosse, febre, perda de peso e sudorese noturna. Contudo, a infectologista alerta que, além do pulmão, a enfermidade pode acometer outros órgãos, o que modifica os sinais. “Por isso, é muito importante que ao perceber alguns desses sintomas, a pessoa procure um especialista imediatamente. E lembre-se, tosse por mais de 3 meses pode ser tuberculose, mesmo sem febre e outros sintomas.”

Não existem métodos sistemáticos para prevenir a doença. A melhor forma é manter o corpo sempre saudável e o sistema imunológico fortificado. “Má alimentação, falta de higiene, tabagismo e alcoolismo são fatores que causam uma baixa resistência orgânica, afetando o sistema imunológico. Então, manter bons hábitos de vida é fundamental para ficar longe da doença”, comenta Dra. Eliana.

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Tratamento

Dra. Eliana Bicudo, esclarece que o tratamento da doença é feito à base de antibióticos, sendo muito eficaz. Porém, não pode ser encerrado sem orientação médica. “O processo de cura da doença leva alguns meses. Em muitos casos, o paciente percebe uma melhora e abandona a medicação. Isso não pode ocorrer, pois para a bactéria ser eliminada do nosso organismo precisa ser realizado o ciclo completo da medicação. Só assim, o paciente consegue a cura total”, conclui.

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Fonte

Eliana Bicudo – Médica infectologista do Hospital Santa Luzia, em Brasília.

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Christiana Ribeiro
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