Quedas de temperatura aumentam incidência de doenças

Brasília tem registrado temperaturas baixas desde o mês passado. De acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no último dia 23 de abril, a capital federal registrou a temperatura mais baixa do ano (14,9 °C). Com isso, cresce o risco de adquirir gripes, infecções respiratórias e alergias, doenças comuns nesta época do ano.

Fatores como as diversas alterações climáticas durante o dia, o aumento da poluição, a suspensão de partículas no ar e a estiagem colaboram para que o organismo seja vítima de vírus e inflamações. Segundo o Dr. Jaime Rocha, apesar de apresentar sintomas semelhantes, o resfriado e a gripe são provocados por vírus distintos e devem receber atenções diferentes.

“O resfriado tem duração curta, o vírus permanece do organismo apenas três dias, e apresenta sintomas mais leves, como coriza e dores leves no corpo. Já a gripe é agressiva e exige mais atenção, os sintomas duram, em média, uma semana e podem causar febre, fortes dores no corpo, tosse seca e falta de ar”, esclarece.

Nesta época do ano, também, são comuns infecções de garganta, causadas por vírus e bactérias, que provocam irritação, febre, tosse e rouquidão. “Neste caso, uma dica simples é a hidratação constante, o tempo frio e seco estimula a proliferação destes vírus”, explica o especialista.

Outras patologias oportunistas da estação são as doenças respiratórias, como a asma brônquica e alergias. O médico ressalta que a asma brônquica, popularmente conhecida como bronquite, é uma doença pulmonar que provoca chiados e dificuldades para respirar, é muito comum no outono, estação em que as pessoas ficam mais expostas à poluição, fumaça e pólen.

Já entre as alergias, a campeã é a rinite, inflamação das vias respiratórias provocada por variações climáticas bruscas e o contato com poeira e poluentes. Livros, roupas e cortinas são locais propícios para o acúmulo de ácaros e fungos e podem desencadear crises alérgicas. “Para evitar isso é importante realizar limpeza periódica em lugares que acumulam poeira. Estes locais devem ser limpos, pelo menos, uma vez por semana”, orienta o médico.

O infectologista destaca, ainda, que cuidados básicos ajudam a prevenir esse tipo de doença. “Não utilize vassouras para limpar a casa. Elas levantam poeira, ácaro e mofo e isso facilita o contato com as vias áreas. Outra dica é evitar deixar a casa fechada, sem ventilação, pois isso propicia a proliferação de vírus e bactérias”, finaliza Dr. Jaime Rocha.

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Fonte

Jaime Rocha – Médico infectologista  do laboratório Pasteur.

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Gabriel Valério
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