Estaria a sua alimentação deixando você doente?

Apesar dos avanços da medicina e da tecnologia, a população mundial está adoecendo em proporções assustadoras, e muitas doenças já são consideradas epidêmicas, ou seja, aumentaram tanto, em número, num espaço de tempo tão pequeno, que levantam suspeitas e alertas. É o caso da Doença de Hashimoto, que afeta a glândula da tireoide, a Esclerose Múltipla, cujo comprometimento do sistema nervoso central resulta na má condução elétrica dos nervos, o Lúpus Sistêmico, quando rins e outros tecidos podem ser danificados ou destruídos e a Artrite Reumatoide, que compromete as articulações e pode atingir, também, pulmão e coração. Isso para citar apenas algumas doenças, pois a lista continua.

Sem dúvida alguma podemos dizer que, hoje, estes são os males que afligem milhões de pessoas no mundo inteiro, afetando não somente adultos de todas as idades, mas também as crianças. Só nos Estados Unidos existem mais de 300.000 crianças acometidas pelas doenças reumáticas, e enquanto temos certeza de que não mais morreremos de tuberculose, por exemplo, não contamos com a mesma garantia quando se trata das doenças inflamatórias: o mal do século.

Mas o que são estas doenças que há 40 ou 50 anos não ouvíamos falar e por que atingiram, na atualidade, patamares fora do controle? E ainda, será que podemos evitar ser o próximo a figurar nas listas de estatística das doenças crônicas e degenerativas? Talvez sim, se medidas drásticas forem tomadas imediatamente. E a primeira delas é a conscientização.

Muito embora as ciências ainda não tenham uma resposta concreta a respeito da origem das doenças auto-imunes, vale a pena investigar as mudanças de hábitos e ambientais, criadas pelo homem nas últimas quatro ou cinco décadas, na ânsia de viver mais e melhor, e observar se as “supostas” melhorias no estilo de vida respondem por parte dos problemas.

Os adoçantes artificiais, por exemplo, figuram entre as suspeitas. O acesulfame potássio, adoçante artificial usado em alimentos, refrigerantes, balas e chicletes, não somente é visto como um possível carcinogênico, como também é responsável pelo comprometimento da glândula tireoide. Pior ainda é o fato de que este produto já está sendo usado em combinação com o aspartame. E, aparentemente, o efeito sinergético desses dois adoçantes é desconhecido.

O que podemos afirmar, sem medo de errar, é que o aspartame, criado há quase meio século, hoje é altamente criticado e apontado por pesquisadores, médicos e cientistas como responsável por causar diversos males à saúde. No entanto, ainda é amplamente utilizado pela indústria alimentícia em refrigerantes diet, iogurtes, chicletes, molhos, produtos sem açúcar, cereais e etc. E muito embora o adoçante tenha sido aprovado pelo FDA, hoje existem inúmeras denúncias de casos de Lúpus Sistêmico e diagnósticos de Esclerose Múltipla provocados pelo envenenamento do uso de produtos diets ou sem açúcar, mas que nem sempre o consumidor sabe das possíveis implicações do consumo destes produtos. É o caso das chamadas bebidas diets ou zero e uma enorme linha de produtos sem açúcar.

Pelo menos 90 sintomas de envenenamento pelo uso do aspartame, presente em mais de 4000 produtos industrializados, incluindo uma lista de 80 medicamentos, já foram identificados. Desde dores de cabeças, urticárias, dormência dos membros, espasmos musculares, convulsões à problemas de descolamento de retina e fala arrastada. Estes são apenas alguns dos indícios, e muitas pessoas estão sendo diagnosticadas, erroneamente, com Esclerose Múltipla ou Lúpus Sistêmico quando, na verdade, elas estão sendo intoxicados por metanol. Pois o aspartame, em temperaturas acima de 30˚C, é convertido em metanol e posteriormente em ácido fórmico, que tem efeito tóxico no sistema nervoso. Como a temperatura do corpo humano é em média de 36˚C, toda vez que ingerimos o adoçante este é transformado em ácido fórmico – poderoso veneno.

Outro ingrediente presente na nossa alimentação associado a diversas doenças auto-imunes é o glúten: proteína encontrada no trigo, centeio e cevada. Escondido em pizzas, massas, pães, tortas, cervejas, molhos e comidas processadas o glúten pode estar destruindo a saúde de muitas pessoas sem que elas saibam.

No entanto, segundo pesquisadores, cientistas e médicos não é o glúten que torna o trigo que consumimos um “veneno perfeito e crônico”, mas sim o fato de que hoje usamos uma qualidade de trigo geneticamente modificado com características muito diferentes do trigo que usávamos há cinquenta anos.

O “The New Journal of Medicine” catalogou pelo menos 55 doenças relacionadas à doença celíaca ou a intolerância ao glúten. Entre elas encontramos a Artrite Reumatoide, Esclerose Múltipla, Ataxia Cerebelar, Doença de Hashimoto, Osteoporose e outras.

De difícil diagnóstico – o método mais seguro é a biópsia do intestino – e ainda bastante desconhecida, a doença celíaca ou intolerância ao glúten nem sempre é apontada, pelos médicos, como uma das possíveis causas de doenças auto-imunes, e muitas vezes os pacientes iniciam o tratamento dos sintomas das doenças sem eliminar a causa. O que pode, com o passar do tempo, levar ao agravamento da doença auto-imune.

O antigo ditado, “Você é o que você come!”, está provando ser uma grande verdade! Se você suspeita que algo não está bem e deseja ter uma boa saúde, investigue, experimente e tente. O melhor remédio é uma boa alimentação, mas hoje é preciso saber comprar. Alimentos orgânicos não são caros. Caro é não ter saúde!

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Declaração

Fora estudos práticos, as informações desse artigo foram baseadas em pesquisas conduzidas pelo autor e estas não devem substituir o seu relacionamento com médicos qualificados e não devem ser entendidas como um conselho médico. A intenção é partilhar conhecimento e informação vindos a partir de pesquisas e experiências do autor. A autora encoraja a todos que façam suas próprias decisões médicas levando em conta suas próprias pesquisas auxiliadas por profissional médico qualificado.

                                                                                                                                                                                                                                                                                   .

Autora

Rosanne Martins – Bióloga, química, terapeuta holística, palestrante motivacional e autora do livro “Por Que Sonhar Se Não Para Realizar”.

Visite o site da autora: www.rosannemartins.com.br.

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Informações para imprensa

Denise Monteiro
denisemonteiro.comunicacao@gmail.com
(11) 99442-7777 / 5073-4954




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