Os riscos do beijo na boca no Carnaval

Carnaval é época de festa, curtição e beijo na boca, mas para manter a saúde em dia, o dentista Anderson Bernal explica sobre as doenças que podem ser transmitidas através da saliva. E são muitas! Tuberculose, gripe, resfriado, faringite, amigdalite, hepatite B, rubéola, caxumba, sarampo, catapora e meningite são as doenças mais fáceis de detectar e diagnosticar. “Logo, a pessoa geralmente já sabe que está doente e evita contato com os outros”, declara o especialista. Algumas outras doenças possuem sintomas que podem ser confundidos com complicações simples, o que faz com que muitas pessoas possam ser portadoras de algum vírus sem ter conhecimento disso.

São elas:

* Mononucleose (conhecida como “a doença do beijo”) – Alguns dos sintomas são febre alta, dor de cabeça, inchaço no baço, aumento de gânglios no pescoço e nas axilas, mal-estar e fadiga. É causada pelo vírus chamado Epstein-Barr, da família Herpesviridae, e se manifesta entre trinta e cinquenta dias após o contato com ele.

* Citomegalovírus – Apresenta sintomas parecidos com os da mononucleose, mas se a pessoa não estiver com o sistema imunológico em baixa, a infecção também pode ser assintomática. Em casos mais graves pode comprometer o sistema digestivo, o sistema nervoso central e a retina de algumas pessoas. Pode ser transmitido de diversas outras maneiras além da saliva, como por exemplo, via respiratória (tosse, espirro, fala e afins), relação sexual sem proteção ou transfusão de sangue. É da família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e herpes zoster.

* Herpes simples – No início surge uma pequena coceira em alguma região próxima a boca. Em seguida aparecem pequenas bolhas agrupadas. O rompimento dessas bolhas libera um líquido cheio de vírus, e por isso é a fase mais perigosa, pois o contágio se torna mais fácil. Após o contágio, o vírus estará sempre presente no corpo de quem o possui.

* DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) – A AIDS não é transmitida pelo beijo, pois na saliva não é possível encontrar o HIV viável em concentração capaz de gerar infecção. Já a Sífilis pode raramente ser transmitida pelo beijo, mas somente se na boca da sua parceira existir uma lesão ativa da sífilis, como por exemplo, o cancro.

Para se prevenir, além de uma boa escovação e de limpezas dentais periódicas, Dr. Anderson aconselha “curta com moderação. Beijar desconhecidos facilita a transmissão de doenças”. Outro fator importante é observar o aspecto da pessoa a ser beijada, se não existir nenhuma lesão sangrante, já é um bom sinal, finaliza o dentista.

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Fonte

Anderson Bernal – Formado pela Universidade de Santo Amaro (UNISA); Especialista em estética dental e focado na reabilitação oral pela Universidade Metodista (UMES); Diretor do ‘Instituto Anderson Bernal de Odontologia’; Referência no desenvolvimento de padrões dentais e faciais, além dos procedimentos odontológicos variados e ações de responsabilidade social para educar pessoas de baixa renda sobre higiene e cuidados bucais.

 

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