Tênis – visita de Roger Federer e início do verão ajudam a motivar a prática do esporte no país

Evento com o tenista suíço em São Paulo e chegada da nova estação são combustível extra para ficar em forma com a ajuda do esporte
          

Roger Federer realizou sua primeira visita ao Brasil entre os dias 6 e 8 de dezembro, a apenas duas semanas do início do verão. A chegada do jogador e da nova estação são também um incentivo extra para quem quer ficar em forma para os próximos meses e ainda não decidiu que atividade praticar. O número 2 do mundo – e tenista que ficou por mais tempo na liderança do ranking da ATP – participou em São Paulo de um evento com partidas entre várias estrelas do esporte, como Jo-Wilfried Tsonga, Maria Sharapova, Bruno Soares, Victoria Azarenka, Serena Willians e Thomaz Bellucci (um dos seis tenistas nacionais patrocinados pela Wilson no país).

O encontro de atletas de ponta é uma boa motivação para a escolha do tênis, que, além de apresentar uma série de benefícios para a saúde, está cada vez mais acessível no Brasil. Suzana Silva, treinadora nacional do Departamento de Capacitação da Confederação Brasileira de Tênis, constata uma transformação no perfil dos praticantes: “Com as novas tecnologias dos equipamentos, qualquer pessoa realmente pode aprender. Ficou muito mais fácil se iniciar no esporte.  Mas, basicamente, o perfil é constituído por pessoas dinâmicas, que gostam de movimento, de suar a camisa e fogem da monotonia dos exercícios de ginástica e de corridas”.

Com a possibilidade de ser praticado ao ar livre, o tênis é uma excelente opção para quem não quer ficar preso nas academias durante a temporada de calor. A prática do esporte traz ganhos na estética e na saúde mental e física, sem deixar nada a dever aos exercícios em esteiras, bicicletas e outros aparelhos. “O tênis trabalha o sistema cardiovascular, com grande solicitação da musculatura do tronco, glúteos e pernas.  Os tenistas possuem  tônus muscular, mas mantém a flexibilidade, pois para alcançar bolas difíceis um atleta precisa ser maleável”, explica Suzana (também colunista da Revista Tênis e do site Tenisbrasil).

Ela lembra que o tênis também não impõe barreiras de idade: “A literatura fala que a melhor época para começar é por volta de 7 anos, mas eu indicaria aulas e brincadeiras com bola e raquete assim que a criança demonstrar interesse! Também temos ótimas experiências com adultos que nunca pensavam que poderiam aprender tênis, e ficam maravilhados com a possibilidade real de fazê-lo”.

De acordo com dados da Wilson, em relação a 2011, houve um aumento de nada menos do que 27% na venda de raquetes de profissionais este ano, com 9.178 unidades comercializadas. As bolinhas superaram a barreira do milhão, com venda de 372 mil tubos de três unidades cada.

Estes números demonstram o crescimento do esporte no Brasil, onde o tênis já atravessou outras épocas de grande popularidade. A mais recente foi impulsionada pelas conquistas de Gustavo Kuerten, que chegou ao topo do ranking da ATP em 2000. Além desta fase, vale lembrar as vitórias de Maria Esther Bueno em Wimbledon no final dos anos 1950 e na década seguinte, e o desempenho de Thomaz Koch e Edson Mandarino na Copa Davis também nos anos 60.
   

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María Emilia Grande | Letra Grande
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