Diabetes é considerada problema de saúde pública

Endocrinologista do laboratório Pasteur alerta que mais de três milhões de diabéticos morrem anualmente no mundo
         

Cerca de 5% da população do Distrito Federal maior de 18 anos é diagnosticada com Diabetes, revela a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada pelo Ministério da Saúde. No Brasil, são mais de seis milhões de adultos diabéticos. Além disso, a doença atinge mais de 200 milhões de pessoas no mundo. Para conscientizar a população sobre a enfermidade, na próxima quarta-feira (14) será comemorado o Dia Mundial de Combate à Diabetes.

O endocrinologista do laboratório Cedic Cedilab, Mauro Scharf, ressalta que a Diabetes é hoje considerada um sério e crescente problema de saúde pública em países desenvolvidos e em desenvolvimento devido ao aumento de sua prevalência, morbidez e mortalidade. A maioria das pessoas apresenta o tipo 2 da doença e está na faixa etária de 45 a 64 anos. O médico explica, ainda, que o tipo 1 é resultado da destruição das células produtoras de insulina do pâncreas. Essa destruição é provocada por células de defesa (anticorpos) do próprio organismo, que reconhecem as células produtoras de insulina como estranhas, um mecanismo chamado de resposta autoimune.

“Algumas vezes, esses anticorpos são encontrados no sangue. Não se sabe exatamente a causa que inicia o processo, mas existem pesquisas indicando fatores genéticos, vírus, dentre outros”, esclarece o especialista. Ele acrescenta que a Diabetes do tipo 1 representa entre 10 e 20% dos casos e requer, obrigatoriamente, o uso de insulina. Além disso, a doença inicia mais comumente na infância e na adolescência, porém, pode começar, também, na idade adulta. Representa entre 10 e 20% dos casos e requer, obrigatoriamente, o uso de insulina.

Já a Diabetes tipo 2 representa entre 80 e 90% dos casos. Este tipo da doença resulta de um mecanismo duplo, pois existe tanto uma resistência à ação da insulina nas células do organismo quanto uma redução progressiva da produção de insulina pelo pâncreas. O endocrinologista destaca que o tipo 2 começa frequentemente na idade adulta, entretanto, devido ao número crescente de obesos no mundo, cresce cada vez mais a incidência entre crianças. “A Diabetes está associada ao excesso de peso, à vida sedentária, à idade avançada, além de ter forte influência hereditária. Assim, filhos de pais diabéticos devem fazer a dosagem da glicose no sangue com mais frequência, a fim de diagnosticar a doença precocemente”, alerta.

Dr. Scharf lembra que a enfermidade têm vários sintomas, entre eles sede excessiva, vontade de urinar diversas vezes, perda de peso (mesmo sentindo mais fome e comendo mais do que o habitual), visão embaçada, infecções repetidas na pele ou mucosas, machucados que demoram a cicatrizar, cansaço inexplicável e dores nas pernas. Mas, em vários casos, não há sintomas importantes até que o paciente apresente um quadro grave. “O paciente pode passar muito tempo, às vezes anos, para descobrir a doença. Isto ocorre com maior frequência no tipo 2. Portanto, é importante pesquisar Diabetes em todas as pessoas com mais de 40 anos de idade”, reforça. O diagnóstico de Diabetes pode surgir durante os exames de rotina e, quanto mais cedo for a descoberta, maiores as chances de controlar a doença. Os exames mais comuns para avaliação do controle glicêmico são o teste de glicemia, o teste de hemoglobina glicada (HbA1C) e o de curva glicêmica.

O especialista lembra que as mortes ocasionadas pela Diabetes chegam a mais de três milhões por ano no mundo. “Se a glicose não é controlada e permanece em níveis altos durante muito tempo, aumentam as chances do surgimento de complicações como doenças cardíacas, dos rins, cegueira e amputação de membros”, finaliza.
                     

Fonte

Mauro Scharf – Médico endocrinologista do laboratório Cedic Cedilab.
            

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Isabella Ximenes
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