Dicas e orientações sobre a saúde bucal para deixar crianças e pais mais felizes

No Mês da Criança, a Faculdade São Leopoldo Mandic aproveita para ressaltar procedimentos, condutas e orientações sobre a dentição na infância e assim contribuir para que os pequenos – e seus pais – tenham dentes saudáveis e vivam mais felizes. Dúvidas e curiosidades sobre a fase da troca de dentes, melhor época para usar aparelho ortodôntico, como proteger os dentes durante as brincadeiras e o que fazer se um dente quebra num impacto são temas frequentes que a São Leopoldo Mandic esclarece para homenagear a garotada.

A fase do “Patinho Feio”, apelidada carinhosamente na literatura odontológica ao se referir à troca dos dentes de leite pelos permanentes, pode durar entre os 5 e 11 anos. O sorriso se transforma, a pronúncia é alterada e a chegada da maturidade vai se estampando no rosto.

“São pequenos dentes de leite convivendo com permanentes enormes, que parecem desproporcionais ao tamanho da boca. Sem contar os espaços entre um dentão e outro, muitas vezes inclinados para o lado, que dá um aspecto de dentes tortos. Essa desordem só vai ter fim com o nascimento dos caninos permanentes superiores, que deslocam os incisivos centrais e laterais, bem como outras estruturas, reposicionando-os e corrigindo o aspecto de ‘patinho feio’”, observa o  Dr. Gabriel Politano.
    

Sequência ideal

De acordo com o Dr. Politano, o início dessa etapa pode se dar entre os 5 e 7 anos e o término entre 9 e 11 anos, dependendo do desenvolvimento fisiológico de cada um. Quando a troca começa, a criança tem 20 dentes e termina com 28, pois neste período nascem os molares permanentes, sendo dois superiores e dois inferiores, em cada lado. Somente perto dos 18 anos nascem os sisos, elevando o número para 32 dentes nos adultos em geral.

Não há uma regra exata para a substituição dos dentes, mas a sequência ideal é caírem primeiro os da frente e depois os de trás. A exceção fica por conta dos caninos da arcada superior, que são os últimos a serem trocados.

Os dentes caem sozinhos, independente se a criança estimula seu amolecimento ou não. Morder algo duro ou cutucar o dente mole com os dedos pode antecipar a queda, mas essa provocação não se faz necessária. A extração do dente de leite precisa ser feita pelo dentista quando o permanente nasce atrás e ele não cai sozinho.

A escovação na fase de troca de dentes deve que ser reforçada e que não há problema se o atrito da escova provocar pequenos sangramentos. “Quando o dente está apontando a gengiva fica sensível e mais suscetível a inflamações”, ressalta Dr. Politano. 
       

* Aparelho dentário: quando usar

Não é preciso esperar a troca total dos dentes para usar aparelho ortodôntico. O especialista alerta que, em casos em que os ossos maxilares tiverem sido deformados (por uso excessivo de chupeta, por exemplo), quanto mais cedo ocorrer os procedimentos de correção, mais chances de sucesso. “O retorno destes ajustes na fase de crescimento da criança é mais rápido”, argumenta.

* Quebrou o dente, e agora?

Procedimentos corretos e urgentes na hora que quebra ou perde um dente durante brincadeiras ou esportes que requerem muito movimento e contato são cruciais para salvar a aparência. Quando o dente é quebrado num impacto, é importante manter hidratada a parte que soltou em soro – caseiro ou industrializado – ou leite e seguir rapidamente ao dentista, que pode voltá-lo ao lugar selando com resina.

Se na queda o dente permanente sai inteiro, deve-se encaixá-lo de volta e rumar para o dentista, que o fixa no lugar apoiando-o nos dentes vizinhos com materiais específicos e, num determinado prazo, esses apoios são retirados. “É como se faz quando um braço é quebrado. A proximidade entre as partes separadas – forçada por um período de engessamento – faz o osso voltar ao lugar. O mesmo processo acontece com o dente”, explica o professor. O sucesso desse reimplante é bastante controverso para dentes de leite, por isso, de um modo geral, os dentes de leite não devem ser reimplantados. Deve-se entrar em contato imediatamente com o dentista, que tomará a decisão em cada caso.

O dentista orienta que, ao ocorrer um impacto no dente, mesmo que não sangre, escureça ou não quebre, é importante visitar o dentista naqueles dias para que ele examine e faça radiografias. “Podem ocorrer traumas não visíveis no primeiro momento, como por exemplo, rompimento de raiz, dias ou meses depois o dente começar a doer ou a mudar de cor”, aponta o especialista.
    

Fonte

Gabriel Politano – Professor da disciplina de Odontopediatria da Faculdade São Leopoldo Mandic.

 

 

Sobre a Faculdade São Leopoldo Mandic

Considerada pelo MEC uma das dez melhores instituições de ensino superior do País pelo 4ª ano consecutivo, a Faculdade São Leopoldo Mandic ocupa a 6ª posição no Índice Geral de Cursos (IGC). Estruturada com laboratórios de última geração, modernas salas de aula, um centro de radiologia com equipamentos digitais, tomógrafo e clínicas para o ensino prático da profissão, a instituição oferece aos alunos vivência prática da odontologia, atividades de pesquisa e prestação de serviços comunitários.  A Faculdade São Leopoldo Mandic está sediada em Campinas onde oferece cursos de graduação e pós-graduação e conta com nove unidades educacionais pelo País: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus e Vila Velha, oferecendo cursos de pós-graduação em todas as áreas da Odontologia.

Para mais informações acesse: www.slmandic.edu.br.
       

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