Brainspotting é eficaz na melhora do desempenho esportivo

“O pugilista Edson Foreman chegou em meu consultório desanimado com seu desempenho esportivo. Relatou que estava treinando de 2 a 3 dias por semana, quando o ideal seriam 5 dias. Queixou-se de uma tendinite no joelho direito que o limitava para pular corda e correr, atividades fundamentais para seu condicionamento físico. Considerando seu quadro, decidi usar o Brainspotting, por viabilizar profunda integração entre corpo e mente. Depois de três sessões Edson passou a fazer o dobro das séries de exercícios que fazia em um dia e a sua dor no joelho diminuiu. Depois da quinta sessão estava treinando todos os dias e aumentou ainda mais sua série de exercícios. No dia seguinte a sexta sessão, enviou a mensagem ‘Karamba Dra. consegui fazer 12 min. de corda hoje!! fala sério tô feliz demais!’. Um dia depois mais uma mensagem ‘Dra. consegui fazer 45 min. de esteira hoje tô feliz demais!’”, relata a Dra. Giovana Tessaro.

Brainspotting é uma ferramenta neurobiológica que serve para diagnosticar e tratar sintomas que não conseguem ser elaborados por nossa capacidade cognitiva e consciente. A técnica promove mudanças fisiológicas com consequências psicológicas. Criada em 2003 por David Grand, Ph.D., a técnica acessa profundamente nosso corpo identificando as regiões que precisam ser trabalhadas. Atinge um sistema de nosso cérebro que mapeia permanentemente todos os níveis corporais, sincronizando as informações e equilibrando nossa saúde. Aproveitando este mecanismo natural, a técnica identifica desequilíbrios, permite que o organismo processe o desajuste e surja um estado mais adaptativo e saudável para o paciente. O Brainspotting é simples e proporciona melhorias que podem ser observadas em poucas sessões ou até mesmo em uma única sessão.

Segundo a Dra. Giovana Tessaro, no aprimoramento esportivo a relação entre mente e corpo fica mais evidente. “Muitos atletas apesar de dedicados, e com corpos tecnicamente perfeitos para o desempenho de determinada atividade, podem se sentir “travados” para atingir seus objetivos. As causas mais comuns de bloqueios são gerados no processo de aprendizagem, treinamento, perda de competições, traumas físicos, cirurgias, dificuldades ou surpresas decorrentes da fama. Os bloqueios também podem estar relacionados a questões pessoais, como perda de pessoas queridas, conflitos amorosos, situações de humilhação, etc. O importante é que nosso corpo sempre tem a resposta, mesmo que inconscientemente. Com o Brainspotting podemos rastrear e dissolver a causa do ‘travamento’ para que o atleta possa se superar”, diz a psicóloga.

Esportistas, frequentemente, sofrem traumas físicos. Um trauma físico é capaz de gerar um trauma psicológico. Esta situação é evidenciada nos casos de atletas que após um trauma físico e seu restabelecimento não conseguem mais atingir o desempenho anterior. Segundo a Dra. Giovana Tessaro, nosso cérebro emocional pode guardar as informações da situação traumática quase que em sua forma original sem conseguir processar no cérebro que esta situação já faz parte do passado. “Um exemplo é a dor fantasma. Pessoas que perderam um membro mas ainda sentem dor nele: a dor é gerada no cérebro”, explica a Dra. Giovana.

Assim, parte do cérebro vê que está melhor, mas o cérebro emocional trabalha como se a região afetada, anteriormente, ainda estivesse machucada, enviando a mensagem: “cuidado, você está machucado!”. “Por isso, o baixo desempenho. Essa tentativa de proteção do cérebro pode acabar gerando mais traumas, inclusive no mesmo lugar do primeiro trauma uma vez que diminui o desempenho e potencial adequado do corpo de se auto-proteger considerando a realidade do meio ambiente”, comenta Giovana. O cérebro não só entende que a região está machucada como a mantém machucada. O Brainspotting tem a capacidade de “digerir” a informação que fica no cérebro emocional para que ele entenda que a experiência traumática está no passado e que agora o atleta pode retomar suas atividades com mais sabedoria e a saúde do presente.

“Com o Brainspotting podemos trabalhar os traumas psicológicos gerados por traumas físicos e também as ‘feridas’ emocionais. Por ser uma ferramenta que estimula mecanismos de cura e desenvolvimento do nosso cérebro, esta técnica tem se destacado na otimização do desempenho”, finaliza Dra. Giovana.
                

A visão do Paciente – Edson Foreman (pugilista)

Antes de chegar a terapia, Foreman se sentia desanimado e sem vontade de treinar em certos dias. Após as primeiras sessões, notou muita diferença. Sentiu mais garra e vontade para treinar. Sentiu diferença também no rendimento físico.

O tratamento do atleta durou apenas 4 meses. “Infelizmente não pude continuar o tratamento, mas com certeza quero retornar ao trabalho com a Dra. Giovana”, diz Foreman.

Segundo o pugilista, as conclusões foram as melhores possíveis. “Um atleta não pode se basear só no seu desempenho físico hoje em dia. O esporte, e principalmente o esporte de contato como o meu, exige um preparo mental fora do comum. A Dra. Giovana me mostrou isso, me ajudou para que eu me encontrasse psicologicamente e também a conseguir o meu máximo como boxeador”.

O atleta diz que a terapia o ajudou muito na melhoria de seu desenvolvimento esportivo. “Hoje, consigo focar mais nos meus treinos, procuro não envolver lado pessoal com profissional e, principalmente, consegui aumentar o meu rendimento físico no treino que antecede as lutas”, conclui Foreman.

 

Fonte

Giovana Tessaro – Psicóloga – clínica e terapeuta em EMDR e Brainspotting; especializanda em neuropsicologia e especialista em Administração.
  

Serviço

Dra. Giovana Tessaro
(41) 9995-4585
www.giovanatessaro.com.br
         

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