Vidrado no vídeo game

Piscar menos, para ganhar mais pontos no jogo, pode levar as crianças aos sintomas comuns  do olho seco, uma doença crônica,  caracterizada pela diminuição ou alteração da produção da lágrima
             

Com as férias, aumenta o tempo livre para o vídeo game e o computador. Esta ação, tão natural nos dias de hoje, pode levar as crianças a piscarem menos que o necessário para a correta lubrificação dos olhos, o que pode levar aos sintomas de uma doença crônica que vem atingindo cada vez mais a população mundial: o olho seco.

Os sintomas são de ardor, irritação, sensação de areia nos olhos, dificuldade para ficar em lugares com ar condicionado ou em frente do computador e olhos embaçados ao final do dia. Se detectada no início, a doença pode ser controlada, mas deixá-la sem tratamento pode acarretar danos a córnea e a conjuntiva com o aparecimento de lesões.

O olho seco é uma doença crônica, caracterizada pela diminuição da produção da lágrima ou deficiência em alguns de seus componentes, ou seja, pouca quantidade e/ou má qualidade da lágrima. Este distúrbio no filme lacrimal e na superfície ocular pode produzir áreas secas sobre a conjuntiva e córnea. 

Uma dica para evitar os sintomas da doença é lembrar de piscar, o que as crianças não fazem, na quantidade que o olho precisa, diante de um vídeo game.   “O ideal é incentivar as crianças a dividirem seu tempo entre o computador e as atividades ao ar livre. Se isso parece difícil, experimente fazê-las piscar entre um alvo e outro”, brinca o Dr. André Berger, oftalmologista diretor da APOS, Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco, uma associação sem fins lucrativos que e tem como objetivo principal a conscientização da população brasileira sobre a existência da doença.
                

Sobre a APOS

A Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco – APOS foi criada no dia 15 de julho de 2004, pela iniciativa de portadores de olho seco, familiares, médicos e apoio de empresas da área farmacêutica. A APOS tem parceria com os principais hospitais e universidades brasileiras e o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, SOBLEC e apoio internacional do The Cornea Society e International e Ocular Surface Society

A doença do olho seco afeta cerca de 30% da população em todo o mundo, mas  dados de uma pesquisa japonesa, americana cerca de 10% dos pcts que chegam ao consultório. Muitas delas sofrem desnecessariamente porque não sabem que o problema tem solução, são incorretamente diagnosticadas ou não chegam a receber um tratamento adequado. Hoje, um diagnóstico correto com tratamento adequado pode ajudar a pessoa portadora da doença do olho seco a ter uma melhor qualidade de vida.
                

APOS

Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco
www.apos.org.br
(11) 4107.0920
            

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Cris Fusco
Flavia Fusco Assessoria e Comunicação
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