Retocolite Ulcerativa – impactos na vida social

Sintomas como fortes diarreias acompanhadas de cólicas e sangramentos prejudicam o convívio social, a vida profissional e as atividades sexuais

A Retocolite Ulcerativa (RCU) é uma inflamação intestinal grave que pode levar até ao desenvolvimento de câncer colorretal. Além disso, os impactos causados por essa doença na vida dos pacientes são altíssimos e envolvem aspectos profissionais, sexuais e familiares. Os principais sintomas da doença são sangramentos, diarreias com cólicas, muco e, eventualmente, pus se houver infecção. Os pacientes com RCU sofrem de crises persistentes de diarreia, que ocorrem a qualquer hora, provocando constrangimentos e desconfortos.

Os sintomas afetam as atividades cotidianas provocando uma significativa piora na qualidade de vida. Além de preferir ficar em casa, são frequentes as faltas no trabalho e, ainda, o abandono das atividades profissionais. A queda do orçamento doméstico, adicionado aos gastos com exames, internações e tratamentos, reflete em grande impacto financeiro aos pacientes de RCU.

A alimentação passa a ter muitas restrições em alguns casos, como o não consumo de alimentos que contém fibras insolúveis (cascas de frutas e verduras), comidas com adição de condimentos picantes, leite ou derivados e bebidas fermentadas (vinho, cerveja e champanhe). Outro incomodo é o intenso reflexo para evacuar vindo logo após as refeições, que faz com que muitos pacientes de RCU prefiram não comer, provocando significativa perda de peso. Diante desse quadro, a vida sexual pode diminuir e até ser interrompida, pois a pessoa se sente desconfortável com seu próprio corpo e com os sintomas que apresenta.

Todas essas implicações causadas pela RCU também podem ser agravadas pela condição emocional dos pacientes, que acabam apresentando algum grau de depressão ou ansiedade, em decorrência da paralisação de sua vida social. Os tratamentos mais comuns buscam tirar o paciente da crise e mantê-lo estável, a fim de devolver a normalidade ao seu cotidiano. No entanto, essas terapias exigem a ingestão de dois ou mais medicamentos ao dia, sendo necessário, muitas vezes, adicionar o uso de medicação via retal (supositórios ou enemas), diminuindo a adesão terapêutica.

Recentemente, chegou ao mercado brasileiro uma nova opção de tratamento com o uso da tecnologia MMX. A novidade possui maior dose de mesalazina, substância utilizada para combater a inflamação intestinal, e um revestimento que retarda a liberação do principio ativo, prolongando sua dissolução por toda a extensão do intestino grosso ao longo de 24 horas, com possibilidade de não se utilizar o medicamento via retal. Essa tecnologia oferece uma terapia eficaz, com melhora dos sintomas comuns da RCU, como a diarreia e os sangramentos, facilitando a adesão do paciente ao tratamento.

Segundo o Dr. Adérson Damião, esse é um importante avanço na terapêutica da retocolite ulcerativa, pois torna a rotina do tratamento muito mais simples. “Quando o paciente percebe sinais de melhora, ele diminui ou para de tomar os remédios e, desta forma, fica mais suscetível à piora da doença. A partir do momento em que o paciente precisa ser medicado apenas uma vez ao dia, ele tende a incorporar o tratamento a sua rotina, melhora a adesão ao tratamento o que, consequentemente, facilita o controle da doença”.
    

Fonte

Adérson Damião – Médico gastroenterologista do Departamento de Gastroenterologia da Universidade de São Paulo (USP).

       

Informações sobre a Takeda

Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia global orientada para pesquisas, com foco principal em produtos farmacêuticos.
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