Aumenta o afastamento de mulheres no trabalho devido ao câncer de mama – saiba como e por que prevenir

Estatísticas da área de saúde ocupacional indicam que na última década aumentou o número de afastamentos de mulheres nas organizações devido ao câncer de mama. De acordo com o Dr. Henrique Alberto Pasqualette, este fato se deve, na verdade, à melhoria dos métodos de diagnóstico.

Segundo Dr. Pasqualette, este número tende a diminuir. “Existem muitos ‘falsos positivos’ nos exames – graças à ‘Tomossíntese’, um novo equipamento que realiza a tomossíntese mamária, esses falsos positivos caíram em mais de 80%”, fala o médico com entusiasmo. Neste exame, o radiologista percorre, em poucos segundos, as camadas da mama e produz imagens com até meio milímetro de espessura em vários ângulos. O equipamento foi trazido dos Estados Unidos e desde outubro de 2011 está em funcionamento no Cepem, os resultados de acertos mostram evolução de 85% em relação aos mais modernos equipamentos usados atualmente.
       

Principais ganhos

Biópsias desnecessárias podem ser eliminadas, o câncer de mama pode ser identificado mais cedo e o custo do tratamento e uma lesão diagnosticada precocemente cai de 100 mil dólares (câncer avançado) para 20 mil dólares (câncer inicial), com custo de rastreio de 550 reais por ano.

“Com o uso da tomossíntese diminuiremos o número de lesões benignas que são submetidas à biopsia, pois as imagens antes vistas pela mamografia 2D eram apenas sobreposições de tecidos normais que davam a falsa aparência de suspeitas. Esta é uma grande esperança para a eficácia do diagnóstico”, enfatiza o especialista Henrique Alberto Pasqualette.

Embora haja ocorrências em mulheres mais jovens, o câncer de mama, em geral, atinge aquelas que têm 40 anos ou mais. Trata-se de uma doença silenciosa, comportamental ou ambiental.
 
“A tomossíntese mamária visualiza o câncer em seu estágio mais reduzido, o que é ideal, pois, se eu operá-lo, limpando o tumor enquanto não deu metástase, a pessoa sobrevive e volta a levar uma vida normal; porque o que mata no câncer não é o tumor, mas a célula que se desprende do tumor e vai para o cérebro, para o fígado, entre outros órgãos, se reproduzindo e destruindo-os”, informa Dr. Pasqualette, que solicita às mulheres a partir dos 40 anos a realização de exames anuais.

Tendo uma preocupação contínua com a saúde feminina, o Dr. Henrique sempre explica em suas palestras como funciona o corpo humano, como evolui o câncer de mama, oferecendo dicas de saúde e finaliza assegurando que os exames são simples, cômodos e rápidos. Dessa forma, trabalha também o aprimoramento da autoestima feminina.
        

Fonte

Henrique Alberto Pasqualette – Diretor do Centro de Estudos e Pesquisas da Mulher, Presidente da Comissão de Imaginologia Mamária Febrasgo, Mestre em Medicina pela UFRJ, Membro da Academia SBI Americana (Society of Breast Imaging) e EUSOBI (European Society of Breast Imaging). Autor do livro “Mamografia Atual” – Editora Revinter
www.cepem.med.br
                 

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Contato

Spaço Comunicação
Ana Bezerra
(21) 31591279 / 95552783

 




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