Sociedade Americana de Geriatria faz recomendações para o tratamento da dor crônica em idosos

Pessoas com mais de 65 anos de idade correm mais riscos com o uso de anti-inflamatórios
            

O uso de anti-inflamatórios pode vir a causar complicações em qualquer pessoa. No caso de idosos com mais de 65 anos de idade há um risco ainda maior de sangramentos gastrointestinais, insuficiência renal e cardíaca, além de disfunção plaquetária.

Com o objetivo de evitar o agravamento de problemas de saúde comum aos idosos e prevenir danos aos órgãos como fígado e rins, a Sociedade Americana de Geriatria (The American Geriatrics Society) recomenda aos médicos que prescrevam com cautela anti-inflamatórios para esse público. A orientação foi publicada no artigo Diretrizes Farmacológicas para Gerenciamento de Dor Crônica em Pessoas Idosas (Guide line Pharmacological Management of Persistent Pain in Older Persons) de 2002.

Para tratar a dor nesses pacientes o ideal é escolher outros tipos de terapia menos danosas ao organismo. “Em pacientes acima dos 65 anos de idade optamos pelo tratamento multimodal. Dependendo do tipo e da causa da dor, administramos em conjunto medicamentos como analgésicos simples ou opioides para dor leve a moderada ou intensa”, informa Dr. Toshio Chiba  .

Dr. Chiba salienta, ainda, que qualquer tratamento pode ter efeitos colaterais, entretanto “a escolha deve ser baseada na ponderação entre o benefício que o medicamento trará para o paciente idoso em relação aos efeitos adversos que sejam transponíveis. Geralmente os riscos dos anti-inflamatórios não compensam o retorno. O mesmo resultado pode ser alcançado com outros remédios”.

O importante é tratar a causa da dor e não apenas o sintoma. Nesse sentido, a automedicação é outro aspecto que traz impactos negativos para a saúde doidoso. Por ter sido medicado com anti-inflamatórios em algum momento da vida, o idoso pode pensar que se ingerir o mesmo remédio acabará com a dor e resolverá o problema, o que na realidade poderá trazer mais complicações para a sua saúde.

Fonte

Toshio Chiba – Médico do Instituto de Câncerdo Estado de São Paulo.
           

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