Dia Mundial da Juventude – a consciência pela saúde começa com prevenção

Descubra quais são as vacinas recomendadas para os jovens e adolescentes
                 

Ser jovem é muito bom, o corpo nos obedece, a mente e a memória funcionam a todo vapor e o melhor: o romance está no seu maior auge. O problema é que para viver plenamente tudo isso é preciso saúde e os jovens, muitas vezes, se esquecem de medidas simples de prevenção que podem salvar suas vidas!

No dia Dia Mundial da Juventude (30 de Março), é importante lembrar que a vacinação é a forma mais eficiente de prevenção de inúmeras doenças que afetam os jovens e adolescentes. Saiba quais são as vacinas indicadas para a juventude e converse com o seu médico sobre elas:

Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – Dose única para adolescentes previamente vacinados. Duas doses (com intervalo mínimo de 30 dias entre elas) para aqueles que nunca receberam essa vacina.

Hepatites A, B ou A e B – A vacina contra a hepatite B está disponível gratuitamente nos postos de saúde para homens e mulheres com até 29 anos. Pessoas acima dessa idade e não vacinadas – ou que não sabem se já receberam a vacina – podem ser vacinadas em clínicas privadas. São necessárias três doses da vacina da hepatite B para proteção eficiente contra o vírus. A vacina da hepatite A só está disponível na rede privada e está indicada para todas as pessoas a partir de 12 meses de idade. O esquema recomendado é de duas doses com intervalo de seis meses. Adolescentes não vacinados na infância contra as hepatites A e B devem ser vacinados o mais precocemente possível contra essas infecções. Na rede privada existe ainda a vacina combinada da hepatite A + B.

* HPV – Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: uma contendo os tipos 6, 11, 16, 18 de HPV com esquemas de intervalos de 0-2-6 meses, indicada para meninas, meninos e jovens de nove a 26 anos de idade; outra, contendo os tipos 16 e 18 de HPV com esquemas de intervalos de 0-1-6 meses, indicada para meninas e mulheres de dez a 25 anos de idade. A vacina contra HPV deve ser aplicada preferencialmente na adolescência, antes de iniciada a vida sexual, entre 11 e 12 anos de idade.

Vacinas contra difteria, tétano e coqueluche – Esquema básico de vacinação, recomenda-se reforço a partir dos 11 anos e a cada 10 anos, mesmo para quem teve a doença. A disponibilidade da vacina tríplice contra tétano, difteria e pertussis acelular (dTpa), formulada para uso em adolescentes e adultos, oferece novas oportunidades para reduzir o impacto da coqueluche. O uso dessa vacina confere proteção contra as três doenças e potencialmente deve reduzir a transmissão da coqueluche para outros grupos com alto risco de complicações.

Varicela (catapora) – Duas doses, com intervalo de um a dois meses entre elas, para aqueles que não tiveram catapora. Também só está disponível na rede privada. Recomendada para pessoas a partir de 12 meses de idade que nunca tiveram a doença e nunca foram vacinadas. Importante lembrar que a varicela tende a evoluir de forma mais grave nos adolescentes e adultos.

* Influenza (gripe) – Dose única anual.

Meningocócica conjugada – Uma dose, mesmo para aqueles vacinados na infância ou há mais de cinco anos. Dose de reforço é recomendada a partir dos 11 anos ou para aqueles vacinados com a vacina C conjugada há mais de cinco anos, mas isso só com critério médico.

Febre amarela – Uma dose a cada dez anos, para quem vive ou vai se deslocar para áreas endêmicas.

* Calendário SBIm- Sociedade Brasileira de Imunizações.
            

Outros cuidados também são importantes, como:

* Uso de preservativo nas relações sexuais;
* A realização anual do exame preventivo (para mulheres);
* O não compartilhamento de objetos cortantes ou perfurantes, como   os aparadores de unha e cutícula, agulhas e/ou seringas, no caso da hepatite   B.
                   

“Cuidar-se bem é um dever, pois ajuda a prevenir doenças e também a transmissão delas, portanto, todos devem estar atentos à vacinação”, aconselha a médica Isabella Ballalai, diretora médica da rede Vaccini. Para Flávia Bravo, gerente médica da rede, “é importante aproveitar o momento da consulta para conversar com o médico sobre como colocar o calendário de vacinação em dia e, claro, manter-se atualizado”, afirma.

                 

Fonte

Vaccini – Clínica de Vacinação.
                           

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Aline Souza
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