Queijos – valor nutricional¹

No momento da compra dos queijos no supermercado é importante levar em consideração a embalagem, a aparência do alimento, o odor e o rótulo

 

Reconhecido como um dos alimentos mais ricos em cálcio e proteínas, cada vez mais o queijo tem se mostrado fundamental para uma dieta saudável em todas as faixas etárias.

Dez litros de leite produzem cerca de um quilo de queijo, dependendo do tipo. Fresco, ou maturado (submetido a um processo de cura), sólido ou cremoso, o queijo é obtido pela coagulação do leite de vaca, búfala, cabra ou ovelha, por meio da ação isolada ou combinada do coalho, fermento láctico, calor ou outro agente coagulante adequado, seguido pela drenagem parcial do soro presente na massa resultante desta coagulação.

Quando consumidos pelo menos três vezes ao dia, os queijos fornecem nutrientes que contribuem para o atendimento diário de pelo menos 35% das necessidades de cálcio, fundamental na formação das estruturas ósseas e cartilaginosas e 30% das necessidades de vitamina  A, importante antioxidante que atua sobre os radicais livres. Os queijos são também excelentes fontes de proteínas de alto valor biológico, de zinco, selênio e fósforo.

No Brasil, os queijos preferidos pelos consumidores são do tipo mussarela, requeijão, prato, minas frescal, minas padrão, provolone e parmesão. É preciso lembrar, entretanto, que apesar desses tipos serem os mais constantes na mesa do brasileiro, queijos como gorgonzola, brie, gouda e outros vêm ganhando mais e mais apreciadores em todo o país.

Na infância, o consumo dos queijos cumpre importante papel na formação e desenvolvimento de ossos, dentes e cartilagens. Na adolescência, uma fase marcada por grandes transformações físicas e emocionais para meninos e meninas, os queijos têm papel igualmente de destaque, podendo contribuir para demanda diária de cálcio, proteínas e vitaminas (A, grupo B, D e E) motivada pelo estirão de crescimento (fases em que adolescentes crescem vários centímetros em poucos meses). Por exemplo, para crianças de quatro a dez anos, 100g de queijo por dia representam mais de 50% das necessidades de cálcio e mais de 30% das necessidades de vitamina A. Para os adolescentes, 180g por dia contribuem com 35% das necessidades diárias de cálcio e 30% das de vitamina A.

Na fase adulta, para as gestantes, praticantes de atividades físicas regulares e para os idosos, a recomendação é a ingestão de proteínas, vitaminas e minerais e, principalmente, o cálcio em níveis diferenciados. Doenças como osteoporose, anemia e manifestações clássicas de deficiência de vitaminas são constantes no histórico de idosos. Tanto nessa fase da vida como durante a gestação e nas dietas para pessoas que despendem muita energia, os queijos são fonte alimentar importantes desses nutrientes.
                

Estudos

De acordo com estudos realizados pelo CERIN, instituição científica francesa, publicado em seu periódico de novembro de 2004, o queijo é uma importante opção alimentar no tratamento da intolerância à lactose, uma das mais frequentes de diarreia crônica, principalmente em crianças e que surge em decorrência da incapacidade do organismo de digerir a lactose, açúcar presente no leite. De acordo com os especialistas, quando há essa intolerância, os queijos maturados podem ser consumidos sem problemas, pois a lactose é eliminada durante o processo de maturação.
             

Hábitos de consumo atuais ²

Mais do que nunca, o mundo todo está plugado em alimentação saudável. Isso quer dizer que os produtos oferecidos pelas empresas ao mercado de consumo precisam preencher dentre os itens que promovem compra e consumo pelo consumidor dois importantes quesitos:

a) Ser saboroso (aspecto hedonístico-gastronômico); e
b) Ser saudável (aspecto racional).

Sem enveredarmos pelos preceitos da antroposofia (estudo do ser humano em todos os seus aspectos; físico, fisiológico, psicológico e espiritual) que valoriza os produtos naturais em detrimento dos industrializados e recomenda uma alimentação diária composta por 20% de proteínas, 30% de gorduras e 50% de carboidratos (3), a verdade é que alimentos certos previnem doenças e prolongam a vida com ganho de qualidade existencial.

O cálcio, por exemplo, cujas funções são: compor nossos ossos e nossos dentes, desempenha também importante papel na transmissão dos impulsos nervosos, liberação de neurotransmissores, contração muscular, ativação e liberação de uma série de enzimas, coagulação sanguínea e controle da pressão arterial (4).

Estudos científicos recentes indicam também outra função para o cálcio: facilita o emagrecimento, além é claro, de sua repercussão na potencialização neural que nos possibilita sentir melhor a vida, em toda sua plenitude.

Por isso, essa é uma das razões por que o mercado de queijos vem se expandindo em todo o mundo.

O queijo além de ser bem mais digestivo do que o leite, pois os tipos maturados (geralmente amarelos) não contém lactose, oferece quase 10 vezes mais cálcio do que o leite integral, já que  10 litros de leite fazem 1kg de queijo.
                  

A necessidade diária de cálcio entre crianças e adultos é a seguinte:
 
Crianças
* 0 a 12 meses de idade = 210 a 270mg
* 1 a 8 anos = 500 a 800mg
* 9 a 13 anos = 1.300mg

Adultos
* 14 a 18 anos = 1.300mg
* 19 a 30 anos = 1.000mg
* 31 a 50 anos = 1.000mg
* + de 50 anos = 1.200mg
          

Agora, veja abaixo os níveis de cálcio disponíveis entre alguns dos principais queijos da marca Tirolez

Prato: 304mg /30g (1 fatia) 
Mussarela: 359mg /30g (1 fatia)
Minas Frescal: 189mg /30g (1 fatia)
Requeijão: 18mg /30g (1 e ½ colher de sopa)
Estepe: 306mg /30g (1 fatia)
Reino: 358mg a 368mg/30g (1 fatia)

Parmesão: 370mg /30g (1 fatia)
Gorgonzola: 180mg/30g (1 fatia)
Ricota: 68mg /30g (1 fatia)
Gouda: 370mg /30g (1 fatia)
Creme de Ricota: 42mg /30g (1 e ½ colher de sopa)
Creme de Queijo Minas Frescal: 90mg/30g (1 e ½ colher de sopa)
                    

Fonte

Disney Criscione – Queijólogo e gerente de Assuntos Corporativos da Laticínios  Tirolez.
www.tirolez.com.br.

 

Fontes Consultadas

(1) ABIQ – Associação Brasileira das Indústrias de Queijo;
(2) Laticínios Tirolez;
(3) Noções Básicas de Antroposofia – Rudolf Lanz;
(4) Segundo Mariana Del Bosco, nutricionista da ABESO (Associação Brasileira para Estudo da Obesidade).
             

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