Tomografia computadorizada e ressonância magnética – entenda a diferença

Hoje é comum as operadoras de saúde oferecerem cobertura para exames mais complexos do que os campeões de popularidade: o raio-X e o ultrassom. Aumentam, então, as solicitações para realização de tomografia computadorizada e ressonância magnética. Mas será que os pacientes sabem direitinho o que é uma e outra?

Enquanto muitos dizem que a tomografia é como um raio-X mais sofisticado, em 3D, só que com uma dose maior de radiação, outros arriscam que a ressonância não expõe o paciente ao mesmo risco, porém exige imobilidade por longos períodos.  De acordo com o Dr. Juan Cevasco, a diferença entre TC e RM é mais abrangente do que isso.

Tanto a tomografia quanto a ressonância magnética são exames que nos oferecem alta resolução de imagem quando se trata da estrutura de um órgão ou mesmo do corpo inteiro. Ambas também fazem uso da tecnologia computacional para gerar as imagens. Entretanto, elas têm mecanismos muito diferentes, assim como suas aplicações.

De acordo com o radiologista, a tomografia consiste basicamente num raio-X ultrassensível de uma determinada parte do corpo. Assim que os feixes atravessam o órgão, formam uma imagem que é recebida e reconstituída no computador. Quanto maior o número de lâminas, melhor a resolução da imagem. Os ossos aparecem em branco, enquanto gases e líquidos em preto. Tecidos são vistos numa graduação de cinza, dependendo de sua atenuação aos raios-X, determinadas entre outras propriedades por sua densidade. Já o equipamento de ressonância cria um campo magnético que envia ondas de rádio ao corpo e mede a liberação de energia das células com uso do computador. É quase uma fotografia tridimensional do corpo, visto por dentro.

Apesar de os dois exames oferecerem imagens detalhadas de partes do corpo que costumam estar inacessíveis em exames menos sofisticados, cada um tem suas especificidades.

A TC é excelente em fornecer imagens anatômicas em poucos segundos de exame, em particular, na análise dos pulmões e ossos, além de ter muitas outras aplicações – como no estudo de estruturas abdominais e na avaliação inicial do sistema nervoso central.

Além de estudos neurológicos, a ressonância se mostra superior na investigação de tendões, de músculos e das mamas, além de ter melhor desempenho diagnóstico no estudo de lesões do fígado.

A interação entre médicos clínicos e radiologistas é fundamental para definir o método diagnóstico mais acertado, sendo que em alguns casos um exame é complementar ao outro, afirma Dr. Juan Cevasco.
             

Fonte

Juan Cevasco – Médico radiologista do Centro de Diagnóstico Brasil (CDB), em São Paulo.
www.cdb.com.br 

                            

Mais sobre o CDB

O Centro de Diagnósticos Brasil (CDB) é pioneiro na integração de serviços de imagem e análises clínicas. Com cinco unidades em São Paulo, o CDB está investindo mais de R$ 100 milhões para a abertura de outras quatro megaunidades até 2013, dobrando assim a capacidade de realização de exames e gerando mais 1.500 empregos. Como um shopping center de saúde, onde os pacientes podem realizar todos os exames necessários em um só lugar, com todo conforto e segurança, a ideia é expandir nas zonas Sul, Oeste e Norte da capital paulista.
            

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Heloisa Paiva
Diretora de Jornalismo
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