Tuberculose na infância – prevenção é o melhor remédio

A tuberculose é uma doença grave e ainda muito prevalente no Brasil. Acomete frequentemente os pulmões. Quando não diagnosticada e tratada corretamente pode evoluir de forma grave. A transmissão do agente causador se faz a partir de doentes com a forma pulmonar da doença. Por conta disso, o tema foi alvo de importante estudo apresentado no 14º Congresso de Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), realizado em São Paulo entre os dias 17 e 20 de novembro, no Centro Fecomércio de Eventos.

Promovido por uma aluna de medicina da Universidade Uninove, da capital, supervisionado por docentes da mesma escola, o estudo analisou todos os pacientes diagnosticados com a doença em um hospital público infantil de São Paulo, de 2005 a 2010, com foco na incidência em crianças e adolescentes.

“Avaliamos um total de 45 prontuários de pacientes entre zero e 18 anos, com o objetivo de identificar o perfil clínico e epidemiológico da doença nesse faixa etária”, afirma a dra. Fernanda Palma Curvelo Vilar Silva.

Segundo ela, em 2005, do total de casos notificados com tuberculose no Brasil, 9,7% estavam na faixa pediátrica.

“A principal forma de contágio da doença é o contato com adultos portadores da forma pulmonar da doença infectados, que geralmente residem ou são próximos às crianças. Dos casos estudados, 40% possuíam contatos intradomiciliares”, informa a doutora.
                              

Prevenção e diagnóstico

A vacina BCG ID é uma forma de prevenção da doença, protegendo as crianças principalmente das formas graves da doença.

Os principais sintomas da doença encontrados neste estudo foram a tosse persistente e febre.

“Estes sintomas são comuns a outras doenças. Por este motivo todo o indivíduo que apresenta tosse há mais de 3 semanas deverá procurar uma unidade de saúde para ser descartado a possibilidade desta doença. Uma vez feito o diagnóstico em um adulto, é necessária avaliação das crianças que convivem com o mesmo. Com essa medida é possível fazer o diagnóstico e tratamento precoce nos pequenos, evitando-se assim sofrimento desnecessário”, alerta a doutora.
             

Fonte

Fernanda Palma Curvelo Vilar Silva – Médica-residente do quinto ano de pediatria.
         

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