Avaliação de práticas alimentares no primeiro Ano de Vida: artigo de revisão

Assessment of feeding practices in the first year of life: a reviewof the literature test

Ana Luiza Vieira Silva Costa

Graduação em Nutrição pela Universidade Paulista – UNIP.
         

RESUMO

Objetivo: Investigar na literatura os efeitos da alimentação adequada no primeiro ano de vida. Métodos: Trata-se de uma revisão da literatura baseada em publicações entre os anos 1997 a aos dias atuais, por meio de buscas eletrônicas utilizando os bancos de dados de artigos indexados: Scielo (Scientific Eletronic Library Online), Jornal de Pediatria, Revista de Nutrição da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e de Teses da universidade de São Paulo (USP).

Resultados: Estudos demonstram que o aleitamento materno exclusivo é primordial até os seis meses de idade sendo ele capaz fornecer de todas as necessidades da criança e que podem prevenir a mãe e o bebê de uma série de complicações futuras. A alimentação complementar adequada é um componente essencial para a segurança alimentar e nutricional, sendo necessárias orientações de profissionais qualificados. Considerando que a maioria das crianças inicia a alimentação de forma inadequada repercutindo assim negativamente sobre a sua saúde.

Conclusão: Os estudos sobre aleitamento materno e alimentação complementar são conclusivos, todos mostram resultados positivos quando se trata de aleitamento materno exclusivo até o sexto mês e alimentação complementar orientada e introduzida de forma correta.

Alguns apontam que profissionais não estão totalmente qualificados para passar as informações necessárias sobre o assunto e que a maioria das pessoas não tem noção de quanto o alimentação complementar interfere no futuro da criança.
               

Palavras-chave: Alimentação complementar, aleitamento materno.
               

ABSTRACT

Purposes: To investigate in the literature the adequate food’s effect in the first year of life.Methods: It’s a literature review based on publications between 1997 and present day, through electronic researches using the databases of indexed articles: Scielo (Scientific Eletronic Library Online), Newspaper of Pediatry, Nutrition Magazine of Rio de Janeiro State University (UERJ) and theses of São Paulo University (USP). In front of found labors, became necessary establish some criteria of inclusion and exclusion, adhering only specifics aspects of breastfeeding and complementary alimentation.

Results: Studies show that exclusive breastfeeding is primordial until six months old being able to provide all the children needs and can prevent the mother and the baby from future complications. The adequate complementary alimentation is an essential component of food and nutrition security, being necessary guidelines of qualified professionals. Considering that most children starts eating improperly so reflecting negatively about their health.

Conclusion: The studies about breastfeeding and complementary alimentation are conclusive, all of them show positive results when talking about exclusive breastfeeding until sex months old and complementary alimentation oriented and introduced in the right way. Some studies point out that professional aren’t fully qualified to pass necessary information about this subject and point out that the majority of people have no idea how much the complementary alimentation interferes in children future.

Keyword: Complementary alimentation, breastfeeding
              

INTRODUÇÃO

O crescimento humano é um processo contínuo, que apresenta especificidades em cada etapa da vida e sofre influência de vários fatores (SPYRIDES, 2005). No primeiro ano de vida, os cuidados com a criança se tornam fundamentais, uma vez que elas são extremamente vulneráveis, tendo em vista o fenômeno do crescimento e desenvolvimento e sua total dependência do adulto (SIMON, 2003). A Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde recomendam que o bebê deva ser alimentado exclusivamente com leite materno até seis meses de vida.

Somente a partir de seis meses é que se deve começar a introdução de novos alimentos, mas sem abandonar a amamentação, que pode prosseguir até dois anos de idade ou mais, se assim a mãe e a criança desejarem (LIMA, 2005).

O aleitamento materno é ideal para a criança no seu primeiro ano de vida. Ele deve ser exclusivo (sem adição de água ou chás) até os primeiros seis meses de vida. No segundo semestre, o leite materno continua sendo importante, mas devem ser introduzidos progressivamente novos alimentos. A alimentação no peito fortalece e deve ser estimulada para todos os bebês, sempre levando em consideração a vontade, a disponibilidade e a dedicação maternas (VINOCUR, 2010).

A prevalência e a duração do aleitamento materno diminuíram em muitas partes do mundo, por diversas razões sociais, econômicas e culturais. Com introdução de tecnologias modernas e a adoção de novos estilos de vida, houve, em muitas sociedades uma redução notável na importância atribuída a esta prática tradicional. Mesmo involuntariamente, os serviços de saúde freqüentemente contribuíram para este declínio, seja por não apoiarem e estimularem a mãe a amamentar, seja por introduzirem rotinas e procedimentos que interferem com a iniciação e o estabelecimento normal do aleitamento (CARVALHES, 1998). A partir do sexto mês a criança precisa de outros alimentos, além de leite materno, para suprir as necessidades nutricionais.

A alimentação complementar, entre outras funções, estimula a socialização e aquisição de hábitos alimentares (GIUGILIANI, 1997), além disso, a introdução do alimento complementar, em idade adequada, estimula principalmente o desenvolvimento da criança na parte motora cognitiva (MONTE, 1988).

As práticas alimentares no primeiro ano de vida constituem também marco importante na formação dos hábitos da criança, porque é neste período que estes serões estabelecidos e continuarão na adolescência e na idade adulta (SIMON; VITOLO, 2003). Assim, este momento deve-se tornar alvo de preocupação tanto por parte dos profissionais de saúde quanto dos pais, sobretudo diante do atual quadro de transição nutricional, no qual se observa aumento no número de crianças obesas em todos os extratos de renda. Por isso, as práticas alimentares saudáveis devem ser estimuladas já nos primeiros meses de vida, pois é nesse momento que são construídos os alicerces da alimentação saudável (VIEIRA, 2004).

O comportamento alimentar da criança estará diretamente relacionado ao equilíbrio, à sensibilidade e à receptividade do cuidador (EUCLYDES, 2000; VIEIRA e tal, 2004). Cabe ao profissional que lida diretamente com a saúde e nutrição da criança, além de orientar a mãe ou responsável quanto aos princípios de uma alimentação adequada, de acordo com a idade, fornecer informações relacionadas às características de cada fase do desenvolvimento não só do ponto de vista físico e fisiológico, como em termos psicológicos e comportamentais (EUCLYDES, 2000).

O objetivo desse estudo foi realizar um levantamento bibliográfico de trabalhos publicados relacionados com a alimentação e as práticas alimentares no primeiro ano de vida.
                  

MÉTODO

Foram pesquisados estudos sobre a temática, por meio de buscas eletrônicas utilizando os bancos de dados de artigos indexados: Scielo (Scientific Eletronic Library Online), Jornal de Pediatria, Revista de Nutrição da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e de Teses da universidade de São Paulo (USP). Diante da diversidade dos trabalhos encontrados, fez-se necessário estabelecer alguns critérios de inclusão e exclusão, aderindo somente aspectos específicos do aleitamento materno e da alimentação.
             

IMPORTANCIA DO ALEITAMENTO MATERNO

O crescimento saudável é alcançado com uma alimentação adequada. Na fase inicial da vida, o leite humano é indiscutivelmente o alimento que reúne as características nutricionais ideais, com balanceamento adequado de nutrientes, além de desenvolver inúmeras vantagens imunológicas e psicológicas, importantes na diminuição da morbidade e mortalidade infantil. A amamentação é, então, importante para a criança, para a mãe, para a família e para a sociedade em geral (MARQUES RF, 2004).

O leite materno é um alimento rico em gordura, minerais, vitaminas, enzimas e anticorpos que protegem o bebê contra vômitos, infecções pulmonares, auditivas e urinárias. Nos primeiros dias depois do parto as mamas secretam colostro, que é o primeiro leite, e que apresenta os níveis mais altos de proteína, servindo para estabilizar os níveis de glicose no sangue do bebê que caem muito após o nascimento (RIBEIRO MH, 2006). O aleitamento materno além de prover todas as necessidades nutricionais, é isento de contaminação e perfeitamente adaptado ao metabolismo do bebê, proporciona contato físico mais intenso entre mãe e filho, interações benéficas entre ambos, dando início e servindo de base na formação de uma concepção adequada do mundo para a criança (INAN, 1989).

O processo de amamentação apresenta diversas vantagens para saúde da mulher e da criança, além de beneficiar a família, a sociedade e o Estado (ALMEIDA, 1999). Segundo Giugliani e Victora (2000), a suplementação do leite materno com água ou chás é desnecessária nos primeiros seis meses de vida da criança, mesmo em locais secos e quentes. Esta suplementação, tanto de outros alimentos como de líquidos, diminui a ingestão de leite materno, sendo desvantajoso para a criança, pois muito desses alimentos ou líquidos oferecidos à criança são menos nutritivos e com densidade energética menor que o leite humano, interferindo na biodisponibilidade de nutrientes do leite materno, como o ferro e o zinco (DEWEY, 2001).

Tendo em vista a importância da amamentação para a saúde da criança e de suas mães, as ações de promoção, proteção e apoio a essa prática devem ser incluídas em programas de governo. Estratégias devem ser traçadas para que as mães tenham suporte teórico e emocional, podendo tomar a decisão de amamentar. Partindo-se do princípio de que o aleitamento materno é construído a partir dos aspectos biológicos e sociais, estas ações devem considerar que a mãe é parte de um ambiente, onde diversos fatores podem dificultar que o ato de amamentar seja praticado com sucesso e com duração adequada (SONIA ISOYAMA, 2007).
                   

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR ADEQUADA

Uma alimentação complementar adequada compreende alimentos ricos em energia e micronutrientes (particularmente ferro, zinco, cálcio, vitamina A, vitamina C e folatos), sem contaminação (isentos de germes patogênicos, toxinas ou produtos químicos prejudiciais), sem muito sal ou condimentos, de fácil consumo e boa aceitação pela criança, em quantidade apropriada, fáceis de preparar a partir dos alimentos da família e com custo aceitável para a maioria das famílias (DIAS, 2010).

A partir dos seis meses, a alimentação complementar torna-se elemento essencial de cuidado do lactente, pois é determinante direto da sobrevivência da criança, de seu crescimento e desenvolvimento. Assim, a alimentação complementar objetiva fornecer energia, proteína, vitaminas e sais minerais, no momento em que o leite materno não mais atende plenamente às necessidades nutricionais do lactente. Mesmo quando já iniciada a introdução dos alimentos complementares, o prolongamento do aleitamento materno proporciona uma fonte de proteína de alto valor biológico, além de boa parte das necessidades energéticas da criança (ACCIOLY, 2003).

Alimentação complementar é definida como a alimentação no período em que outros alimentos ou líquidos são oferecidos à criança, em adição ao leite materno. Alimento complementar é qualquer alimento dado durante o período de alimentação complementar e que não seja leite materno. Os alimentos complementares podem ser preparados especialmente para a criança ou podem ser os alimentos consumidos pelos demais membros da família, modificados para atender às habilidades e necessidades da criança. No primeiro caso, são chamados alimentos transicionais, e no segundo, não há uma denominação específica (World Health Organization, WHO/NUT/98.1,1998.).

Sob o ponto de vista nutricional, a complementação precoce é desvantajosa para a nutrição da criança, além de reduzir a duração do aleitamento materno e prejudicar a absorção de nutrientes importantes existentes no leite materno, como o ferro e o zinco.

Outro fator que deve ser considerado na amamentação não exclusiva é o uso de mamadeiras para ofertar líquidos à criança. Essa prática pode ser prejudicial, uma vez que a mamadeira é uma importante fonte de contaminação, além de reduzir o tempo de sucção das mamas, interferindo na amamentação sob livre demanda, alterar a dinâmica oral e retardar o estabelecimento da lactação (LIMA, 2005).

A alimentação complementar adequada da criança amamentada torna-se um componente essencial para a segurança alimentar e nutricional. Verifica-se a necessidade de intervenção e aconselhamento em alimentação infantil por parte dos profissionais da saúde, considerando que a maioria das crianças inicia a alimentação complementar de forma inadequada, podendo repercutir negativamente sobre a sua saúde (MORO, 2010).

A alimentação complementar adequada da criança amamentada é crítica para o ótimo crescimento e desenvolvimento da criança e, portanto, torna-se um componente essencial para a segurança alimentar e nutricional populacional e para o desenvolvimento da nação. A segurança alimentar e nutricional implica garantia do direito ao acesso permanente aos alimentos, alimentação adequada em quantidade e qualidade, práticas alimentares saudáveis e respeito às características culturais de cada povo.

Como se trata de um direito das crianças pequenas e suas mães cabem ao Estado garanti-lo, em articulação com a sociedade civil. Aos profissionais de saúde cabe repassar os conhecimentos atuais sobre alimentação infantil adequada, visando promover o crescimento e o desenvolvimento ótimos da criança (MONTE, 2004).

Somente uma dieta variada assegura o suprimento de micronutrientes, favorece a formação de bons hábitos alimentares e previne o aparecimento de anorexia decorrente da monotonia alimentar. As crianças (e depois, como adultos) tendem a preferir os alimentos da maneira como eles foram apresentados inicialmente. Por isso, é recomendável que se ofereça inicialmente à criança alimentos com baixos teores de açúcar e de sal. É importante assegurar a oferta, se possível diária, de alimentos de origem animal ricos em ferro e de frutas e vegetais, particularmente os ricos em vitamina A (MONTE, 2004).
          

Introdução de novos alimentos

A introdução dos novos alimentos deve ser gradual, um de cada vez, a cada três a sete dias. É comum a criança rejeitar novos alimentos, não devendo este fato ser interpretado como uma aversão permanente da criança ao alimento. Em média, a criança precisa ser exposta a um novo alimento de oito a 10 vezes para que o aceite bem (NORTHSTONE; EMMETT; NETHERSOLE, 2001). Crianças amamentadas podem aceitar mais facilmente novos alimentos que as não-amamentadas, pois, por intermédio do leite materno, a criança é exposta precocemente a diversos sabores e aromas, que variam de acordo com a dieta da mãe. Assim, a criança é introduzida desde o nascimento aos hábitos alimentares da família (VENÂNCIO, 2002).

A consistência da dieta deve ser aumentada gradativamente, respeitando-se as habilidades da criança (BRASIL, 2002). A partir dos oito meses, a criança pode receber os alimentos consumidos pela família, desde que amassados, desfiados, picados ou cortados em pedaços pequenos. Aos 10 meses, a criança já deve estar recebendo alimentos granulosos, caso contrário corre um risco maior de apresentar dificuldades alimentares aos 15 meses (NORTHSTONE; EMMETT; NETHERSOLE, 2001). Aos 12 meses, a maioria das crianças pode receber o mesmo tipo de alimento consumido pela família, desde que com densidade energética e consistência adequada (DEWEY, 2001). A partir de então, deve-se restringir o uso de alimentos semi-sólidos e devem-se evitar alimentos de consistência dura, como cenoura crua e uva, pelo risco de engasgar a criança (BROWN; DEWEY, 2003).

Os alimentos complementares devem ser oferecidos à criança utilizando-se colher e copo. Mamadeiras devem ser evitadas, pois, além de ser uma fonte de contaminação para a criança, prejudicam a dinâmica oral e expõem a um risco maior de desmame precoce. Os alimentos complementares podem ser oferecidos antes como após a mamada no seio (BRASIL, 2002).

É desaconselhável oferecer leite de vaca não modificado, principalmente quando cru e puro, a menores de 1ano porque o seu uso está associado à perda sangüínea fecal e deficiência de ferro.

Deve-se evitar também dar bebidas açucaradas (refrigerantes e outras), pois elas diminuem o apetite da criança para alimentos mais nutritivos e podem causar fezes amolecidas. Chá e café. Também são desaconselháveis porque podem interferir na absorção de ferro (GIULIANI, 2004).
                 

Alimentação complementar mais aleitamento materno

A OMS recomenda, para as crianças amamentadas, duas a três refeições com alimentos complementares por dia dos seis aos oito meses de idade e três a quatro vezes por dia dos nove aos 24 meses, com lanches nutritivos adicionais, como bolo de frutas, uma a duas vezes ao dia a partir dos 12 meses (GIUGLIANI; VICTORA, 2000). Se a densidade de energia ou a quantidade de alimentos complementares por refeição for baixa, ou se a criança estiver totalmente desmamada, pode ser necessária uma maior freqüência de refeições (BRASIL, 2002).

As refeições com alimentos complementares não substituem as mamadas. A freqüência das mamadas ao seio pode ser mantida. Com a introdução da alimentação complementar, a criança naturalmente passará a ingerir menos leite materno. Por isso, deve-se evitar um número excessivo de refeições com alimentos complementares em crianças amamentadas, para não diminuir demasiadamente o volume de leite materno ingerido pela criança (VITOLO, 2003).
                    

INFLUÊNCIAS SOBRE AS PRÁTICAS ALIMENTARES

Fatores devem ser observados, ajustando-os à disponibilidade de alimentos da região (alimentos de época, preços) e aos hábitos e costumes da população atendida. É importante também considerar a condição econômica da família para realizar a adequadaorientação alimentar de lactentes no primeiro ano de vida (BARBOSA, 2007).

A habilidade da criança para se alimentar é influenciada, principalmente, por aspectos ligados ao desenvolvimento, incluindo maturação motora, cognitiva e social (EUCLYDES, 2000). Já seu comportamento em relação à alimentação é determinado pela interação com o alimento, que, por sua vez, é influenciada não somente pelo desenvolvimento anatomofisiológico, como também, e principalmente, por fatores emocionais, psicológicos, socioeconômicos e culturais (VIEIRA, 2004).

As práticas de alimentação de lactentespodem ser influenciadas pelo ambiente familiar, por informações fornecidas pelos profissionais de saúde, assim como pela mídia, através da veiculação de propagandas de alimentos (MONTE; GIUGLIANI, 2004).

A adequação nutricional dos alimentos complementares é fundamental na prevenção de morbimortalidade na infância, incluindo desnutrição e sobrepeso. O déficit de crescimento linear adquirido cedo na infância é difícil de ser revertido após os dois anos. Nesse contexto, atingir a alimentação ótima para a maioria das crianças pequenas deve ser um componente essencial da estratégia global para assegurar a segurança alimentar de uma população. Embora seja atribuição dos profissionais de saúde a sua promoção e das mães a sua execução, sucesso final da ação depende também da definição de políticas governamentais adequadas da participação e apoio de toda a sociedade civil (GIUGLIANI, 2004).
                   

CONCLUSÃO

Uma adequada nutrição durante o primeiro ano de vida é de extrema importância para que haja o desenvolvimento total do potencial humano da criança. Os primeiros anos são fundamentais para a promoção de um crescimento adequado, saudável e um desenvolvimento comportamental apropriado.

O aleitamento materno e alimentação complementar são fatores primordiais no primeiro ano de vida, sendo eles a base para o crescimento adequado e a vida saudável presente e futura da criança.

As práticas alimentares no primeiro ano de vida, orientadas e seguidas de forma correta, trás resultados positivos para mãe o bebê e a sociedade em geral.
             

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12 – VINOCUR E. (2010). Alimentação infantil: orientações práticas para o
primeiro ano de vida. idmed.
              
           

Correspondência:

Ana Luiza Vieira Silva Costa
Qd. 33 conj B casa 13, Setor Central Gama-DF.72405330 Brasil.
analu.vicosta@gmail.com




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