Dores pós-compras de Natal exigem atenção

O excesso de peso das sacolas das compras de Natal pode causar dores, principalmente, na coluna e nos ombros. Em algumas situações, dependendo de como elas são levadas, ainda é possível afetar o cotovelo e o punho. E se a dor persistir durante uma semana, é preciso ficar alerta. Quem explica é professor Sérgio de Souza Pinto: “A longo prazo, essas alterações podem provocar mais comprometimento no sistema postural e dinâmico, podendo dar origem a outros problemas”.

O professor recomenda que, caso o desconforto muscular persista após uma semana, a pessoa procure um médico que possa estabelecer o diagnóstico e fazer o encaminhamento para tratamento clínico ou fisioterapêutico. “Não se deve fazer nada por conta sem saber a real origem da dor. Além disso, é preciso se atentar se há piora da dor e perda da funcionalidade do local afetado”.

Com alguns cuidados básicos, durante e após a maratona de compras, é possível ajudar a minimizar os efeitos. Para o fisioterapeuta, o principal é evitar carregar as sacolas apenas de um lado. “É preciso ter bom senso quanto ao seu limite de peso”.

Também é importante usar roupas leves e um tênis confortável, já que momentos como esses exigem o uso de calçados que tenham uma relação de 2 para 1 no seu solado, ou seja, não pode ter salto alto, mas também não deve ter o solado reto.

Os idosos requerem precaução, pois o grande movimento de consumidores nas lojas pode representar risco de queda. Depois das compras, uma boa dica é relaxar em casa com as pernas para cima apoiadas em alguma estrutura.
 
Quem pratica atividades físicas com frequência ainda pode fazer alongamento no qual está acostumado antes e depois. Já quem não é adepto de esportes, o professor informa:  “A pessoa que não faz exercícios no seu dia a dia não conseguirá prevenir dores fazendo, por exemplo, um alongamento antes de sair de casa. Por isso, as pessoas precisam treinar continuamente para melhorar aspectos cardiorespiratórios e as capacidades físicas, além de preparar o corpo para situações como essa”, comenta.
                

Fonte

Sérgio de Souza Pinto – Professor do curso de Fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo – UNICID.
         

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