Estresse é responsável por 30% dos casos de infertilidade

Presente no dia a dia das pessoas, o estresse tem sido uma das principais queixas de homens e mulheres. A ciência tem comprovado que o mal da sociedade moderna está entre as principais causas de infertilidade, sendo apontado em 30% dos casos, segundo pesquisa do jornal The New York Times, publicada em 2010. “Neste período as mulheres tendem a ovularem menos. O estresse muito alto pode alterar os níveis de hormônio, causando ovulações irregulares”, afirma o Dr. Vamberto Maia.

Outro estudo, publicado na Revista Fertility and Sterility, concluiu que o excesso de ansiedade pode ter um impacto negativo no sucesso do tratamento de infertilidade. Os autores são os médicos Jacky Boivin da Inglaterra e Lone Schmidt da Universidade de Copenhagen. Em cada dez casais que encontram problemas para engravidar, infertilidade, em média quatro não possuem qualquer anomalia, médicos concluem que o estresse pode ser parcialmente culpado por isso.

No homem, os sintomas são a redução da quantidade de esperma e de volume do sêmen. O excesso de ansiedade muitas vezes pode resultar em falta de libido e de ereção. No auge do estresse, a pessoa também pode vir a sentir palpitações, dores musculares, sensação de falta de ar, tontura, suor excessivo, extremidades frias e fadiga intensa, o que acaba provocando momentos de crise conjugal entre os companheiros.
                 

Técnicas Anti-Estresse

Uma solução para combater toda essa ansiedade, tanto por parte dos homens como das mulheres, são as terapias que trabalham o bem-estar da mente e do corpo, como ioga, massagens e meditação. Em muitos países, já existem grupos de apoio para os casais inférteis com cursos de ioga para a fertilidade.

Outra boa alternativa é a acupuntura, que tem auxiliado os casais, especialmente as mulheres, com sucesso. No Brasil, a terapia de origem chinesa vem sendo empregada com sucesso há pelo menos três anos em algumas clínicas de reprodução assistida.

Os resultados têm sido animadores, pois eleva o fluxo de sangue no útero, aumentando a espessura endometrial e melhorando a receptividade aos embriões. Além disso, pela liberação das endorfinas no sistema nervoso central, diminui o estresse emocional e a ansiedade, regulando os hormônios femininos. “Nesses casos é inevitável não criar uma expectativa. Por isso, tudo que proporcione relaxamento é importante”, ressalta o especialista.
                 

Fonte

Vamberto Maia – Especialista em reprodução humana do Grupo Huntington, um dos principais centros de Medicina Reprodutiva do Brasil.
                        

Sobre o Grupo Huntington

Criada em 1995, a Huntington Medicina Reprodutiva é um dos maiores grupos do Brasil, com quatro unidades instaladas em São Paulo. Sob a direção de Paulo Serafini e Eduardo Motta, renomados especialistas na área, o grupo é referência nacional e internacional em tratamentos para fertilidade. A Huntington possui corpo médico e técnico-científico altamente capacitado, que se destaca na prática clínica, cirúrgica e tecnológica. Os principais tratamentos utilizados atualmente são: Inseminação Artificial, Fertilização in Vitro, além de técnicas de reversão de vasectomia e de laqueadura, entre outras.
                               

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