Dia Mundial da Pneumonia

Diagnóstico e tratamento tardios implicam em maior risco de morte

A pneumonia é responsável por aproximadamente 900 mil internações por ano e está em quarto lugar nas causas de óbito no Brasil. De acordo com o dr. Mauro Gomes, a doença atinge principalmente as crianças e os idosos acima de 60 anos. “Portadores de doenças que comprometem o sistema imunológico como aids, câncer, lúpus, insuficiência renal ou diabetes, e também os fumantes, também são mais suscetíveis”.
                           

Sintomas

Os sintomas da pneumonia são muito parecidos com os da gripe, já que tipicamente ela surge após esse período. Febre de rápida evolução (em poucos dias ou horas), tosse, expectoração e mal-estar geral são indícios da doença. Em alguns casos, os sintomas podem demorar mais a aparecer (de 2 até 3 semanas). Nesse tipo de evolução, predominam falta de ar, dores musculares e tosse seca, alerta dr. Mauro.

Para diagnosticar a doença, diante dos sintomas acima, o médico geralmente solicita exames complementarem que confirmam o diagnóstico, como é o caso da radiografia do tórax. Em casos mais graves, com necessidade de internação, outros exames mais específicos podem ser solicitados.
                

Tratamento e prevenção

O tratamento é feito com uso de antibióticos, que devem ser tomados conforme orientação médica. Mesmo após melhora dos sintomas, o tratamento não deve ser interrompido por conta própria, sob risco que agravar a doença.

O ideal, no entanto, é adotar medidas de prevenção. Uma das maneiras é manter a saúde em dia. Para isso, é importante a prática de atividade física regular, adotar boa alimentação e repouso adequado.
                  

Vacina

A vacina anual contra a gripe também previne contra a pneumonia. “A vacinação anti-pneumocócica e anti-influenza é importante e vem ajudando na redução da mortalidade entre idosos. Outras medidas de prevenção, também para os indivíduos desta faixa etária são a higiene oral, diagnóstico e tratamento dos distúrbios da deglutição e da doença do refluxo”, explica o dr. Mauro Gomes.
                              

Fonte

Mauro Gomes – Diretor da subcomissão de Infecções Respiratórias e Micoses da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.
           

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