Dia Mundial de combate à DPOC faz um alerta para a qualidade de vida

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica afeta sete milhões de brasileiros e é considerada a quinta causa de mortes no país
        

O ritmo estressante dos centros urbanos, a poluição atmosférica e os maus hábitos de saúde são a combinação perfeita para as doenças crônicas modernas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira está envelhecendo, além de cada vez mais numerosa. Isso ocasiona o aumento da incidência e prevalência de males como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que promete ser a terceira maior causa de mortes no mundo até 2015. O assunto preocupa as autoridades mundiais em saúde e, por isso, conquistou uma data no calendário internacional, 16 de novembro – Dia Mundial de Combate à DPOC.

Devido aos tratamentos modernos e o maior acesso à saúde, a percepção sobre as doenças crônicas tem se atrelado ao conceito de qualidade de vida para o paciente. No caso da DPOC o paciente perde a capacidade pulmonar de acordo com a progressão da doença e, desta forma, possui uma maior dificuldade em praticar atividades normais. “Quando o paciente começa a apresentar os sintomas da DPOC, ele deixa de realizar atividades simples do dia a dia, como tomar banho, subir escadas, se vestir, entre outras. Porém, uma das consequências que mais afeta os pacientes, tanto por questões físicas, como emocionais, é a incapacidade de manter atividades sexuais”, afirma o pneumologista e médico assistente da Disciplina de Pneumologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dr. Oliver Augusto Nascimento.

O pneumologista reforça ainda que a doença interfere na qualidade de vida do paciente, provocando sérias alterações emocionais. Cerca de 50% dos pacientes apresentam algum grau de depressão ou ansiedade, em decorrência da paralisação de sua vida social. Em 2009, a doença foi classificada como a sexta causa de morte no Brasil, vitimando 33 mil pacientes por ano. Giles Richard Platford, gerente geral da Nycomed Brasil, laboratório do grupo Takeda, completa afirmando que a DPOC é uma das doenças mais desafiadoras da medicina e, além disso, as doenças respiratórias têm despertado o interesse dos laboratórios farmacêuticos.

Diante deste cenário, a empresa realizou investimentos na área respiratória e neste ano lançou no Brasil um medicamento inédito e exclusivo para o tratamento da DPOC, o Daxas. Sua ação ajuda a diminuir as exacerbações, também chamadas de crises, retardando a progressão da doença, com qualidade de vida e aumento do tempo de sobrevida dos pacientes.

No Brasil, a doença afeta cerca de 7 milhões de brasileiros, sendo responsável por aproximadamente 270 mil internações e 33 mil mortes por ano, segundo o DATASUS – Banco de dados do Sistema Único de Saúde (SUS). A DPOC é considerada a 5ª causa de morte no país, ficando atrás apenas do câncer, derrame cerebral, infarto do miocárdio e o diabetes, respectivamente.

Anualmente, a DPOC custa aos cofres públicos aproximadamente R$ 100 milhões, sendo que cerca de 70% dos pacientes dependem do SUS para tratamento. Além dos custos relacionados a internações e remédios, a doença leva à falta de resistência física, ausência no trabalho e morte prematura, ocasionando gastos adicionais para a família, pacientes ou responsáveis.
          

DPOC no mundo

A DPOC é uma doença de caráter progressivo, parcialmente irreversível, que provoca graves limitações, podendo conduzir à incapacidade pulmonar e morte prematura. A taxa de mortalidade associada à DPOC vem crescendo no mundo todo. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), 210 milhões de pessoas lutam contra a DPOC e cerca de três milhões morrem todos os anos em decorrência da doença.

Até 2020, a DPOC se tornará a terceira maior causa de morte no mundo, de acordo com projeção da OMS. É a 6ª causa de morte em nível mundial, a 5ª na Europa e em outros países desenvolvidos e a 4ª nos Estados Unidos da América.
               

Medicação

O roflumilaste, sintetizado pela primeira vez no ano de 1993, pelo falecido Dr. Hermann Amschler, pesquisador do laboratório Byk Gulden, em Konstanz, Alemanha, é o primeiro fármaco de uma nova classe, os inibidores da fosfodiesterase 4. Essa droga atua com foco na inflamação específica da DPOC e já faz parte das Diretrizes Globais para Manejo da DPOC (GOLD – Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease).

        

Informações sobre a Takeda

Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia global orientada para pesquisas, com foco principal em produtos farmacêuticos. Na qualidade de maior companhia farmacêutica do Japão e por ser uma das líderes globais da indústria farmacêutica, a Takeda se compromete a trabalhar para melhorar a saúde dos pacientes de todo o mundo por meio de inovação de vanguarda na área médica.

Há informações adicionais sobre a Takeda no site corporativo da empresa www.takeda.com
                   

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