Dia Mundial do AVC – 29 de outubro

Mais de 5 milhões de pessoas morrem de derrame por ano. No Brasil, são 100 mil.
                

Neste sábado, dia 29 de outubro, é celebrado o Dia Mundial do AVC. Popularmente conhecido como “derrame cerebral”, o AVC consiste em um ataque cerebral. “É o que acontece quando o sangue, responsável por levar oxigênio e alimento, deixa de chegar a uma determinada parte do cérebro. E, quando isso ocorre, pode comprometer funções como fala, mobilidade, sentimentos, sensações, entre outros, depende do local atingido, podendo até deixar de ‘funcionar’ por completo”, explica o Dr. Gustavo Gusso.

Há dois tipos de AVC, o isquêmico, que consiste na interrupção do fluxo de sangue de um vaso sanguineo específico do cérebro, comprometendo as funções neurológicas. Este tipo representa cerca de 80% dos casos. E, há também o hemorrágico, ocasião em que ocorre sangramento local aliado a outros fatores de rico como aumento da pressão intracraniana, entre outros.
                 

Os principais sintomas que prenunciam um derrame são:

* Dor de cabeça intensa, súbita, sem causa aparente;
* Fraqueza;
* Formigamento na face, braços e pernas, em especial de um lado do corpo.
          

Apresentam maior propensão a um AVC, pessoas que:

* Tenham histórico familiar da doença, hipertensão arterial;
* Excesso de peso, diabéticos, quem não tem hábitos saudáveis, como fumantes e pessoas que bebem com frequência;
* Indivíduos com facilidade de irritabilidade e stress.

No Brasil, a doença tem grande impacto social e econômico. Segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 100 mil pessoas morrem ou ficam incapazes por ano, enquanto no mundo, são mais de cinco milhões de pessoas que vem a óbito, conforme a Organização Mundial de Saúde.
                        

Fonte

Gustavo Gusso – Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC).
           

 
Sobre a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC)
 
Prestes a completar 30 anos, a SBMFC é a entidade de classe que congrega os médicos de família brasileiros. São conhecidos também como o ‘médico de cabeceira’, ou seja, o médico de família é aquele que acompanha a pessoa ao longo de toda sua vida, desde o bebê até o idoso, por meio de um cuidado contínuo e integral na promoção e prevenção da saúde.
 
Hoje, existem 31.500 equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF) no país responsáveis pelo atendimento de 99% dos municípios brasileiros. Nestas, existem em atuação apenas 5% de especialistas em Medicina de Família e Comunidade, conforme apontou estudo sobre o programa ESF realizado pela SBMFC neste ano.
           

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