Sete dicas para prevenir o câncer de pele

A radiação ultra-violeta (RUV), produzida pela luz solar, é essencial para a preservação do calor e pela a nossa vida. No entanto, a exposição exagerada ao sol pode causar vários danos à pele, inclusive um câncer da pele.

Essa radiação é subdividida em UVA, UVB e UVC, sendo que os dois primeiros espectros de onda são causadores de tumores, queimadura solar e envelhecimento cutâneo. “Entre 10 e 14 horas as radiações são mais lesivas a pele, devido à maior quantidade de UVB e UVA. As radiações ultravioletas do sol alteram o código genético das células e os mecanismos de defesa que protegem a pele contra lesões malignas”, afirma o Dr. Fernando Passos de Freitas.

A exposição solar tem efeito cumulativo, podendo o câncer de pele surgir muitos anos mais tarde. Estudos revelam que a proteção ao sol na infância e adolescência reduz significativamente os riscos de câncer de pele. Uma fase da vida onde a criança e/ou o adolescente ficam grande parte do dia ao ar livre.

Dos tumores existentes, o câncer da pele é o mais frequente. Muitos deles poderiam ser evitados se medidas de prevenção fossem aplicadas a tempo. Quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.

Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias ou alterações genéticas. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele. Os negros normalmente têm câncer de pele nas regiões palmares e plantares.
               

O Dr. Fernando Passos de Freitas elaborou sete dicas de como prevenir-se do câncer de pele. Veja as orientações do médico:

1. A proteção solar deve iniciar-se precocemente. A recomendação para uso de protetores solares se inicia aos 6 meses de idade, antes disso a criança não deve se expor diretamente ao sol sem a proteção de roupas e chapéu;

2. Utilize sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando após mergulhar ou transpiração excessiva;

3. Utilize chapéus e barracas grossas, que bloqueiem ao máximo a passagem do sol. Mesmo assim use o filtro solar, pois parte da radiação ultravioleta reflete-se na areia atingindo a sua pele;

4. Evite o sol no período entre 10 e 15 horas;

5. A grande maioria destas alterações  de pele localiza-se na face, proteja-a sempre. Não se esqueça de proteger os lábios e orelhas, locais comumente afetados pela doença;

6. Procure um dermatologista se existem manchas na sua pele que estão se modificando, formam “cascas” na superfície, sangram com facilidade, feridas que não cicatrizam ou lesões de crescimento progressivo;

7. Faça uma visita anual ao dermatologista para avaliação de sua pele e tratamento de eventuais lesões pré-cancerosas.
              

Fonte

Fernando Passos de Freitas – Médico dermatologista.
www.drfernandofreitas.com.br 
                        

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