Dia Mundial da Visão – conscientização ainda é o melhor caminho para evitar a cegueira no mundo

No dia 13 de outubro o mundo comemora o Dia Mundial da Visão, entretanto muito trabalho ainda precisa ser feito para erradicar a cegueira evitável no mundo.  Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a cada cinco segundos uma pessoa fica cega no mundo. Entre as crianças, o dado também não é nada animador, ocorrendo um caso de perda de visão a cada minuto. A entidade estima que 314 milhões de pessoas em todo o mundo apresentam algum tipo de deficiência visual.

Dra. Denise Freitas explica que um dos maiores problemas que agravam a situação da visão no mundo ainda é a falta de informação da população. “A idade pode trazer sérios problemas oftalmológicos como a catarata, a degeneração macular e o glaucoma que, se não tratados a tempo e de forma correta, podem levar a perda definitiva da visão. Para se ter uma ideia, a catarata não operada é responsável por mais de 50% dos casos de cegueira em nosso País”.

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o Brasil possui 1,25 milhões de cegos e cerca de 4 milhões de deficientes visuais sérios, sendo que as duas principais causas de cegueira evitável ou curável no País, assim como na América Latina, são a catarata e a falta de óculos.

Segundo o conselho, as cerca de 280 mil cirurgias de catarata realizadas por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e outras 100 mil nos convênios e médicos particulares no Brasil ainda são insuficientes. Esse número deveria ser 50% maior para acompanhar o crescimento da população.
                        

Dia Mundial da Visão

Celebrado todos os anos na segunda quinta-feira de outubro, o Dia Mundial da Visão foi lançado, em 1988, pela Fundação Internacional dos Lions Clubes, tornando-se o evento oficial do programa Visão 2020: O Direito à Visão até 2020, este, criado em 1999 por uma iniciativa conjunta da OMS e da Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira (IAPB). O programa tem por finalidade eliminar a cegueira evitável em todo o mundo até o ano de 2020.

O objetivo de se criar um dia especial para a visão é o de conscientizar a população e os governos de todo o mundo de que 75% dos casos de cegueira global poderiam ser evitados com tratamentos e prevenção.
               

Fonte

Denise Freitas – Chefe do Departamento de Oftalmologia da Unifesp.

          
                           

Sobre a Unifesp

A Unifesp foi apontada em 2011, pela terceira vez consecutiva, a melhor universidade federal do País segundo o Índice Geral de Cursos das Instituições de Ensino Superior do País (IGC), elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) e Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).

Criada oficialmente em 1994, a Unifesp originou-se da Escola Paulista de Medicina (EPM), entidade privada fundada em 1933 que foi federalizada em 1956. Em 1940, a EPM inaugurou o Hospital São Paulo, primeiro hospital-escola do País, que hoje é o Hospital Universitário da Unifesp, localizado no campus São Paulo, no bairro Vila Clementino.

Na ocasião da criação da Unifesp, a instituição era a primeira universidade brasileira especializada em Saúde, abrigando em seu currículo de graduação os cursos de Medicina, Enfermagem, Biomedicina, Fonoaudiologia e Tecnologias Oftálmica e Radiológica.

Atualmente, a Unifesp conta com 6.442 alunos matriculados nos cursos de Graduação, além de 3.342 discentes nos cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu (Doutorado, Mestrado e Mestrado Profissionalizante) e 6.296 na Pós Graduação Lato Sensu (Especialização e Aperfeiçoamento). Além disso, a instituição conta com 800 discentes no maior programa de residência médica do Brasil. A Unifesp tem em seu quadro 1.163 docentes, sendo que 95% possuem título de doutor, um percentual que marca a qualidade de ensino oferecida pela Instituição.

No segundo semestre de 2010, tiveram início as atividades do campus avançado de Extensão Universitária da Unifesp, o primeiro deste tipo no Brasil, implantado no município de Embu das Artes, na Região Metropolitana de São Paulo. O campus avançado de extensão universitária da região de Santo Amaro, na capital paulista, também inicia suas atividades no começo de 2011.
                      

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