Vacina pneumocócica – alerta à população

Bactéria pneumococo é principal causa de óbito por pneumonia

No início deste ano, foi incluída no calendário oficial de vacinação a vacina pneumocócica. A vacina protege a população contra as diversas enfermidades causadas pela bactéria, como pneumonia pneumocócica, meningite e infecções no trato respiratório superior, que podem se disseminar pelo organismo chegando aos pulmões, coração, ouvido e sistema nervoso.

De acordo com o dr. Mauro Gomes, as doenças são mais frequentes em crianças menores de dois anos e idosos. “Especialmente nestas populações as doenças são graves e devem ser prevenidas. A pneumonia pneumocócica, por exemplo, é importante causa de óbito no país.”

A doença tem como principais sintomas febre alta, tosse, falta de ar e dores no peito. Anualmente, são registrados aproximadamente 900 mil casos de internação, somente pelo SUS.

Sem o diagnóstico precoce e tratamento adequado, as doenças causadas pela bactéria pneumococo podem deixar sequelas e até levar à morte. “Dependendo da gravidade, os pulmões podem ser afetados causando bronquiectasia, dilatações permanentes nos brônquios levando a frequentes infecções e acúmulo de secreção. Caso o paciente contraia meningite ou endocardite, as complicações podem ser ainda maiores”, alerta o dr. Mauro.
                    

Grupos de risco

Além das crianças pequenas e idosos, que de forma geral apresentam imunidade mais baixa, outros grupos estão mais suscetíveis às infecções e merecem atenção redobrada.

“Pacientes com doenças pulmonares crônicas, com insuficiências cardíaca, renal ou hepática, ou que fazem uso de medicamentos que baixam a imunidade, como corticoides, devem se prevenir e tomar a vacina.”
                 

Vacina pneumocócica

A vacina pneumocócica proteje contra dez sorotipos da bactéria pneumococo, é de dose única e deve ser complementada por uma dose de reforço cinco anos após a primeira aplicação.  Diferente de outras vacinas, a pneumocócica não apresenta nenhuma contra indicação e traz pequenas reações como dor no local da injeção.
                     

Fonte

Mauro Gomes – Membro da sub-comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.
                                    

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