Vitamina D – protege os ossos e assegura a longevidade

Vitamina D: mais do que proteger os ossos, a vitamina assegura longevidade.

Depois dos 50 anos, muitos especialistas preconizam doses mais elevadas de vitamina D, prescrevendo, de acordo com o caso, até mesmo a suplementação.

A gente não cansa de ouvir que a receita para uma vida longa e cheia de saúde deve incluir uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividade física, boas noites de sono e uma mente sem estresse. Hoje, muitos estudiosos já acrescentam a essa lista banhos de sol diários, nem muito extensos, nem muito curtos: bastam 15 minutos para que os raios solares ativem no organismo a produção de uma substância capaz de fortalecer os ossos, preservar a atividade cerebral e garantir que o coração bata por anos a fio. “Trata-se da vitamina D, uma substância que, com tantas qualidades elencadas nos tempos muito recentes, tem despertado o interesse de pesquisadores de várias áreas – de nutricionistas a bioquímicos”, afirma o Dr. Eduardo Gomes de Azevedo.

Um trabalho científico recente, que foi publicado na revista científica Archives of Internal Medicine revela que níveis adequados de vitamina D ampliam a expectativa de vida. A pesquisa avaliou mais de 13 mil homens e mulheres. Quem estava com taxas insuficientes da substância apresentou um risco de morte das mais variadas causas 26% maior em relação aos indivíduos com altos índices da molécula. “A vitamina D está envolvida em vários processos no organismo, participando inclusive da homeostase, o equilíbrio interno de todas as funções do corpo”, explica o médico.

Outra pesquisa da Universidade da Califórnia em Riverside, nos Estados Unidos, analisou o papel do nutriente em diversos tecidos do corpo. Seu autor, o bioquímico Anthony Norman, quis mostrar que os benefícios da vitamina D vão muito além do fortalecimento dos ossos. O pesquisador defende que a recomendação diária vá das atuais 400 UI (unidades internacionais) para 2 mil. “Os valores indicados hoje se baseiam apenas no aporte de cálcio, que a vitamina ajuda a fixar no esqueleto. Mas agora sabemos que a vitamina D atua no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas”, diz o geriatra Eduardo Gomes.

Para dar conta de tantas tarefas, a dose de vitamina D precisaria ser mesmo maior. “Atualmente, essa vitamina é considerada um potente modulador das células de defesa. Ela estimula a atividade das células imunológicas quando elas precisam entrar em ação. Sem o banho solar diário, ficamos indefesos”, explica a nutricionista Renata Rothbarth.

Boas doses de vitamina D são, ainda, sinônimo de peito forte. Isso porque ela controla as contrações do músculo cardíaco, vitais para o bombeamento de sangue. Sem contar que, em níveis desejáveis, mantém a pressão arterial em dia. “A razão para isto é que ela inibe, nos rins, a síntese de renina, uma enzima envolvida na secreção de um hormônio que faz a pressão disparar. A insulina é mais uma substância que depende da ação adequada da vitamina D, pois ela estimula o pâncreas a produzi-la”, explica Renata Rothbarth.

No caso do câncer, desconfia-se que a vitamina D regule genes vinculados à proliferação celular na mama, no cólon e na próstata. “A vitamina também comanda os genes que inibem a angiogênese, a formação de vasos que alimentam o tumor, ou seja, age contra o câncer em várias frentes”, explica a nutricionista.

O déficit de vitamina D pode estar por trás de problemas como o Parkinson, que provoca tremores involuntários. Esse elo foi verificado por cientistas da Universidade Emory, nos Estados Unidos. Os portadores do mal tinham uma carência acentuada do nutriente. “A hipótese é que a vitamina D ofereça uma maior proteção aos neurônios ameaçados pelo Parkinson”, explica a nutricionista.

 

Exposição solar adequada

A falta deste nutriente no organismo talvez se explique pelo fato de a população se expor cada vez menos ao sol, até mesmo no Brasil. O medo do câncer de pele não pode servir como desculpa para evitar os raios solares. “Os protetores não impedem que tenhamos uma quantidade adequada de vitamina D”, explica o geriatra Eduardo Gomes, adepto da prática ortomolecular.

Depois dos 50 anos, a vitamina D se torna ainda mais fundamental. Isso porque a partir dessa idade os ossos tendem a se desmineralizar em um ritmo acelerado, aumentando o risco de osteoporose. Além disso, o corpo perde massa muscular, o que favorece a ocorrência de quedas e até de certa dificuldade de locomoção. “O problema é que nessa idade a pele tem uma menor capacidade de síntese da vitamina. Por isso, muitos especialistas preconizam doses mais elevadas da substância, prescrevendo, de acordo com o caso, até mesmo a suplementação”, diz o geriatra Eduardo Gomes de Azevedo.

 

Fonte

Eduardo Gomes de Azevedo – Médico geriatra, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.
Renata Rothbarth – Nutricionista da clínica Anna Aslan de Curitiba.

http://www.annaaslan.com.br
contatosp@anna-aslan.com.br

Mais informações sobre a prática ortomolecular no nosso blog:
http://annaaslan.blogspot.com

 

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Informações

Márcia Wirth
Excelência em Comunicação na Saúde
Tel: (11) 37913597/9394 3597
wirthmarcia@uol.com.br




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Comentários

gostei muito,gostaria de saber sobre adieta do sangui A E O;POIS ACABEI DE VER NO PROGRAMA DA MARCIA.COMO FAÇO PARA ACESSA?

Eu gostaria de saber que de alimentção que eu possa comer,

o meu Sangue é: O +

Meu tipo sanguìnho é A+ eu gostaria de saber de que devo me alimentar? E gostei muito deste artigo.

Queria saber aonde o Dr Eduardo Gomes atende ,queria marcar uma consulta

oi tenho 49 anos gosto muito de fazer caminhada de segunda a sexta por 30 minutos ou mais so que depois que paro sinto canseira e dor nas pernas tenho desviu de coluna nunca tomei vitaminas p ossos por favor mande resposta**obrigada

gostaria de saber se o Dr.Eduardo Gomes de Azevedo faz tratamento de Obesidade,como entrar em contato com sua cliníca,enderços e demais,caso ele não faça indique um médico de sua confiança

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