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Ato no DF conscientiza população sobre anemia falciforme

Fonte: G1 – Distrito Federal

A Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme realiza nesta quarta-feira (19), Dia Mundial de Conscientização sobre Doença Falciforme, ações de conscientização na Rodoviária do Plano Piloto e na Praça do Relógio, em Taguatinga. Das 9h às 16h, voluntários entregarão folders e estarão disponíveis para prestar orientações sobre a doença.

A anemia falciforme é uma doença hereditária, com sintomas semelhantes aos da anemia comum, como cansaço e palidez. As pessoas que tem a doença, no entanto, têm crises recorrentes e são mais suscetíveis à infecção, e por isso têm que estar sempre em tratamento.

“É uma doença grave, hereditária. A pessoa nasce com ela, pois recebe um gene do pai e um da mãe. Os dois têm com mutação da hemoglobina A, que é uma hemoglobina normal que todo mundo tem. Quando junta duas hemoglobinas mutantes em hemoglobina S, o filho tem a doença anemia falciforme”, explica a diretora do Hemocentro, Beatriz MacDowell.

No Distrito Federal, mais de 1,3 mil pessoas tem a doença, que pode ser descoberta através do exame do pezinho em recém-nascidos, obrigatório por lei desde 1992.

“Hoje em dia, o diagnóstico é feito muito precoce, na maternidade. Quando sai o resultado, é comunicado à família e a criança vai ser acompanhada então por equipe de hematologista e pediatra”, diz Beatriz. “A mortalidade melhorou muito, mas é uma doença que inspira cuidados permanentes.  A transfusão de sangue é frequente, e precisam de doadores especiais.”

O transplante de medula pode ser a cura para a doença, mas ainda está sendo estudado. “Existem estudos e experimentos que mostram que realmente o transplante de medula pode mudar esse cenário, mas não é qualquer paciente que tem condições de fazer, tem critérios”, diz. “O processo não está totalmente aberto.”

Elvis Magalhães foi o único do DF a fazer o transplante de medula, ocorrido em 2005. “Estou totalmente curado da doença. Convivi durante 38 anos com sequelas da doença, como olho amarelo, pele pálida, dores acentuadas”, diz Elvis.

“Quanto tinha 13 anos comecei com úlceras na região do tornozelo, tive que fazer cirurgia de vesícula e fazia transfusões a cada 40 dias. Em 1998 descobri que meu irmão era um doador compatível, mas tive que batalhar até 2005 para conseguir fazer o transplante”, completou.

Segundo Elvis, ele foi o transplantado mais velho do mundo, com 38 anos. “Nunca mais tive nada”, disse. “Imagina passar 38 anos numa condição e um belo dia acreditar que está curado e descobrir o que é ter uma vida normal. Por isso luto hoje por políticas públicas e para que a anemia falciforme seja incluída no hall de doenças passíveis de transplante de medula óssea.”

Segundo Beatriz, pessoas com a doença conseguem levar uma vida normal se fizerem prevenção de vacinação e tomarem cuidado com fatores que desencadeiam crises de dor, como se expor a friagem e ar-condicionado.

Ela diz que a realização de exame é importante porque é possível ter a hemoglobina alterada e não necessariamente ter a doença. “Se for o caso, é preciso fazer acompanhamento para que, caso a pessoa venha a casar e ter filhos com alguém com a hemoglobina alterada, ela precisa estar consciente dos riscos e de como ela deve se preparar para enfrentar.”

Transporte gratuito
Em 2012 foi aprovada uma lei que garante a gratuidade nos serviços de transporte público, coletivo e metrô à pessoas com a doença. As pessoas com direito ao benefício devem apresentar laudos médicos para cadastramento e recebimento do Passe Livre.


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6º Congresso Médico Universitário de São Carlos (CoMUSCar).

Congresso Médico Universitário de São Carlos ocorre entre 23 e 26 de abril na UFSCar
Um dos destaques da programação é o I Prêmio Nise da Silveira, um concurso cultural que pretende apresentar visões de pessoas de diversas áreas acerca de temas relacionados à saúde.
Inscrições abertas

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De 23 a 26 de abril acontece no Campus São Carlos da UFSCar o 6º Congresso Médico Universitário de São Carlos (CoMUSCar). Promovido pelo Centro Acadêmico de Medicina Sérgio Arouca (CAMSA), órgão representativo dos estudantes do curso de Medicina da Universidade, o evento objetiva reunir discentes e profissionais das áreas da saúde visando a atualização dos conhecimentos dos participantes e o incentivo à pesquisa. Composta por palestras, mesa-redonda e minicursos sobre diversos temas atuais e de grande interesse, como clínica médica, saúde da criança, saúde da mulher, formação e ensino médico, saúde mental, cirurgia e visão global da saúde no Brasil, a programação também conta com apresentações de trabalhos e duas premiações, sendo uma de caráter científico e outra, cultural.

Para premiar trabalhos de caráter científico da área da saúde ocorre a quinta edição do Prêmio Sérgio Arouca, para o qual as inscrições já foram encerradas. Serão avaliados trabalhos nas categorias experimental, epidemiológico, relatos de caso e revisão. O primeiro colocado recebe uma premiação em dinheiro. Além do Prêmio Sérgio Arouca, nessa edição o CoMUSCar promove o I Prêmio Nise da Silveira. Pretende-se, por meio desse concurso cultural, apresentar visões de pessoas de diversas áreas acerca de temas relacionados à saúde, que devem ser abordados por meio de manifestações artísticas. Podem ser inscritos trabalhos nas categorias fotografia, pintura, textos, esculturas e desenhos, que devem estar relacionados com a temática “Saúde Global: uma abordagem multidisciplinar”, além de fazer referência a dois textos específicos disponíveis no Edital do Concurso, publicado no site do Congresso, em www.ufscar.br/comuscar.

Os textos são “História do Conceito de Saúde”, de autoria de Moacyr Scliar, médico especialista em saúde pública, que analisa os conceitos de saúde e de doença em sua evolução histórica e em seu relacionamento com o contexto cultural, social, político e econômico, evidenciando a evolução das ideias nessa área da experiência humana; e “O conceito de saúde”, de Marco Segre e Flávio Carvalho Ferraz, do Departamento de Medicina Legal, Ética Médica e Medicina Social e do Trabalho da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), que questiona a atual definição de saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS): “situação de perfeito bem-estar físico, mental e social” da pessoa, considerada ultrapassada, primeiramente, por visar uma perfeição inatingível, atentando-se as próprias características da personalidade.

Cada participante pode se inscrever com apenas um trabalho e a obra deverá ser julgada apenas pelo seu conteúdo, por isso haverá sigilo de identidade do autor até o fim do julgamento dos trabalhos. Os critérios de julgamento são coerência temática, criatividade e popularidade e será realizado por voto popular e voto técnico. A participação é aberta a todos os interessados e não é necessário estar inscrito no Congresso para participar do Concurso Cultural. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 19 de abril pelo email culturalcomuscar@gmail.com, enviando dados pessoais e informações complementares sobre o produto artístico.

Mais informações sobre o CoMUSCar estão disponíveis em www.ufscar.br/comuscar.
Dúvidas podem ser esclarecidas pelo email – comuscar@gmail.com

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Eduardo Sotto Mayor
Telefone: (16) 3351-8478
E-mail: esm@ufscar.br

Coordenadoria de Comunicação Social – Universidade Federal de São Carlos.
Telefone: (16) 3351-8119.
E-mail: ccs@comunicacao.ufscar.br

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Exercício físico para a comunidade – programa gratuito

Alunos da UNIB oferecem programa gratuito de atividade física para a comunidade
Projeto reúne palestras, avaliações e atividades físicas

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Alunos e professores do curso de Educação Física da Universidade Ibirapuera colocaram em prática o “PAF – Programa de Atividade Física para a Comunidade”, que oferece uma série de atividades gratuitas ao público interessado. A programação inclui palestras, avaliações, aulas de alongamentos e caminhadas.

“Os objetivos são garantir a prática profissional ainda na graduação e oferecer um programa contínuo de atividade física eficaz gratuita, promovendo o aumento da qualidade de vida”, explica o Prof. Fernando Herculano, coordenador do curso de Educação Física da UNIB.

O docente ainda explica que como a ação acontecerá até o final do ano, os interessados podem realizar acompanhamentos semanais.

Para participar, é preciso ter idade mínima de 18 anos, apresentar documento com foto e estar com tênis e vestimenta adequada para a prática de exercícios.
Os atendimentos são gratuitos e acontecem as quartas e sextas-feiras, das 17h às 18h, no Campus Chácara Flora.

PAF – Comunidade
Data: Todas as quartas e sextas-feiras
Local: Local: Clínica de Fisioterapia e Sala de Ginástica da Universidade Ibirapuera (Térreo) – Campus Chácara Flora
Horário: das 17h às 18h
End.: Av. Interlagos, 1329 – Chácara Flora (começo da Av. Interlagos)
Tel.: (11) 5694-7969

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Sobre a Universidade Ibirapuera

Com mais de 40 anos de existência, a Universidade Ibirapuera oferece cursos de graduação tradicional em todas as áreas do conhecimento, tecnológicos e de pós-graduação. Também pautada pelos princípios de Responsabilidade Social, a Universidade Ibirapuera realiza atendimentos à comunidade por meio do Serviço de Atendimento Jurídico e de suas clínicas de Fisioterapia, Odontologia e Psicologia.

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imprensa@ibirapuera.edu.br

 

 

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Cuiabá é a capital da região Centro-Oeste que menos consome frutas e hortaliças

Para incentivar o aumento da ingestão desses alimentos, Ministério da Saúde lançou o livro Alimentos Regionais Brasileiros, com produtos típicos e dicas saudáveis da culinária brasileira

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Cuiabá está entre as capitais brasileiras que menos consomem frutas e hortaliças. Apenas 20% da população consomem 400 gramas ou mais desses alimentos diariamente. As outras capitais da região apresentam alto consumo de frutas e hortaliças em relação ao índice nacional (24,1%). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ingestão necessária é de pelo menos 400 gramas desses alimentos diariamente. Para estimular o consumo da alimentação saudável capaz de promover mais qualidade vida, reduzindo a obesidade, diabetes, hipertensão e outras doenças, o Ministério da Saúde lançou o livro Alimentos Regionais Brasileiros. A publicação traz dicas de como cozinhar com mais saúde e pratos típicos de cada região do país.

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Confira os dados da pesquisa na apresentação

“A diversidade culinária e variedade de frutas e hortaliças do Brasil possibilita à população manter uma alimentação saudável. O livro Alimentos Regionais é um marco importante no compromisso do governo brasileiro para priorizar a alimentação segura e mais saudável, valorizando a cultura e os saberes das práticas regionais”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Os dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2014) mostram que o Distrito Federal, com 29%, Campo Grande (26%) e Goiânia (25%) estão entre as 10 capitais brasileiras que mais consomem frutas e hortaliças em cinco ou mais dias da semana.

Além de frutas e hortaliças, o Vigitel traz ainda outros dados importantes sobre a alimentação dos brasileiros. O estudo mostra que 29,4% da população ainda consome carne com excesso de gordura. Apenas o Distrito Federal apresenta índice (29,3%) semelhante ao nacional. No entanto, entre as oito capitais com o maior índice de carne com gordura, três estão na região Centro-Oeste: Goiânia (36,8%), Campo Grande (39,7%) e Cuiabá (43,7%).

A pesquisa apontou também que o brasileiro tem diminuído a ingestão de refrigerante. O consumo desse produto diminuiu 20% nos últimos seis anos. No entanto, mais de 20,8% da população faz uso de refrigerantes cinco vezes ou mais na semana. No Centro-Oeste, Campo Grande e o Distrito Federal estão entre as que menos consomem o produto, sendo 18% e 19% respectivamente. Já Goiânia (27%) e Cuiabá (26%) estão entre as oito capitais que abusam do consumo desse produto.

Quando se trata do alimento mais consumido pelos brasileiros, o Vigitel mostrou que o consumo regular de feijão em cinco ou mais dias na semana é de 66%. O Centro-Oeste é uma das regiões que apresentam maior consumo de feijão em todas as suas capitais, em relação à média nacional. Goiânia é a capital, da região, que mais consome, com 81,3%. Seguido pelo Distrito Federal (79,2%), Cuiabá (77,6%) e Campo Grande (72,7%).

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Alimentos Regionais

Desenvolvido como complemento do Guia Alimentar para a População Brasileira, lançado em novembro de 2014, o Alimentos Regionais Brasileiros pretende incentivar especialmente o aumento do consumo de frutas, legumes e verduras. A publicação faz parte da premissa principal do Guia Alimentar que é a de a base da alimentação seja feita com alimentos frescos (frutas, carnes, legumes) e minimamente processados (arroz, feijão e frutas secas), além de recomendar que sejam evitados os produtos ultraprocessados (como macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote e refrigerantes).

Além de orientar sobre o tipo de alimento (características e uso culinário), o Alimentos Regionais traz informações de como comer e preparar a refeição, uma lista de possíveis substituições para as preparações desenvolvidas, ressaltando a diversidade cultural brasileira. A intenção é proporcionar a população o conhecimento das mais variadas espécies de frutas, hortaliças, leguminosas, tubérculos, cereais, ervas, entre outros existentes no país.

Para a edição do livro, que revisa a versão de 2002, foram realizadas seis oficinas culinárias, uma em cada região do país e duas na região Nordeste. O foco foi o preparo de receitas culinárias contendo frutas, verduras e legumes disponíveis nos locais e pratos tradicionais da cultura alimentar dessas regiões, nas quais esses alimentos pudessem ser adicionados sem descaracterizar a comida.

A versão digital já está disponível no portal do Ministério da Saúde.

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Gabrielle Kopko
Agência Saúde
<agencia.saude@saude.gov.br>
(61) 3315-2271 / 2351 / 2745

 

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Detecção de disfunções renais

Campanha em comemoração ao Dia Mundial do Rim alerta sobre a saúde dos rins

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A partir dos 40 anos de idade, todo mundo perde em média 1% da função renal a cada ano. Este dado, da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), reforça a necessidade de um cuidado constante com os rins. A preocupação com o diagnóstico precoce de disfunções renais deve ocorrer em todas as fases da vida, já que os mesmos dados indicam que 10% da população mundial têm Doença Renal Crônica. Por isso, a SBN lançou a campanha Rins Saudáveis para lembrar o Dia Mundial de Rim, nesta quinta-feira (12).

De acordo com a Dra. Jailma Vieira, os rins são órgãos vitais para o funcionamento do corpo, pois têm a função de filtrar o sangue. “São eles que decidem quais elementos devem permanecer no corpo e quais devem ser excretados, por isso, uma disfunção nesse órgão pode trazer graves complicações para o indivíduo.”

Há várias patologias que podem determinar alterações na função renal. A especialista informa que as mais comuns são os cálculos renais, conhecido popularmente como “pedras nos rins” e a infecção urinária. “Os sintomas mais frequentes são dores lombares, febre e ardência miccional (ao urinar).”

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Doenças silenciosas

De acordo com a médica, um dos métodos de imagem que ajuda no diagnóstico de patologias renais é a ultrassonografia. “Tem seu valor em avaliar a anatomia dos rins, a presença de cálculos, dilatação das vias excretoras, e eventuais complicações de infecções urinárias. Além disso, este não é um método invasivo e não utiliza radiação ionizante. Para a realização deste exame, o paciente deve estar em jejum e com bexiga cheia.”

A médica reforça a importância de exames periódicos, que devem fazer parte do check-up anual. “A primeira abordagem sempre deve ser clínica, com o auxilio de exames laboratoriais como sangue e urina. Esses exames preliminares são fundamentais, visto que algumas alterações renais são assintomáticas. Cabe ao médico indicar também os métodos de imagem para complementar o diagnóstico”, conclui.

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Fonte

Jailma Vieira – Médica radiologista do laboratório Exame.

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Julia Carneiro
(55 61) 3039-8397
(55 61) 8129-3907
julia.carneiro@imagemcorporativa.com.br